sexta-feira, 14 de setembro de 2012


Benito Mussolini

Benito Amilcare Andrea Mussolini OSMM OMTEVLM (Predappio29 de julho de 1883 - Mezzegra28 de abril de 1945) foi um político italiano que liderou o Partido Nacional Fascista e é creditado como sendo uma das figuras-chave na criação do Fascismo.
Tornou-se o Primeiro-Ministro da Itália em 1922 e começou a usar o título Il Duce desde 1925. Após 1936, seu título oficial era "Sua Excelência Benito Mussolini, Chefe de Governo, Duce do Facismo, e Fundador do Império".[1] Mussolini também criou e sustentou a patente militar suprema de Primeiro Marechal do Império, junto com o rei Vítor Emanuel III da Itália, quem deu-lhe o título, tendo controle supremo sobre as forças armadas da Itália. Mussolini permaneceu no poder até ser substituído em 1943; por um curto período, até a sua morte, ele foi o líder da República Social Italiana.
Mussolini foi um dos fundadores do Fascismo Italiano, que incluía elementos do nacionalismocorporativismosindicalismo nacional,expansionismoprogresso social e anticomunismo, combinado com a censura de subversivos e propaganda do Estado. Nos anos seguintes à criação da ideologia fascista, Mussolini conquistou a admiração de uma grande variedade de figuras políticas.[2]
Entre suas realizações nacionais de 1924 a 1939, citam-se: seus programas de obras públicas como a drenagem dos Pântanos Pontine e o melhoramento das oportunidades de trabalho e transporte público. Mussolini também resolveu a Questão Romana ao concluir o Tratado de Latrãoentre o Reino de Itália e a Santa Sé. Ele também é creditado por garantir o sucesso econômico nas colônias italianas e dependências comerciais.[3] Embora inicialmente tenha favorecido o lado da França contra a Alemanha no início da década de 1930, Mussolini tornou-se uma das figuras principais das potências do Eixo e, em 10 de junho de 1940, inseriu a Itália na Segunda Guerra Mundial ao lado do Eixo. Três anos depois, foi deposto pelo Grande Conselho do Fascismo, motivado pela invasão aliada. Logo após seu encarceramento ter iniciado, Mussolini foi resgatado da prisão em Gran Sasso por forças especiais alemãs.
Após seu resgate, Mussolini chefiou a República Social Italiana nas partes da Itália que não haviam sido ocupadas por forças aliadas. Ao final de abril de 1945, com a derrota total aparente, tentou fugir para a Suíça, porém, foi rapidamente capturado e sumariamente executado próximo aoLago de Como por guerrilheiros italianos. Seu corpo foi então trazido para Milão onde foi pendurado de cabeça para baixo em uma estação petrolífera para exibição pública e a confirmação de sua morte.

Índice

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[editar]Origens


O local de nascimento de Mussolini, emDovia de PredappioForlì em Emilia-Romagna,Itália. Hoje em dia, a casa é utilizada como um museu.
Mussolini viveu os seus primeiros anos de vida numa pequena vila na província, numa família humilde. Seu pai, Alessandro Mussolini, era umferreiro e um fervoroso socialista, e sua mãe, Rosa Maltoni, uma humilde professora primária, era a principal sustentadora da família. Foi-lhe dado o nome de Benito em honra do revolucionário mexicano Benito Juárez. Tal como o seu pai, Benito tornou-se um socialista. As primeiras opiniões políticas foram fortemente influenciados por seu pai, um revolucionário socialista que idolatrava figuras de nacionalistas italianos com tendênciashumanistas do século XIX, como Carlo PisacaneGiuseppe Mazzini e Giuseppe Garibaldi.[4] e de anarquistas como Carlo Cafiero e Mikhail Bakunin.[5] Em 1902, no aniversário da morte de Garibaldi, Benito Mussolini fez um discurso público em louvor do republicano nacionalista.[5]
Foi influenciado por aquilo que leu de Friedrich Nietzsche, e uma outra doutrina muito corrente do tempo e que o influenciou foi a do "sindicalismo revolucionário", sustentada pelo escritor francês Georges Sorel (1847-1922).

Mussolini, em cartaz de propaganda. O texto é: "Sua Excelência Benito Mussolini, Chefe de Governo, Duce do Facismo, e Fundador do Império"
Mussolini era rebelde e foi logo expulso após uma série de incidentes relacionados com o comportamento, inclusive atirando pedras contra a congregação, e por participar de uma luta em que feriu um seu colega de classe sênior com uma faca.[6] Apesar disso continuou os estudos e teve mesmo boas notas, conseguindo qualificar-se como professor da escola primária em 1901.
Em 1902, emigrou para a Suíça para fugir ao serviço militar, mas, incapaz de encontrar um emprego permanente, tendo sido até mesmo preso por vagabundagem, ele foi expulso. Foi deportado para a Itália, onde foi forçado a cumprir o serviço militar. Depois de novos problemas com a polícia, ele conseguiu um emprego num jornal na cidade de Trento (à época sob domínio austro-húngaro) em 1908. Foi nesta altura que escreveu um romance, chamado A amante do cardeal.
Em 1909, Mussolini conhece Ida Dalser em Trento ou Milão (não há informação correta sobre o local). Os dois começaram um relacionamento e, quando Mussolini se recusou a trabalhar num jornal da base socialista, ela vendeu seu salão de beleza para financiar seu próprio jornal. Há relatos que eles teriam se casado em 1914, fato jamais comprovado, e em 1915 nasceu seu primeiro filho, Benito Albino Mussolini. A insistência de Ida em ver seu casamento e seu filho reconhecidos por Mussolini fez com que eles fossem mandados para o hospício, onde viriam a morrer. [carece de fontes]
Mussolini tinha um irmão, Arnaldo, que se tornou um conhecido teórico do fascismo.
Uniu-se informalmente com Rachele Guidi e em 1910 nasceu a primeira filha, Edda. Contraiu matrimônio civil somente cinco anos mais tarde. Em 1916nasce Vittorio, Bruno em 1918Romano em1927 e Anna Maria em 1929.

[editar]Infância

Mussolini nasceu em Dovia di Predappio, uma pequena cidade na província de Forlì em Emilia-Romagna em 1883. Na era fascista, Predappio viria a ser chamada de "município do Duce", e Forlì de "cidade do Duce". Alguns peregrinos ainda vão até Predappio e Forlì para ver o local de nascimento de Mussolini. Seu pai, Alessandro Mussolini, era um ferreiro e ativista anarquista[7], enquanto sua mãe Rosa Mussolini (nascida Maltoni) era uma professora de escola e uma devota católica.[8] Devido à orientação política de seu pai, Mussolini foi nomeado Benito em homenagem ao presidente reformista mexicano Benito Juárez, enquanto seus sobrenomes Andrea e Amilcare vieram dos socialistas italianos Andrea Costa e Amilcare Cipriani.[9] Benito era o mais velho de seus dois irmãos, seguido por Arnaldo e depois, Edvige.[10]
Quando criança, Mussolini teria passado um tempo ajudando seu pai na ferraria.[6] Foi lá que ele foi exposto às crenças políticas de seu pai. Alessandro era um socialista e republicano, mas também sustentava algumas visões nacionalistas, especialmente no que diz respeito aos italianos que viviam sob o governo do Império Austro-Húngaro[6], o que não era consistente com o socialismo internacionalista da época. O conflito entre seus pais sobre religião fez com que, diferente da maioria dos italianos, Mussolini não fosse batizado no nascimento. No entanto, em compromisso com sua mãe, ele foi enviado para uma escola interna regida por monges salesianos. Mussolini era rebelde e foi rapidamente expulso após uma série de incidentes relacionados ao seu comportamento, incluindo atirar pedras na congregação após uma missa, Mussolini era rebelde e foi logo expulso após uma série de incidentes relacionados com o comportamento, inclusive atirando pedras contra a congregação, e por participar de uma luta em que feriu um seu colega de classe sênior com uma faca.[6].[6] Após ingressar em uma nova escola, alcançou boas notas, e se qualificou como um professor de escola primária em 1901.[8][9]

[editar]Emigração para a Suíça


As fotografias de prisão de Mussolini quando foi encarcerado pela polícia suíça, fornecidas pelo Cantão de Berna, 19 de junho de 1903.
Em 1902, Mussolini emigrou para a Suíça, com o objetivo de evitar o serviço militar.[7] Ele trabalhou brevemente em Genebra como um pedreiro, no entanto, foi incapaz de encontrar um emprego profissional permanente no país. Na Suíça, adquiriu um conhecimento prático de francês e alemão.
Durante este tempo, estudou as ideias do filósofo Friedrich Nietzsche, o sociólogo Vilfredo Pareto, e o sindicalista Georges Sorel. Mussolini, mais tarde, viria a creditar o marxista Charles Péguy e o sindicalista Hubert Lagardelle como algumas de suas influências.[7] A ênfase de Sorel sobre a necessidade de derrubar a democracia liberal e o capitalismo pelo uso da violência, ação direta, greve geral, e o uso do neo-maquiavelismo apelando à emoção impressionou Mussolini profundamente.[7] Ainda na Suíça, também conheceu alguns políticos russos vivendo no exílio, incluindo os marxistas Angelica Balabanoff e Vladimir Lenin.[11] Durante este período, uniu-se ao movimento socialista marxista.
Mussolini tornou-se ativo no movimento socialista italiano na Suíça, trabalhando para o jornal L'Avvenire del Lavoratore, organizando encontros, discursando para trabalhadores e servindo como secretário da união dos trabalhadores italianos em Lausanne.[14] Em 1903, foi preso pela polícia bernense pela sua defesa de uma greve geral violenta; passou duas semanas preso, foi deportado à Itália, liberto lá, e retornou à Suíça. Em 1904, após ter sido encarceirado novamente em Lausanne, por falsificação de documentos, retornou à Itália, tirando proveito de uma anistia por deserção a qual ele havia sido condenado in absentia.[12]
Posteriormente, voluntariou-se ao serviço militar no Exército Italiano. Após servir por dois anos nas forças armadas (de janeiro de 1905 até setembro de 1906), voltou a lecionar.[13]

[editar]Jornalista político e socialista

Em fevereiro de 1908, Mussolini deixou a Itália mais uma vez, desta vez para assumir o cargo de secretário do partido trabalhista da cidade de Trento, onde o idioma é italiano, que na época estava sob o controle do Império Austro-Húngaro. Também trabalhou para o partido socialista local, e editou seu jornal L'Avvenire del Lavoratore (O Futuro do Trabalhador, em tradução livre). Ao retornar à Itália, passou um breve período na cidade italiana de Milão e, então, em 1910, retornou à sua cidade natal, onde editava o jornal semanal Lotta di classe (A Luta de Classes, em tradução livre).
Durante este período, publicou Il Trentino veduto da un Socialista (Trentino visto por um Socialista, em tradução livre) no periódico radical La Voce.[14] Também escreveu vários ensaios sobre aliteratura alemã, algumas estórias, e um romance: L'amante del Cardinale: Claudia Particella, romanzo storico (A Amante do Cardial, tradução livre). Este romance foi co-escrito com Santi Corvaja, e publicado como um livro de série no jornal de Trento Il Popolo. Ele foi lançado de 20 de janeiro a 11 de maio de 1910.[15] O romance foi amargamente anticlerical, e anos depois, foi retirado de circulação, somente após Mussolini dar trégua ao Vaticano.[7]
Até os dias atuais, Mussolini é considerado um dos socialistas mais proeminentes da Itália. Em setembro de 1911, participou de uma manifestação, liderada pelos socialistas, contra a Guerra Ítalo-Turca na Líbia. Ele amargamente denunciou a estratégia, que classificou como "guerra imperialista", da Itália de capturar a capital da Líbia, Tripoli, uma ação que lhe valeu um período de cinco meses na prisão.[16] Após sua libertação, ajudou a expulsar do partido socialista dois 'revisionistas' que apoiaram a guerra, Ivanoe Bonomi, e Leonida Bissolati. Como resultado, foi promovido à editoria do jornal do Partido Socialista Avanti!. Sob sua liderança, a circulação do jornal passou rapidamente de 20 000 para 100 000.[17]
Em 1913, publicou Giovanni Hus, il veridico (Jan Hus, verdadeiro profeta, em tradução livre), uma biografia política e histórica sobre a vida e missão do reformista eclesiástico tcheco Jan Hus, e seus seguidores militantes, os Hussites. Durante este período socialista de sua vida, Mussolini, algumas vezes, utilizou o pseudônimo Vero Eretico (Herege Sincero).
Durante esta época, tornou-se importante o suficiente para a polícia italiana preparar um relatório; os seguintes excertos são de um relatório policial preparado pelo inspetor geral de Segurança Pública em Milão, G. Gasti.

[editar]Ruptura com os socialistas

O inspetor geral escreveu:
A respeito de Mussolini Professor Benito Mussolini,...38, socialista revolucionário, tem um registro policial; professor de escola primária qualificado a ensinar em escolas secundárias; ex-primeiro-secretário das Câmaras em Cesena, Forli, e Ravenna; após 1912, editor do jornal Avanti! pelo qual deu uma orientação violenta, sugestiva e intransigente. Em outubro de 1914, encontrando-se em oposição à direção do partido Socialista Italiano, porque advogou um tipo de neutralidade ativa por parte da Itália na Guerra das Nações contra a tendência absoluta de neutralidade do partido, retirou-se no vigésimo mês na diretoria do Avanti! Então, dia quinze de novembro [1914], iniciou a publicação do jornal Il Popolo d'Italia, onde apoiou - em contraste com o Avanti! e em meio a amargas polêmicas contra o jornal e seus partidários-chefes - a tese da intervenção italiana na guerra contra o militarismo dos Impérios Centrais. Por esta razão, foi acusado de indignidade moral e política e o partido então decidiu expulsá-lo. Posteriormente, ele... encarregou-se de uma campanha muito ativa em favor da intervenção italiana, participando de demonstrações em praças e escrevendo artigos bastante violentos emPopolo d'Italia ....[17]
Em seu resumo, o inspetor também observa:
Ela era o editor ideal para o Avanti! para os socialistas. Neste trabalho, foi muito apreciado e amado. Alguns de seus antigos companheiros e admiradores ainda confessam que não havia ninguém que compreendesse melhor a forma de interpretar o espírito do proletariado e não havia ninguém que não tivesse observado sua apostasia com tristeza. Isto não ocorreu por razões de interesse pessoal ou dinheiro. Ele foi um defensor sincero e apaixonado, o primeiro de neutralidade circunspeta e armada, e depois, da guerra; e ele não acreditava que era comprometido com sua honestidade pessoal e política fazendo uso de todos os meios - não importando de onde vieram ou onde poderia obtê-los - para pagar pelo seu jornal, seu programa e seu curso de ação. Este foi seu curso inicial. É difícil dizer até que ponto suas convicções socialistas (que ele nunca abjurou aberta ou privadamente) poderiam ser sacrificadas no curso dos negócios financeiros indispensáveis, que foram necessários para a continuação da luta que foi comprometido... Porém, supondo que estas modificações não tenham lugar... ele sempre quis dar a aparência de ainda ser um socialista, e se enganou ao pensar que este era o caso.[18]

[editar]Serviço na Primeira Guerra Mundial

Mussolini tornou-se aliado com o político irredentista e jornalista Cesare Battisti, e assim como ele, entrou no exército e serviu na guerra. "Ele foi enviado à zona de operações onde foi seriamente ferido pela explosão de uma granada."[17]
O inspetor continua:
Foi promovido ao posto de cabo "por mérito em guerra". A promoção foi recomendada por causa de sua conduta exemplar e qualidade de combate, sua calma mental e falta de preocupação com o desconforto, seu zelo e regularidade na realização das suas atribuições, onde foi sempre primeiro em todas as tarefas que envolviam trabalho e coragem.[17]

Mussolini em seus trajes militares, quando, em 1917, serviu em nome da Itália, na Primeira Guerra Mundial. Suas experiências militares são narradas em sua obra Diario di Guerra.[17]
A experiência militar de Mussolini é narrada em sua obra Diario Di Guerra. No total, narrou cerca de nove meses na ativa. Durante este período, ele contraiu febre paratifoide.[19] Suas façanhas militares terminaram em 1917, quando foi ferido acidentalmente pela explosão de um morteiro em seu alojamento. Ele foi levado ao hospital com pelo menos 40 pedaços de metal no corpo.[19] Recebeu alta em agosto de 1917 e retomou ao seu cargo de editor-chefe do seu jornal, Il Popolo d'Italia. Escreveu artigos positivos sobre as Legiões Checoslovacas na Itália.
Em 25 de dezembro de 1915, em Trevalglio, casou-se com sua compatriota Rachele Guidi, dando-lhe uma filha, Edda, em Forli, 1910. Em 1915, teve um filho com Ida Dalser, uma mulher nascida em Sopramonte, uma vila próxima a Trento.[8][9][20] Ele reconheceu legalmente seu filho em 11 de janeirode 1916.

[editar]Carreira política

No início da sua carreira de jornalista e político foi um tenaz propagandista do socialismo italiano, em defesa do qual escreveu vários artigos no jornal esquerdista Avanti, de que era redator-chefe. Em 1914, dirigiu o jornal Popolo d'Itália, onde defendeu a intervenção italiana em favor dos aliados e contra a Alemanha. Expulso do Partido Socialista Italiano, alistou-se no exército - quando a Itália entrou na Primeira Guerra Mundial, aliando-se à Grã-Bretanha e à França - e alcançou a patente de sargento, vindo a ser ferido em combate por uma granada.
Segundo o historiador Peter Martland, de Cambridge, nessa época, o jornal de Mussolini era pago pela inteligência britânica para fazer propaganda favorável à guerra, de modo que a Itália permanecesse engajada no conflito. Há evidências de pagamentos semanais no valor de 100 libras feitos peloMI5 a Mussolini, em 1917.[21]
Em 1919, fundou os Fasci Italiani di Combatimento, organização que originaria, mais tarde, o Partido Fascista. Baseando-se numa filosofia política teoricamente socialista, conseguiu a adesão dos militares descontentes e de grande parte da população, alargou os quadros e a dimensão do partido. Sua oratória era tão notável – possuía uma bela voz digna de um barítono – quanto seu uso eficaz de propaganda política.
Após um período de grandes perturbações políticas e sociais, durante o qual alcançou grande popularidade, guindou-se a chefe do partido (Duce).
Em 1922 organizou, juntamente com Bianchi, De Vecchi, De Bono e Italo Balbo, a famosa marcha sobre Roma[22], um golpe de propaganda. O próprio Mussolini sequer esteve presente, tendo chegado de comboio.
Usando as suas milícias (chamadas de camicie nere (camisas negras) para instigar o terror e combater abertamente os socialistas, conseguiu que os poderes investidos o nomeassem para formar governo. Foi nomeado primeiro-ministro pelo rei Vítor Manuel III, alcançando a maioria parlamentar e, consequentemente, poderes absolutos no governo do país.
Logo após a sua subida ao poder, iniciou uma campanha de fanatização que culminaria com o aumento do seu poder, devido à interdição dos restantes partidos políticos e sindicatos. Nessa campanha foi apoiado pela burguesia e pela Igreja. Em 1929, necessitando de apoio desta e dos católicos, pôs fim à Questão Romana (conflito entre os Papas e o Estado italiano) assinando aConcordata de São João Latrão com Pio XI. Por esse tratado, firmou-se um acordo pelo qual se criava o Estado do Vaticano, o Sumo Pontífice recebia indemnização monetária pelas perdas territoriais, o ensino religioso era obrigatório nas escolas italianas, o catolicismo virava a religião oficial da Itália e se proibia a admissão em cargos públicos dos sacerdotes que abandonassem a batina.

Benito Mussolini e Adolf Hitler.

Edda Mussolini, filha do líder fascista, é recebida pelo político paulista Adhemar de Barros, durante a sua visita a São Paulo, em1939. No início de sua implementação, oEstado Novo continha uma admiração pelo regime fascista.

Mussolini em visita a Alemanha.

[editar]Invasão de outros países e Segunda Guerra

Em 1935, invadiu a Abissínia - atual Etiópia (segunda guerra ítalo-etíope), perdendo assim o apoio da França e da Inglaterra, até então seus aliados políticos. Esta campanha militar fez mais de meio milhão de mortos entre os africanos, face a cerca de 5.000 baixas do lado italiano. Foram usadas armas químicas contra a população local, um facto que não foi noticiado na imprensa italiana, controlada por Mussolini.
Somente então aliou-se de fato a Adolf Hitler, com quem firmaria vários tratados. Em 1936, assinou com o Führer e com o Japão o Pacto Tripartite, pelo qual Alemanha nazistaItália e Japãoformavam uma aliança político-militar que levaria o mundo à Segunda Guerra Mundial.
Em 1938 ocupou a Albânia e enviou vários destacamentos que lutaram ao lado dos falangistas de Franco durante a Guerra Civil de Espanha. Em seguida, fez os exércitos italianos atacarem aGrécia – apenas para serem expulsos em oito dias.
Com o início da Segunda Guerra Mundial combateu os aliados e, após várias e quase consecutivas derrotas, apesar do apoio militar alemão e sobretudo depois do desembarque aliado na Sicília, caiu em desgraça, vindo a ser derrubado e preso em 1943.
Foi libertado pelos pára-quedistas SS alemães do hotel/prisão de Gran Sasso em 12 de Setembro de 1943 em ação de resgate chamada de Operação Carvalho liderada por Otto Skorzeny, conhecida como Operação Eiche (OAK).[23]

Operação Carvalho em 1943: pára-quedistas alemães que libertaram Mussolini e ao fundo um avião Fieseler Fi 156 Storch que foi usado na sua libertação.

Mussolini (de preto) logo após sua libertação na operação carvalho liderada por Otto Skorzeny (centro).

[editar]Morte

Fundou a República Social Italiana (conhecida como República de Salò), no Norte do país, mas pouco depois viria a ser novamente preso por guerrilheiros da Resistência italiana, que o mataram a 28 de abril de 1945, juntamente com a sua companheira, Clara Petacci – que embora pudesse fugir, preferiu permanecer ao lado do Duce até o fim. As últimas palavras de Mussolini – em óbvia deferência à sua personalidade egocêntrica – foram:
Atirem aqui (disse ele apontando para o peito) Não destruam meu perfil.
O seu corpo e o de Clara Petacci ficaram expostos à execração pública durante vários dias, pendurados pelos pés, na Piazza Loreto em Milão. Encontra-se sepultado no Túmulo da Família Mussolini em Emília-RomanhaPredappio na Itália.[24]
Execution of Mussolini (1945).ogg
Filme sobre a morte de Mussolini.

A partir da esquerda, os corpos de Nicola Bombacci, Mussolini, Clara Petacci, Alessandro Pavolini e Achille Starace expostos na Piazzale Loreto (Milão29 de Abril de 1945).

Corpos de Mussolini e Clara Petacci no necrotério de Milão (29 de Abril de 1945).

[editar]Investigação sobre sua morte

As últimas horas de vida de Mussolini foram vasculhadas por um tribunal do júri de Pádua, em maio de 1957. Mas o processo não esclareceu as circunstâncias da morte. Até hoje não se sabe, de fato, quem disparou os tiros mortais. O pesquisador Renzo de Felice suspeita que o serviço secreto britânico tenha tramado a captura junto com os partigiani.
Michele Moretti, último sobrevivente do grupo de guerrilheiros antifascistas que matou o ditador, morreu em 1995, aos 86 anos em Como (norte da Itália). Moretti, que na época da guerrilha usava o codinome "Pietro", levou para o túmulo o segredo sobre quem realmente disparou contra Mussolini e sua amante.
Alguns historiadores italianos afirmam que o próprio Moretti matou os dois. Para outros, o autor dos disparos, feitos com a metralhadora de "Pietro", foi outro partigiano, chamado Walter Audisio. É certo, porém, que a ação foi obra da Resistência italiana.

É TRAVADA A BATALHA DE MOHÁCS
12 de agosto de 1526

A Batalha de Mohács foi um combate que supôs a derrota do exército húngaro, sob as ordens do rei Luís II da Hungria, nas mãos do exército otomano, sob o comando do sultão Solimán, o Magnífico, e que teve como data o dia 12 de agosto de 1526 e ocorreu em Mohács, a 170 km ao sul de Budapeste (Hungria). A batalha durou apenas duas horas. As forças húngaras foram praticamente aniquiladas e o próprio rei morreu na batalha. As baixas foram de 21.000 soldados húngaros e 12.000 otomanos. As conseqüências para a Hungria foram desastrosas. Depois de doze anos de guerra civil, todo o país foi absorvido pelo Império Turco; e apenas o terço oriental, incluída a Transilvânia, manteve certa autonomia. A monarquia húngara foi destruída, e Fernando I - irmão de Carlos V e herdeiro do Sacro Império Romano Germânico - foi nomeado monarca da parte da Hungria que os turcos haviam deixado e de Boêmia, que permaneceu intacta. Desde então a Hungria se transformou em um Reino protegido pelo Império Otomano.

http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 12|08|2012.


É TRAVADA A BATALHA DE CONSUEGRA

É TRAVADA A BATALHA DE CONSUEGRA
15 de agosto de 1097

A Batalha de Consuegra aconteceu em 15 de agosto de 1097 na localidade de Consuegra, na província Castellanom (Espanha). Em 1085, a cidade de Toledo foi conquistada por Alfonso VI, por isso os reis das Taifas de Sevilha, Granada e Badajoz, solicitaram a intervenção de Yusuf ibn Tashfin, um emir Almorávide, que venceu Alfonso VI em 26 de outubro do ano seguinte. Depois a dinastia almorávide apoderou-se lentamente das dinastias Taifas, enquanto isso Rodrigo Díaz de Vivar, conhecido popularmente como "El Cid", um dos personagens mais aclamados da época, mantinha controlado o Flanco Levantino, até 1094, quando entrou em Valencia e estabeleceu-se por lá. Desde então, Valencia é de onde partiu Diego Rodríguez de Vivar, o filho de El Cid, o qual foi enviado para lutar com Alfonso VI, em defesa do reino. Já em 15 de agosto de 1097, somente a 3 anos do início do Século XII, as tropas de Yusuf ibn Tasfin de Córdoba, arremeteram contra as do Rei Alfonso, as quais fugiram para o Castelo de Consuegra, onde estiveram alojados durante 8 dias. No ataque morreu o filho de El Cid, Diego Rodríguez. Finalmente a vitória foi para os Almorávides.

http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 15|08|2012.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS

Motivação

http://pekdek.com/mensagens-de-motivacao/ ACESSO EM 13\09\2012.

CORES DO ARCO IRIS

CORES DO ARCO IRIS


Ultra-violeta? Infra-vermelho? É, você ouve isso o tempo todo, mas aposto que poucas vezes parou pra pensar no que significam. Porque ULTRA-Violeta? Será que é um violeta mais brilhante/forte/poderoso/sei lá? Tentarei explicar de forma bem sucinta e simples de entender, mas ao mesmo tempo cientificamente correta.
Começando do princípio: Qual a definição de luz? Bom, uma delas é:
Luz é uma radiação de ondas eletromagnéticos emitidas dentro de uma freqüência que a visão humana consegue enxergar.
Portanto temos uma onda eletromagnética, e ela vibra em determinadas freqüências. Cada cor é, na verdade, a onda eletromagnética vibrando em uma determinada freqüência. Se cada cor vibra numa freqüência diferente, vamos ver quais elas são: as cores do Arco-Íris!
Temos, em ordem crescente: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil (ou indigo) e violeta. Não é a toa que estão nesta ordem! O arco-íris representa muito bem o espectro de cores que o olho humano consegue enxergar. A definição de luz é baseada na variação da menor freqüência (vermelho) até a maior (violeta). Todas as ondas eletromagnéticas que vibrem dentro desta variação serão captadas pelo olho humano, são estas as cores do arco-íris.
Mas e as freqüências que o olho não consegue captar?
Certamente o universo abrange muito mais do que chega a nossos olhos, você certamente não consegue ver as ondas que o seu controle remoto emite até sua televisão, e também não vê os famigerados raios UV atravessarem a camada furada de ozônio e chegarem até sua pele, te bronzeando. E você não consegue enxergar justamente por isso. Os raios eletromagnéticos com freqüências menores que as da cor vermelha são chamados de raios infra-vermelhos. Já os raios de freqüência maior que a do violeta são chamados ultra-violetas. Estão fora do alcance da visão HUMANA, portanto não são considerados luz.
Embora seres humanos enxerguem apenas estas cores, alguns animais conseguem captar e identificar cores fora deste espectro, é o caso de insetos e aves. As aves especificamente possuem a melhor visão do planeta. E ornitólogos dizem que por enxergar raios ultra-violetas, o mundo visto por elas é incrivelmente mais colorido que o nosso, fora de nossa capacidade de imaginação.
Mas não vá você, pobre homo sapiens com esse seu cérebro desenvolvido e polegar opositor, ficar com inveja e sair por aí estilingando pombas. Ser humano ainda compensa, de milhares de outras formas. Você vai ver.
http://fernandoimperator.wordpress.com/2008/10/06/over-the-rainbow-e-por-que-nao-enxergamos-os-ultravioletas-e-infra-vermelhos/ acesso em 26/09/2011
 
http://profmarciofm.blogspot.com.br/2011/09/cores-do-arco-iris.html ACESSO EM 13\09\2012

O sistema numérico grego

O sistema numérico grego


Os gregos são considerados pais da democracia e da filosofia. Na escola também aprendemos que eles foram os responsáveis pelo desenvolvimento de algumas ciências, como a medicina e a matemática. Nas suas aulas você já ouviu falar do teorema de Pitágoras? Pois bem, Pitágoras foi um grande matemático grego.

Os números, portanto, também eram utilizados por esta antiga civilização. Cerca de 3.300 anos atrás, os gregos fizeram algumas modificações no sistema de numeração que utilizavam, no qual os números eram representados pelas letras iniciais de seus nomes. A partir das mudanças, surgiu um novo sistema numérico, onde todas as letras do alfabeto gregos mais três letras do alfabeto fenício eram utilizadas como símbolos numerais.

Para representar os números, os gregos precisavam memorizar 27 letras: as nove primeiras representavam de 1 a 9; as nove próximas representavam de 10 a 90 e as nove últimas representavam de 100 a 900.

http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=985&sid=9 ACESSO EM 13\09\2012.



Os principais deuses gregos

MYTHOLOGIA GREGA
Deuses Gregos - A Árvore da Família


Deuses gregos
Nome Grego Nome Romano Ocupação
Zeus Júpiter Rei dos deuses
Poseidon Netuno Deus do Mar
Hades Plutão Deus do Submundo
Hera Juno Deusa do Casamento/Rainha dos Deuses
Hestia Vesta Deusa da Lareira e do Lar
Ares Marte Deus da Guerra
Athena Minerva Deusa da Sabedoria
Apollo Apolo/Sol/Pheobus Deus do Sol
Artemis Diana Deusa da Caça e da Lua
Aphrodite Vênus Deusa do Amor e da Beleza
Hermes Mercúrio Deus do Comércio e da Rapidez
Hephaestus Vulcano Deus da Forja e do Fogo
Eros Cupido Deus do Amor
Persephone Proserpina relutante noiva de Plutão
Deusa da Primavera
Dionysos Baco Deus do Vinho e da Folia
Demeter Ceres Deusa da Terra e da Colheita
Pan Inuus/Faunus Filho de Hermes 1/2 bode; trapaceiro
Kastor & Polydeukes Castor e Pollux Os Gêmeos celestiais
Aeolus (Eólo) --- Rei dos Ventos
Boreas --- Vento Norte
Zephir (Zéfiro) --- Vento Oeste
Notus --- Vento Sul
Eurus --- Vento Leste
Iris --- Deusa do Arco-Íris
Aether (Éter) --- Deus grego da Luz
Hygeia (Higéia) --- Deus da Saúde
Hebe --- Deusa da Juventude
Hecate (Hécate) Trivia Deusa da Escuridão e da Mágica
Eris (Éris) Discordia Deusa da Discórdia
Nike Vitória Deusa da Vitória
Erinyes Fúrias as Justiceiras
Eos Aurora Deusa da Aurora
Hespera --- Deusa do Crepúsculo
Hypnos --- Deus do Sono
Nemesis --- Deusa da Vingança
Mors --- Deus da Morte
Morpheus (Morfeu) --- Deus dos Sonhos
Hercules --- Deus da Força

As Sereias
Aglaophonos ou Aglaophone = da voz brilhante
Thelxepeia = das palavras que encantam
Peisinoë = a persuasiva
Molpe = canção


As Musas
Clio História
Urania Astronomia
Melpomene Tragédia
Thalia Comédia
Terspichore Dança
Calliope Poesia Épica
Erato Poesia Erótica
Polyhymnia Canções dos Deuses
Euterpe Poesia Lírica
Fama --- Deusa da Fama e do Rumor
Asclepius Esculápio Deus da Cura e da Medicina

As Graças Aglaia Esplendor
Euphrosyne Murta
Thalia Regozijo


As Parcas (Destinos,Tecedeiras) Clotho enroladora o fio da Vida Lachesis mede o comprimento Atropos corta o fio.


Um outra fonte apresenta o seguinte quadro relativo ao Olimpo e seus ocupantes:


Os Olímpicos

Demeter
Hades
Hera
Héstia
Poseidon
Zeus
Afrodite
Apolo
Ares
Ártemis
Atena
Dionísio
Hebe
Hefestos
Hermes
Perséfone


outros deuses pertencentes ao Olímpo


As Graças
Cratos (Poder)
Dione
Eos (Aurora)
Eros (Amor)
Ganimede (Copeiro dos Deuses)
Hélios (Sol)
As Horas (Guardiãs dos Portões do Céu)
Ilítia (Deusa do Nascimento)
Íris (Mensageira dos Deuses)
Leto (Titã mãe de Apolo e Ártemis)
As Musas
Nêmesis
Nyke (Vitória)
Paeeon (Curador Universal)
Selene (Lua)
Têmis (Justiça)





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Historia da Grécia antiga

Introdução

A civilização grega surgiu entre os mares Egeu, Jônico e Mediterrâneo, por volta de 2000 AC. Formou-se após a migração de tribos nômades de origem indo-européia, como, por exemplo, aqueus, jônios, eólios e dórios. As pólis (cidades-estado), forma que caracteriza a vida política dos gregos, surgiram por volta do século VIII a.C. As duas pólis mais importantes da Grécia foram: Esparta e Atenas.

mapa da grécia antiga
Mapa da Grécia (clique nele para ampliar)

Expansão do povo grego (diáspora)

Por volta dos séculos VII a.C e V a.C. acontecem várias migrações de povos gregos a vários pontos do Mar Mediterrâneo, como conseqüência do grande crescimento populacional, dos conflitos internos e da necessidade de novos territórios para a prática da agricultura. Na região da Trácia, os gregos fundam colônias, na parte sul da Península Itálica e na região da Ásia Menor (Turquia atual). Os conflitos e desentendimentos entre as colônias da Ásia Menor e o Império Persa ocasiona as famosas Guerras Médicas (492 a.C. a 448 a.C.), onde os gregos saem vitoriosos.
Esparta e Atenas envolvem-se na Guerra do Peloponeso (431 a.C. a 404 a.C.), vencida por Esparta. No ano de 359 a.C., as pólis gregas são dominadas e controladas pelos Macedônios.

Economia da Grécia Antiga

A economia dos gregos baseava-se no cultivo de oliveiras, trigo e vinhedos. O artesanato grego, com destaque para a cerâmica, teve grande a aceitação no Mar Mediterrâneo. As ânforas gregas transportavam vinhos, azeites e perfumes para os quatro cantos da península. Com o comércio marítimo os gregos alcançaram grande desenvolvimento, chegando até mesmo a cunhar moedas de metal. Os escravos, devedores ou prisioneiros de guerras foram utilizados como mão-de-obra na Grécia. Cada cidade-estado tinha sua própria forma político-administrativa, organização social e deuses protetores.

Cultura e religião

Foi na Grécia Antiga, na cidade de Olímpia, que surgiram os Jogos Olímpicos em homenagem aos deuses. Os gregos também desenvolveram uma rica mitologia. Até os dias de hoje a mitologia grega é referência para estudos e livros. A filosofia também atingiu um desenvolvimento surpreendente, principalmente em Atenas, no século V ( Período Clássico da Grécia). Platão e Sócrates são os filósofos mais conhecidos deste período.

A dramaturgia grega também pode ser destacada. Quase todas as cidades gregas possuíam anfiteatros, onde os atores apresentavam peças dramáticas ou comédias, usando máscaras. Poesia, a história , artes plásticas e a arquitetura foram muito importantes na cultura grega.

A religião politeísta grega era marcada por uma forte marca humanista. Os deuses possuíam características humanas e de deuses. Os heróis gregos (semideuses) eram os filhos de deuses com mortais. Zeus, deus dos deuses, comandava todos os demais do topo do monte Olimpo. Podemos destacar outros deuses gregos : Atena (deusa das artes), Apolo (deus do Sol), Ártemis (deusa da caça e protetora das cidades), Afrodite (deusa do amor, do sexo e da beleza corporal), Deméter (deusa das colheitas), Hermes (mensageiro dos deuses) entre outros. A mitologia grega também era muito importante na vida desta civilização, pois através dos mitos e lendas os gregos transmitiam mensagens e ensinamentos importantes.

Os gregos costumavam também consultar os deuses no oráculo de Delfos. Acreditavam que neste local sagrado, os deuses ficavam orientando sobre questões importantes da vida cotidiana e desvendando os fatos que poderiam acontecer no futuro.

Na arquitetura, os gregos ergueram palácios, templos e acrópoles de mármore no topo de montanhas. As decisões políticas, principalmente em Atenas, cidade onde surgiu a democracia grega, eram tomadas na Ágora (espaço público de debate político).

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Morre H. G. Wells

Morre H. G. Wells

13 de septembro de 1946
Herbert George Wells nasceu em 1866 e faleceu no dia 13 de setembro de 1946. Foi um escritor, filósofo e político inglês, famoso por suas novelas de ficção científica que contêm descrições proféticas dos triunfos da tecnologia, bem como dos horrores das guerras do século XX. Estudou com uma bolsa na Normal School of Science de Londres. Trabalhou como aprendiz, contador, tutor e jornalista até 1895. Sua primeira novela, A Máquina de Explorar o Tempo (1895), na qual se entrelaçavam a ciência, a aventura e a política, obteve um sucesso imediato. Depois dela, seguiu-se uma grande quantidade de obras nesta linha, como O Homem Invisível (1897), A Guerra dos Mundos (1898) e As Coisas do Futuro (1933), todas elas tendo dado origem a filmes.

http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 13\09\2012.