quinta-feira, 12 de julho de 2012
O que você precisa dar?
O que você precisa dar?
Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha – uma cabana desmoronando – sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.
Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu.
Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado:
“Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa”.
O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água!
De repente, ele se viu em um dilema:
Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, teria toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia para a próxima pessoa!…
Mas talvez isso não desse certo. Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba acreditando que teria água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida?
Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando?
Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear… e a bomba começou a chiar. E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância!
A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina. Ele bebeu da água fresca até se fartar. Encheu a garrafa outra vez para o próximo que poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela:
“Creia-me, funciona!
Assim acontece em nossas vidas…
Pense nisso!
Normalmente, quando planejamos nossas vidas, pensamos em receber, conquistar…
Sonhamos com o dia em que o sucesso, o amor e a felicidade baterão à nossa porta e nos esquecemos que, antes de receber precisamos DAR…
Não foi à toa que Jesus disse que é dando que se recebe!
Quer ser amado? Ame primeiro, dê o seu amor!
Quer fazer sucesso? Dê o seu esforço, a sua dedicação…
Quer perdão? Dê primeiro o seu perdão!
Quer alegria? Sorria! Desemburre!
Quer um abraço? Seja carinhoso, vá ao encontro, doe-se!
Porque é dando que se recebe…
Na história de hoje o homem fez sua escolha, apesar do risco que corria, não foi egoísta, fez a sua parte, acreditou e conquistou!
Nesta semana eu te pergunto: o que você precisa dar para receber o que sonha?
Muitas vezes, como na história, é necessário uma boa dose de “loucura” para fazer o que é necessário, para ir contra a lógica e dar, mesmo com o risco de não receber…
O que você precisa dar para receber o que sonha?
Avalie seus sonhos e desejos. Talvez você ainda não tenha recebido a vitória porque não tem feito totalmente a sua parte.
Mesmo que seja doloroso ou “arriscado” é necessário que se dê o primeiro passo. Porque é dando que se recebe…
O que fazer para ser amado? Ame!
O que fazer para ser perdoado? Perdoe!
O que fazer para conquistar? Lute, saia do lugar de prostração!
O que fazer para ter paz em seu lar? Pare de murmurar, compreenda, sorria, abrace, acolha, silencie!
O que você precisa dar para receber o que sonha?
Reflita sobre isso, deixe Deus falar ao seu coração e sua vida, com certeza, tomará uma nova direção.
http://deysemelo.com/mensagens/o-que-voce-precisa-dar.html ACESSO EM 12\07\2012.
Guerra do Iraque
Guerra do Iraque
Guerra do Iraque: um conflito injustificado contra um dos integrantes do “eixo do mal”.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos entraram em alerta contra seus possíveis inimigos. Empreenderam uma guerra contra os afegãos derrubando o governo talebã, mas não conseguiram capturar o terrorista Osama Bin Laden. Paralelamente, o presidente George W. Bush criou a Lei Antiterrorismo, pela qual o Estado teria o direito de prender estrangeiros sem acusação prévia e violar determinadas liberdades individuais.
Nesse mesmo período, o governo norte-americano conseguiu a liberação de fundos do orçamento para o investimento em armas, no valor de 370 bilhões de dólares. Com o passar do tempo, o fracasso na captura de Bin Laden direcionou atenção do governo norte-americano contra outros possíveis inimigos dos EUA. O chamado “eixo do mal” teria como alvos principais alguns países como Irã, Coréia do Norte e Iraque. Este último, comandado por Saddam Hussein, foi o primeiro a ser investigado pelos EUA.
No ano de 2002, o presidente George W. Bush iniciou uma forte campanha contra as ações militares do governo iraquiano. Em diversas ocasiões, denunciou a presença de armas de destruição em massa que poderiam colocar em risco os Estados Unidos e seus demais aliados. Após denunciar a produção de armas químicas e biológicas no Iraque, os EUA conseguiram que uma delegação de inspetores das Nações Unidas investigasse o estoque de armamentos controlados por Saddam Hussein.
Em fevereiro de 2003, os delgados da ONU chegaram à conclusão que não havia nenhum tipo de arma de destruição em massa no Iraque. Contudo, contrariando a declaração do Conselho de Segurança da ONU, o presidente George W. Bush formou uma coalizão militar contra os iraquianos. No dia 20 de março de 2003, contando com o apoio de tropas britânicas, italianas, espanholas e australianas, os EUA deram início à guerra do Iraque com um intenso bombardeio.
Em pouco tempo, a força de coalizão conseguiu derrubar o governo de Saddam Hussein e instituir um governo de natureza provisória. Em dezembro de 2003, o governo estadunidense declarou sua vitória contra as ameaçadoras forças iraquianas com a captura do ditador Saddam Hussein. A vitória, apesar de “redimir” as frustradas tentativas de se encontrar Bin Laden, estabeleceu um grande incômodo político na medida em que os EUA não encontraram as tais armas químicas e biológicas.
Passados alguns meses, a população iraquiana foi levada às urnas para que escolhessem figuras políticas incumbidas de criar uma nova constituição para o país. Passadas as apurações uma nova carta foi criada para o país e o curdo Jalal Talabani foi escolhido como presidente do país. Em um primeiro momento, tais episódios indicariam o restabelecimento da soberania política do país e o fim do processo de ocupação das tropas norte-americanas.
No entanto, o cenário político iraquiano esteve longe de uma estabilização. Os grupos políticos internos, sobretudo dominados por facções xiitas e sunitas, se enfrentam em vários conflitos civis. Ao longo desses anos de ocupação, os Estados Unidos vem empreendendo uma batalha que não parece ter fim, pois as ações terroristas contra suas tropas continuam ocorrendo. Em 2008, com o fim da era George W. Bush existe uma grande expectativa sobre o fim da presença militar dos EUA no Iraque.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Século XXI - Guerras - Brasil Escola
http://guerras.brasilescola.com/seculo-xxi/guerra-iraque.htm ACESSO EM 12\07\2012.
Guerra do Iraque: um conflito injustificado contra um dos integrantes do “eixo do mal”.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos entraram em alerta contra seus possíveis inimigos. Empreenderam uma guerra contra os afegãos derrubando o governo talebã, mas não conseguiram capturar o terrorista Osama Bin Laden. Paralelamente, o presidente George W. Bush criou a Lei Antiterrorismo, pela qual o Estado teria o direito de prender estrangeiros sem acusação prévia e violar determinadas liberdades individuais.
Nesse mesmo período, o governo norte-americano conseguiu a liberação de fundos do orçamento para o investimento em armas, no valor de 370 bilhões de dólares. Com o passar do tempo, o fracasso na captura de Bin Laden direcionou atenção do governo norte-americano contra outros possíveis inimigos dos EUA. O chamado “eixo do mal” teria como alvos principais alguns países como Irã, Coréia do Norte e Iraque. Este último, comandado por Saddam Hussein, foi o primeiro a ser investigado pelos EUA.
No ano de 2002, o presidente George W. Bush iniciou uma forte campanha contra as ações militares do governo iraquiano. Em diversas ocasiões, denunciou a presença de armas de destruição em massa que poderiam colocar em risco os Estados Unidos e seus demais aliados. Após denunciar a produção de armas químicas e biológicas no Iraque, os EUA conseguiram que uma delegação de inspetores das Nações Unidas investigasse o estoque de armamentos controlados por Saddam Hussein.
Em fevereiro de 2003, os delgados da ONU chegaram à conclusão que não havia nenhum tipo de arma de destruição em massa no Iraque. Contudo, contrariando a declaração do Conselho de Segurança da ONU, o presidente George W. Bush formou uma coalizão militar contra os iraquianos. No dia 20 de março de 2003, contando com o apoio de tropas britânicas, italianas, espanholas e australianas, os EUA deram início à guerra do Iraque com um intenso bombardeio.
Em pouco tempo, a força de coalizão conseguiu derrubar o governo de Saddam Hussein e instituir um governo de natureza provisória. Em dezembro de 2003, o governo estadunidense declarou sua vitória contra as ameaçadoras forças iraquianas com a captura do ditador Saddam Hussein. A vitória, apesar de “redimir” as frustradas tentativas de se encontrar Bin Laden, estabeleceu um grande incômodo político na medida em que os EUA não encontraram as tais armas químicas e biológicas.
Passados alguns meses, a população iraquiana foi levada às urnas para que escolhessem figuras políticas incumbidas de criar uma nova constituição para o país. Passadas as apurações uma nova carta foi criada para o país e o curdo Jalal Talabani foi escolhido como presidente do país. Em um primeiro momento, tais episódios indicariam o restabelecimento da soberania política do país e o fim do processo de ocupação das tropas norte-americanas.
No entanto, o cenário político iraquiano esteve longe de uma estabilização. Os grupos políticos internos, sobretudo dominados por facções xiitas e sunitas, se enfrentam em vários conflitos civis. Ao longo desses anos de ocupação, os Estados Unidos vem empreendendo uma batalha que não parece ter fim, pois as ações terroristas contra suas tropas continuam ocorrendo. Em 2008, com o fim da era George W. Bush existe uma grande expectativa sobre o fim da presença militar dos EUA no Iraque.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Século XXI - Guerras - Brasil Escola
http://guerras.brasilescola.com/seculo-xxi/guerra-iraque.htm ACESSO EM 12\07\2012.
História do Brasil Colônia
História do Brasil Colônia - O Período Colonial
O Período Pré-Colonial: A fase do pau-brasil (1500 a 1530)
A expressão "descobrimento" do Brasil está carregada de eurocentrismo (valorização da cultura européia em detrimento das outras), pois desconsidera a existência dos índios em nosso país antes da chegada dos portugueses. Portanto, optamos pelo termo "chegada" dos portugueses ao Brasil. Esta ocorreu em 22 de abril de 1500, data que inaugura a fase pré-colonial.
Neste período não houve a colonização do Brasil, pois os portugueses não se fixaram na terra. Após os primeiros contatos com os indígenas, muito bem relatados na carta de Caminha, os portugueses começaram a explorar o pau-brasil da Mata Atlântica.
O pau-brasil tinha um grande valor no mercado europeu, pois sua seiva, de cor avermelhada, era muito utilizada para tingir tecidos. Para executar esta exploração, os portugueses utilizaram o escambo, ou seja, deram espelhos, apitos, chocalhos e outras bugigangas aos nativos em troca do trabalho (corte do pau-brasil e carregamento até as caravelas).
Nestes trinta anos, o Brasil foi atacado pelos holandeses, ingleses e franceses que tinham ficado de fora do Tratado de Tordesilhas (acordo entre Portugal e Espanha que dividiu as terras recém descobertas em 1494). Os corsários ou piratas também saqueavam e contrabandeavam o pau-brasil, provocando pavor no rei de Portugal. O medo da coroa portuguesa era perder o território brasileiro para um outro país. Para tentar evitar estes ataques, Portugal organizou e enviou ao Brasil as Expedições Guarda-Costas, porém com poucos resultados.
Os portugueses continuaram a exploração da madeira, construindo as feitorias no litoral que nada mais eram do que armazéns e postos de trocas com os indígenas.
No ano de 1530, o rei de Portugal organizou a primeira expedição com objetivos de colonização. Esta foi comandada por Martin Afonso de Souza e tinha como objetivos: povoar o território brasileiro, expulsar os invasores e iniciar o cultivo de cana-de-açúcar no Brasil.
A fase do Açúcar (séculos XVI e XVII )
O açúcar era um produto de muita aceitação na Europa e alcançava um grande valor. Após as experiências positivas de cultivo no Nordeste, já que a cana-de-açúcar se adaptou bem ao clima e ao solo nordestino, começou o plantio em larga escala. Seria uma forma de Portugal lucrar com o comércio do açúcar, além de começar o povoamento do Brasil. A mão-obra-obra escrava, de origem africana, foi utilizada nesta fase.
O trabalho escravo num engenho de açúcar
Administração Colonial
Para melhor organizar a colônia, o rei resolveu dividir o Brasil em Capitanias Hereditárias. O território foi dividido em faixas de terras que foram doadas aos donatários. Estes podiam explorar os recursos da terra, porém ficavam encarregados de povoar, proteger e estabelecer o cultivo da cana-de-açúcar. No geral, o sistema de Capitanias Hereditárias fracassou, em função da grande distância da Metrópole, da falta de recursos e dos ataques de indígenas e piratas. As capitanias de São Vicente e Pernambuco foram as únicas que apresentaram resultados satisfatórios, graças aos investimentos do rei e de empresários.
Após a tentativa fracassada de estabelecer as Capitanias Hereditárias, a coroa portuguesa estabeleceu no Brasil o Governo-Geral. Era uma forma de centralizar e ter mais controle da colônia. O primeiro governador-geral foi Tomé de Souza, que recebeu do rei a missão de combater os indígenas rebeldes, aumentar a produção agrícola no Brasil, defender o território e procurar jazidas de ouro e prata.
Também existiam as Câmaras Municipais que eram órgãos políticos compostos pelos "homens-bons". Estes eram os ricos proprietários que definiam os rumos políticos das vilas e cidades. O povo não podia participar da vida pública nesta fase.
A capital do Brasil neste período foi Salvador, pois a região Nordeste era a mais desenvolvida e rica do país.
A economia colonial
A base da economia colonial era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro proprietário da unidade de produção de açúcar. Utilizava a mão-de-obra africana escrava e tinha como objetivo principal a venda do açúcar para o mercado europeu. Além do açúcar destacou-se também a produção de tabaco e algodão.
As plantações ocorriam no sistema de plantation, ou seja, eram grandes fazendas produtoras de um único produto, utilizando mão-de-obra escrava e visando o comércio exterior.
O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil só podia fazer comércio com a metrópole.
A sociedade Colonial
A sociedade no período do açúcar era marcada pela grande diferenciação social. No topo da sociedade, com poderes políticos e econômicos, estavam os senhores de engenho. Abaixo, aparecia uma camada média formada por trabalhadores livres e funcionários públicos. E na base da sociedade estavam os escravos de origem africana.
Era uma sociedade patriarcal, pois o senhor de engenho exercia um grande poder social. As mulheres tinham poucos poderes e nenhuma participação política, deviam apenas cuidar do lar e dos filhos.
A casa-grande era a residência da família do senhor de engenho. Nela moravam, além da família, alguns agregados. O conforto da casa-grande contrastava com a miséria e péssimas condições de higiene das senzalas (habitações dos escravos).
Invasão holandesa no Brasil
Entre os anos de 1630 e 1654, o Nordeste brasileiro foi alvo de ataques e fixação de holandeses. Interessados no comércio de açúcar, os holandeses implantaram um governo em nosso território. Sob o comando de Maurício de Nassau, permaneceram lá até serem expulsos em 1654. Nassau desenvolveu diversos trabalhos em Recife, modernizando a cidade.
Expansão territorial: bandeiras e bandeirantes
Foram os bandeirantes os responsáveis pela ampliação do território brasileiro além do Tratado de Tordesilhas. Os bandeirantes penetram no território brasileiro, procurando índios para aprisionar e jazidas de ouro e diamantes. Foram os bandeirantes que encontraram as primeiras minas de ouro nas regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
O bandeirante Domingos Jorge Velho
O Ciclo do Ouro: século XVIII
Após a descoberta das primeiras minas de ouro, o rei de Portugal tratou de organizar sua extração. Interessado nesta nova fonte de lucros, já que o comércio de açúcar passava por uma fase de declínio, ele começou a cobrar o quinto. O quinto nada mais era do que um imposto cobrado pela coroa portuguesa e correspondia a 20% de todo ouro encontrado na colônia. Este imposto era cobrado nas Casas de Fundição.
A descoberta de ouro e o início da exploração da minas nas regiões auríferas (Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás) provocou uma verdadeira "corrida do ouro" para estas regiões. Procurando trabalho na região, desempregados de várias regiões do país partiram em busca do sonho de ficar rico da noite para o dia.
O trabalho dos tropeiros foi de fundamental importância neste período, pois eram eles os responsáveis pelo abastecimento de animais de carga, alimentos (carne seca, principalmente) e outros mantimentos que não eram produzidos nas regiões mineradoras.
Desenvolvimento urbano nas cidades mineiras
Cidades começaram a surgir e o desenvolvimento urbano e cultural aumentou muito nestas regiões. Foi neste contexto que apareceu um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil : Aleijadinho.
Vários empregos surgiram nestas regiões, diversificando o mercado de trabalho na região aurífera. Igrejas foram erguidas em cidades como Vila Rica (atual Ouro Preto), Diamantina e Mariana.
Para acompanhar o desenvolvimento da região sudeste, a capital do país foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.
Igreja de Ouro Preto
Revoltas Coloniais e Conflitos
Em função da exploração exagerada da metrópole ocorreram várias revoltas e conflitos neste período:
- Guerra dos Emboabas : os bandeirantes queriam exclusividade na exploração do ouro nas minas que encontraram. Entraram em choque com os paulistas que estavam explorando o ouro das minas.
- Revolta de Filipe dos Santos : ocorrida em Vila Rica, representou a insatisfação dos donos de minas de ouro com a cobrança do quinto e das Casas de Fundição. O líder Filipe dos Santos foi preso e condenado a morte pela coroa portuguesa.
- Inconfidência Mineira (1789) : liderada por Tiradentes , os inconfidentes mineiros queriam a libertação do Brasil de Portugal. O movimento foi descoberto pelo rei de Portugal e os líderes condenados.
http://www.suapesquisa.com/colonia/ ACESSO EM 12\07\2012.
O Período Pré-Colonial: A fase do pau-brasil (1500 a 1530)
A expressão "descobrimento" do Brasil está carregada de eurocentrismo (valorização da cultura européia em detrimento das outras), pois desconsidera a existência dos índios em nosso país antes da chegada dos portugueses. Portanto, optamos pelo termo "chegada" dos portugueses ao Brasil. Esta ocorreu em 22 de abril de 1500, data que inaugura a fase pré-colonial.
Neste período não houve a colonização do Brasil, pois os portugueses não se fixaram na terra. Após os primeiros contatos com os indígenas, muito bem relatados na carta de Caminha, os portugueses começaram a explorar o pau-brasil da Mata Atlântica.
O pau-brasil tinha um grande valor no mercado europeu, pois sua seiva, de cor avermelhada, era muito utilizada para tingir tecidos. Para executar esta exploração, os portugueses utilizaram o escambo, ou seja, deram espelhos, apitos, chocalhos e outras bugigangas aos nativos em troca do trabalho (corte do pau-brasil e carregamento até as caravelas).
Nestes trinta anos, o Brasil foi atacado pelos holandeses, ingleses e franceses que tinham ficado de fora do Tratado de Tordesilhas (acordo entre Portugal e Espanha que dividiu as terras recém descobertas em 1494). Os corsários ou piratas também saqueavam e contrabandeavam o pau-brasil, provocando pavor no rei de Portugal. O medo da coroa portuguesa era perder o território brasileiro para um outro país. Para tentar evitar estes ataques, Portugal organizou e enviou ao Brasil as Expedições Guarda-Costas, porém com poucos resultados.
Os portugueses continuaram a exploração da madeira, construindo as feitorias no litoral que nada mais eram do que armazéns e postos de trocas com os indígenas.
No ano de 1530, o rei de Portugal organizou a primeira expedição com objetivos de colonização. Esta foi comandada por Martin Afonso de Souza e tinha como objetivos: povoar o território brasileiro, expulsar os invasores e iniciar o cultivo de cana-de-açúcar no Brasil.
A fase do Açúcar (séculos XVI e XVII )
O açúcar era um produto de muita aceitação na Europa e alcançava um grande valor. Após as experiências positivas de cultivo no Nordeste, já que a cana-de-açúcar se adaptou bem ao clima e ao solo nordestino, começou o plantio em larga escala. Seria uma forma de Portugal lucrar com o comércio do açúcar, além de começar o povoamento do Brasil. A mão-obra-obra escrava, de origem africana, foi utilizada nesta fase.
O trabalho escravo num engenho de açúcar
Administração Colonial
Para melhor organizar a colônia, o rei resolveu dividir o Brasil em Capitanias Hereditárias. O território foi dividido em faixas de terras que foram doadas aos donatários. Estes podiam explorar os recursos da terra, porém ficavam encarregados de povoar, proteger e estabelecer o cultivo da cana-de-açúcar. No geral, o sistema de Capitanias Hereditárias fracassou, em função da grande distância da Metrópole, da falta de recursos e dos ataques de indígenas e piratas. As capitanias de São Vicente e Pernambuco foram as únicas que apresentaram resultados satisfatórios, graças aos investimentos do rei e de empresários.
Após a tentativa fracassada de estabelecer as Capitanias Hereditárias, a coroa portuguesa estabeleceu no Brasil o Governo-Geral. Era uma forma de centralizar e ter mais controle da colônia. O primeiro governador-geral foi Tomé de Souza, que recebeu do rei a missão de combater os indígenas rebeldes, aumentar a produção agrícola no Brasil, defender o território e procurar jazidas de ouro e prata.
Também existiam as Câmaras Municipais que eram órgãos políticos compostos pelos "homens-bons". Estes eram os ricos proprietários que definiam os rumos políticos das vilas e cidades. O povo não podia participar da vida pública nesta fase.
A capital do Brasil neste período foi Salvador, pois a região Nordeste era a mais desenvolvida e rica do país.
A economia colonial
A base da economia colonial era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro proprietário da unidade de produção de açúcar. Utilizava a mão-de-obra africana escrava e tinha como objetivo principal a venda do açúcar para o mercado europeu. Além do açúcar destacou-se também a produção de tabaco e algodão.
As plantações ocorriam no sistema de plantation, ou seja, eram grandes fazendas produtoras de um único produto, utilizando mão-de-obra escrava e visando o comércio exterior.
O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil só podia fazer comércio com a metrópole.
A sociedade Colonial
A sociedade no período do açúcar era marcada pela grande diferenciação social. No topo da sociedade, com poderes políticos e econômicos, estavam os senhores de engenho. Abaixo, aparecia uma camada média formada por trabalhadores livres e funcionários públicos. E na base da sociedade estavam os escravos de origem africana.
Era uma sociedade patriarcal, pois o senhor de engenho exercia um grande poder social. As mulheres tinham poucos poderes e nenhuma participação política, deviam apenas cuidar do lar e dos filhos.
A casa-grande era a residência da família do senhor de engenho. Nela moravam, além da família, alguns agregados. O conforto da casa-grande contrastava com a miséria e péssimas condições de higiene das senzalas (habitações dos escravos).
Invasão holandesa no Brasil
Entre os anos de 1630 e 1654, o Nordeste brasileiro foi alvo de ataques e fixação de holandeses. Interessados no comércio de açúcar, os holandeses implantaram um governo em nosso território. Sob o comando de Maurício de Nassau, permaneceram lá até serem expulsos em 1654. Nassau desenvolveu diversos trabalhos em Recife, modernizando a cidade.
Expansão territorial: bandeiras e bandeirantes
Foram os bandeirantes os responsáveis pela ampliação do território brasileiro além do Tratado de Tordesilhas. Os bandeirantes penetram no território brasileiro, procurando índios para aprisionar e jazidas de ouro e diamantes. Foram os bandeirantes que encontraram as primeiras minas de ouro nas regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
O bandeirante Domingos Jorge Velho
O Ciclo do Ouro: século XVIII
Após a descoberta das primeiras minas de ouro, o rei de Portugal tratou de organizar sua extração. Interessado nesta nova fonte de lucros, já que o comércio de açúcar passava por uma fase de declínio, ele começou a cobrar o quinto. O quinto nada mais era do que um imposto cobrado pela coroa portuguesa e correspondia a 20% de todo ouro encontrado na colônia. Este imposto era cobrado nas Casas de Fundição.
A descoberta de ouro e o início da exploração da minas nas regiões auríferas (Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás) provocou uma verdadeira "corrida do ouro" para estas regiões. Procurando trabalho na região, desempregados de várias regiões do país partiram em busca do sonho de ficar rico da noite para o dia.
O trabalho dos tropeiros foi de fundamental importância neste período, pois eram eles os responsáveis pelo abastecimento de animais de carga, alimentos (carne seca, principalmente) e outros mantimentos que não eram produzidos nas regiões mineradoras.
Desenvolvimento urbano nas cidades mineiras
Cidades começaram a surgir e o desenvolvimento urbano e cultural aumentou muito nestas regiões. Foi neste contexto que apareceu um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil : Aleijadinho.
Vários empregos surgiram nestas regiões, diversificando o mercado de trabalho na região aurífera. Igrejas foram erguidas em cidades como Vila Rica (atual Ouro Preto), Diamantina e Mariana.
Para acompanhar o desenvolvimento da região sudeste, a capital do país foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.
Igreja de Ouro Preto
Revoltas Coloniais e Conflitos
Em função da exploração exagerada da metrópole ocorreram várias revoltas e conflitos neste período:
- Guerra dos Emboabas : os bandeirantes queriam exclusividade na exploração do ouro nas minas que encontraram. Entraram em choque com os paulistas que estavam explorando o ouro das minas.
- Revolta de Filipe dos Santos : ocorrida em Vila Rica, representou a insatisfação dos donos de minas de ouro com a cobrança do quinto e das Casas de Fundição. O líder Filipe dos Santos foi preso e condenado a morte pela coroa portuguesa.
- Inconfidência Mineira (1789) : liderada por Tiradentes , os inconfidentes mineiros queriam a libertação do Brasil de Portugal. O movimento foi descoberto pelo rei de Portugal e os líderes condenados.
http://www.suapesquisa.com/colonia/ ACESSO EM 12\07\2012.
Brasil perde a final da Copa do Mundo para a França
Brasil perde a final da Copa do Mundo para a França
12 de julho de 1998
O dia 12 de julho de 1998 deixou uma amarga lembrança para os brasileiros na disputa da Copa do Mundo de 1998, na França. Neste dia, o Brasil entrou em campo para brigar pelo título do campeonato, mas mostrou um futebol apático e foi derrotado pelos franceses por 3 a 0, com gols de Zidane (2) e Petit. Antes do jogo, Ronaldo, principal destaque do time brasileiro, sofreu uma convulsão em um episódio que abalou todo o time e que gera polêmica até os dias de hoje.
Antes de chegar à final, o Brasil fez um campeonato empolgante e confirmou a sua condição de favorito. Na primeira fase, derrotou a Escócia por 2 a 1, bateu o Marrocos por 3 a 0, mas caiu inesperadamente diante da Noruega por 2 a 1. A equipe se recuperou diante do Chile com uma vitória por 4 a 1 e depois passou pela Dinamarca por 3 a 2. O time brasileiro enfrentou um duro jogo contra a Holanda, nas semifinais. Após o empate por 1 a 1, o jogo foi para as penalidades, vencidas pelo Brasil por 4 a 2.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 12\07\2012.
12 de julho de 1998
O dia 12 de julho de 1998 deixou uma amarga lembrança para os brasileiros na disputa da Copa do Mundo de 1998, na França. Neste dia, o Brasil entrou em campo para brigar pelo título do campeonato, mas mostrou um futebol apático e foi derrotado pelos franceses por 3 a 0, com gols de Zidane (2) e Petit. Antes do jogo, Ronaldo, principal destaque do time brasileiro, sofreu uma convulsão em um episódio que abalou todo o time e que gera polêmica até os dias de hoje.
Antes de chegar à final, o Brasil fez um campeonato empolgante e confirmou a sua condição de favorito. Na primeira fase, derrotou a Escócia por 2 a 1, bateu o Marrocos por 3 a 0, mas caiu inesperadamente diante da Noruega por 2 a 1. A equipe se recuperou diante do Chile com uma vitória por 4 a 1 e depois passou pela Dinamarca por 3 a 2. O time brasileiro enfrentou um duro jogo contra a Holanda, nas semifinais. Após o empate por 1 a 1, o jogo foi para as penalidades, vencidas pelo Brasil por 4 a 2.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 12\07\2012.
Nasce o poeta chileno Pablo Neruda
Nasce o poeta chileno Pablo Neruda
12 de julho de 1904
No dia 12 de julho de 1904 nascia em Parral, no Chile, Neftalí Ricardo Eliecer Reyes Basoalto, mais conhecido como Pablo Neruda, poeta, senador chileno, membro do comitê central do Partido Comunista, embaixador do país na França e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 1971. Neruda teve a sua obra editada em vários países e serviu como referência artística para muitos novos talentos do século XX. Em 1945, mesmo ano em que foi eleito senador no Chile, ele veio ao Brasil e leu o poema “Mensagem” para mais de 100 mil pessoas no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, em homenagem ao líder comunista Luís Carlos Prestes.
Entre sua vasta produção se destacam Crepusculário (1923), Veinte Poemas de Amor y una Canción Desesperada (1924), Tentativa del Hombre Infinito (1926), El habitante y su Esperanza (1926), Residencia en la Tierra (1925-1931), España en el Corazón, Himno a las Glorias del Pueblo en la Guerra (1936- 1937), La Espada Encendida, Buenos Aires (1970) e Discurso de Estocolmo (1972). O poeta morreu no dia 23 de setembro de 1973, em Santiago, no Chile.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 12\07\2012.
12 de julho de 1904
No dia 12 de julho de 1904 nascia em Parral, no Chile, Neftalí Ricardo Eliecer Reyes Basoalto, mais conhecido como Pablo Neruda, poeta, senador chileno, membro do comitê central do Partido Comunista, embaixador do país na França e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 1971. Neruda teve a sua obra editada em vários países e serviu como referência artística para muitos novos talentos do século XX. Em 1945, mesmo ano em que foi eleito senador no Chile, ele veio ao Brasil e leu o poema “Mensagem” para mais de 100 mil pessoas no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, em homenagem ao líder comunista Luís Carlos Prestes.
Entre sua vasta produção se destacam Crepusculário (1923), Veinte Poemas de Amor y una Canción Desesperada (1924), Tentativa del Hombre Infinito (1926), El habitante y su Esperanza (1926), Residencia en la Tierra (1925-1931), España en el Corazón, Himno a las Glorias del Pueblo en la Guerra (1936- 1937), La Espada Encendida, Buenos Aires (1970) e Discurso de Estocolmo (1972). O poeta morreu no dia 23 de setembro de 1973, em Santiago, no Chile.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 12\07\2012.
Morre Erasmo de Rotterdam
Morre Erasmo de Rotterdam
12 de julho de 1536
Erasmo de Rotterdam nasceu em 1469 e faleceu em 12 de Julho de 1536. Foi um humanista, filósofo, filólogo e teólogo neerlandês, autor de importantes obras em latim. Passou os últimos anos de sua vida perseguido tanto por católicos como por reformadores. As polêmicas de Erasmo contra a Igreja foram mal interpretadas com freqüência. A inimizade do filósofo não derivava nem de questionamentos para a exatidão da doutrina nem de hostilidade contra a organização da instituição em si. Em outras palavras, Erasmo não era nem anticatólico nem anticlerical. Isto se observa mediante a simples leitura de seus livros. A verdadeira razão do confronto é que Erasmo queria utilizar sua formação e treinamento para apurar a doutrina e liberar as instituições e estes dois objetivos não eram compartilhados pela hierarquia eclesiástica do século XVI. "Adagios" (primeira edição em 1500; edição corrigida e aumentada pelo autor em 1508, 1518, 1520, 1523, 1526, 1528, 1533 e 1536.) Enchiridion Militiis Christiani (Manual do cavaleiro cristão) (1503) "De ratione studii" ("Sobre o método de estudo") (1511) Encomion moriae seu laus stultitiae ("Elogio da loucura") (1511) Institutio Principis Christiani (Educação do príncipe cristão) (1516) dedicada a Carlos V. Tradução do Novo Testamento ao latim (1516) "Paráfrase do Novo Testamento" (1516).
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 12\07\2012.
12 de julho de 1536
Erasmo de Rotterdam nasceu em 1469 e faleceu em 12 de Julho de 1536. Foi um humanista, filósofo, filólogo e teólogo neerlandês, autor de importantes obras em latim. Passou os últimos anos de sua vida perseguido tanto por católicos como por reformadores. As polêmicas de Erasmo contra a Igreja foram mal interpretadas com freqüência. A inimizade do filósofo não derivava nem de questionamentos para a exatidão da doutrina nem de hostilidade contra a organização da instituição em si. Em outras palavras, Erasmo não era nem anticatólico nem anticlerical. Isto se observa mediante a simples leitura de seus livros. A verdadeira razão do confronto é que Erasmo queria utilizar sua formação e treinamento para apurar a doutrina e liberar as instituições e estes dois objetivos não eram compartilhados pela hierarquia eclesiástica do século XVI. "Adagios" (primeira edição em 1500; edição corrigida e aumentada pelo autor em 1508, 1518, 1520, 1523, 1526, 1528, 1533 e 1536.) Enchiridion Militiis Christiani (Manual do cavaleiro cristão) (1503) "De ratione studii" ("Sobre o método de estudo") (1511) Encomion moriae seu laus stultitiae ("Elogio da loucura") (1511) Institutio Principis Christiani (Educação do príncipe cristão) (1516) dedicada a Carlos V. Tradução do Novo Testamento ao latim (1516) "Paráfrase do Novo Testamento" (1516).
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 12\07\2012.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Segunda Guerra Mundial
Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945)
História, causas, principais Batalhas, Eixo contra Aliados, Ataque a Pearl Harbor, participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, bombas atômicas de Hiroshima e Nagazaki, Criação da ONU, economia, administração e tratados, resumo
segunda guerra mundial
Dia D: Soldados aliados desembarcam na Normandia
Introdução : As causas da Segunda Guerra Mundial
Um conflito desta magnitude não começa sem importantes causas ou motivos. Podemos dizer que vários fatores influenciaram o início deste conflito que se iniciou na Europa e, rapidamente, espalhou-se pela África e Ásia.
Um dos mais importantes motivos foi o surgimento, na década de 1930, na Europa, de governos totalitários com fortes objetivos militaristas e expansionistas. Na Alemanha surgiu o nazismo, liderado por Hitler e que pretendia expandir o território Alemão, desrespeitando o Tratado de Versalhes, inclusive reconquistando territórios perdidos na Primeira Guerra. Na Itália estava crescendo o Partido Fascista, liderado por Benito Mussolini, que se tornou o Duce da Itália, com poderes sem limites.
Tanto a Itália quanto a Alemanha passavam por uma grave crise econômica no início da década de 1930, com milhões de cidadãos sem emprego. Uma das soluções tomadas pelos governos fascistas destes países foi a industrialização, principalmente na criação de indústrias de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc).
Na Ásia, o Japão também possuía fortes desejos de expandir seus domínios para territórios vizinhos e ilhas da região. Estes três países, com objetivos expansionistas, uniram-se e formaram o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de conquistas elaborados em comum acordo.
O Início
O marco inicial ocorreu no ano de 1939, quando o exército alemão invadiu a Polônia. De imediato, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes na época, formaram-se dois grupos : Aliados (liderados por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos) e Eixo (Alemanha, Itália e Japão ).
Desenvolvimento e Fatos Históricos Importantes:
- O período de 1939 a 1941 foi marcado por vitórias do Eixo, lideradas pelas forças armadas da Alemanha, que conquistou o Norte da França, Iugoslávia, Polônia, Ucrânia, Noruega e territórios no norte da África. O Japão anexou a Manchúria, enquanto a Itália conquistava a Albânia e territórios da Líbia.
- Em 1941 o Japão ataca a base militar norte-americana de Pearl Harbor no Oceano Pacífico (Havaí). Após este fato, considerado uma traição pelos norte-americanos, os estados Unidos entraram no conflito ao lado das forças aliadas.
- De 1941 a 1945 ocorreram as derrotas do Eixo, iniciadas com as perdas sofridas pelos alemães no rigoroso inverno russo. Neste período, ocorre uma regressão das forças do Eixo que sofrem derrotas seguidas. Com a entrada dos EUA, os aliados ganharam força nas frentes de batalhas.
- O Brasil participa diretamente, enviando para a Itália (região de Monte Cassino) os pracinhas da FEB, Força Expedicionária Brasileira. Os cerca de 25 mil soldados brasileiros conquistam a região, somando uma importante vitória ao lado dos Aliados.
Final e Consequências
Este importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição nestas cidades.
bomba atômica Bomba Atômica explode na cidade japonesa de Hiroshima
Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.
Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU ( Organização das Nações Unidas ), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.
Você sabia?
- O dia 8 de maio é o Dia Mundial em memória dos que morreram durante a Segunda Guerra Mundial.
História, causas, principais Batalhas, Eixo contra Aliados, Ataque a Pearl Harbor, participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, bombas atômicas de Hiroshima e Nagazaki, Criação da ONU, economia, administração e tratados, resumo
segunda guerra mundial
Dia D: Soldados aliados desembarcam na Normandia
Introdução : As causas da Segunda Guerra Mundial
Um conflito desta magnitude não começa sem importantes causas ou motivos. Podemos dizer que vários fatores influenciaram o início deste conflito que se iniciou na Europa e, rapidamente, espalhou-se pela África e Ásia.
Um dos mais importantes motivos foi o surgimento, na década de 1930, na Europa, de governos totalitários com fortes objetivos militaristas e expansionistas. Na Alemanha surgiu o nazismo, liderado por Hitler e que pretendia expandir o território Alemão, desrespeitando o Tratado de Versalhes, inclusive reconquistando territórios perdidos na Primeira Guerra. Na Itália estava crescendo o Partido Fascista, liderado por Benito Mussolini, que se tornou o Duce da Itália, com poderes sem limites.
Tanto a Itália quanto a Alemanha passavam por uma grave crise econômica no início da década de 1930, com milhões de cidadãos sem emprego. Uma das soluções tomadas pelos governos fascistas destes países foi a industrialização, principalmente na criação de indústrias de armamentos e equipamentos bélicos (aviões de guerra, navios, tanques etc).
Na Ásia, o Japão também possuía fortes desejos de expandir seus domínios para territórios vizinhos e ilhas da região. Estes três países, com objetivos expansionistas, uniram-se e formaram o Eixo. Um acordo com fortes características militares e com planos de conquistas elaborados em comum acordo.
O Início
O marco inicial ocorreu no ano de 1939, quando o exército alemão invadiu a Polônia. De imediato, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. De acordo com a política de alianças militares existentes na época, formaram-se dois grupos : Aliados (liderados por Inglaterra, URSS, França e Estados Unidos) e Eixo (Alemanha, Itália e Japão ).
Desenvolvimento e Fatos Históricos Importantes:
- O período de 1939 a 1941 foi marcado por vitórias do Eixo, lideradas pelas forças armadas da Alemanha, que conquistou o Norte da França, Iugoslávia, Polônia, Ucrânia, Noruega e territórios no norte da África. O Japão anexou a Manchúria, enquanto a Itália conquistava a Albânia e territórios da Líbia.
- Em 1941 o Japão ataca a base militar norte-americana de Pearl Harbor no Oceano Pacífico (Havaí). Após este fato, considerado uma traição pelos norte-americanos, os estados Unidos entraram no conflito ao lado das forças aliadas.
- De 1941 a 1945 ocorreram as derrotas do Eixo, iniciadas com as perdas sofridas pelos alemães no rigoroso inverno russo. Neste período, ocorre uma regressão das forças do Eixo que sofrem derrotas seguidas. Com a entrada dos EUA, os aliados ganharam força nas frentes de batalhas.
- O Brasil participa diretamente, enviando para a Itália (região de Monte Cassino) os pracinhas da FEB, Força Expedicionária Brasileira. Os cerca de 25 mil soldados brasileiros conquistam a região, somando uma importante vitória ao lado dos Aliados.
Final e Consequências
Este importante e triste conflito terminou somente no ano de 1945 com a rendição da Alemanha e Itália. O Japão, último país a assinar o tratado de rendição, ainda sofreu um forte ataque dos Estados Unidos, que despejou bombas atômicas sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki. Uma ação desnecessária que provocou a morte de milhares de cidadãos japoneses inocentes, deixando um rastro de destruição nestas cidades.
bomba atômica Bomba Atômica explode na cidade japonesa de Hiroshima
Os prejuízos foram enormes, principalmente para os países derrotados. Foram milhões de mortos e feridos, cidades destruídas, indústrias e zonas rurais arrasadas e dívidas incalculáveis. O racismo esteve presente e deixou uma ferida grave, principalmente na Alemanha, onde os nazistas mandaram para campos de concentração e mataram aproximadamente seis milhões de judeus.
Com o final do conflito, em 1945, foi criada a ONU ( Organização das Nações Unidas ), cujo objetivo principal seria a manutenção da paz entre as nações. Inicia-se também um período conhecido como Guerra Fria, colocando agora, em lados opostos, Estados Unidos e União Soviética. Uma disputa geopolítica entre o capitalismo norte-americano e o socialismo soviético, onde ambos países buscavam ampliar suas áreas de influência sem entrar em conflitos armados.
Você sabia?
- O dia 8 de maio é o Dia Mundial em memória dos que morreram durante a Segunda Guerra Mundial.
Ocorre o Massacre de Srebrenica
Ocorre o Massacre de Srebrenica
11 de julho de 1995
O Massacre ou Genocídio de Srebrenica consistiu no assassinato de aproximadamente 8.000 bósnios na região de Srebrenica (Sudeste da Europa) em 11 de Julho de 1995, durante a Guerra da Bósnia. Este assassinato em massa, realizado entre as unidades do Exército sérvio da Bósnia, sob o comando do general Ratko Mladic, e um grupo paramilitar sérvio conhecido como "Os Escorpiões", se produziu numa zona previamente declarada como segura pelas Nações Unidas já que nesse momento se encontrava sob a proteção de 400 capacetes azuis holandeses. O objetivo deste massacre foi a eliminação dos muçulmanos bósnios, mas além disso incluiu o assassinato de meninos, adolescentes, mulheres e idosos. Este fato constitui o maior assassinato em massa na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. A lista das pessoas assassinadas inclui 8.373 nomes. O conflito começou depois que a Bósnia iniciou seu caminho para a Independência com uma Declaração Parlamentar de Soberania em 15 de Outubro de 1991. A República de Bósnia-Herzegovina foi reconhecida pela Comunidade Européia em 6 de Abril de 1992 e pelos Estados Unidos no dia seguinte. No entanto, o reconhecimento internacional não pôs fim ao problema e estourou uma feroz luta pelo controle territorial entre os três grupos majoritários de população do país: os bósnios (muçulmanos) e os servo-bósnios (ortodoxos). A comunidade internacional fez várias tentativas para estabelecer a paz na região, mas seu sucesso foi muito limitado. No Leste da Bósnia, na zona fronteiriça com a Sérvia, a luta foi sangrenta entre ambos os grupos.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 11\07\2012
11 de julho de 1995
O Massacre ou Genocídio de Srebrenica consistiu no assassinato de aproximadamente 8.000 bósnios na região de Srebrenica (Sudeste da Europa) em 11 de Julho de 1995, durante a Guerra da Bósnia. Este assassinato em massa, realizado entre as unidades do Exército sérvio da Bósnia, sob o comando do general Ratko Mladic, e um grupo paramilitar sérvio conhecido como "Os Escorpiões", se produziu numa zona previamente declarada como segura pelas Nações Unidas já que nesse momento se encontrava sob a proteção de 400 capacetes azuis holandeses. O objetivo deste massacre foi a eliminação dos muçulmanos bósnios, mas além disso incluiu o assassinato de meninos, adolescentes, mulheres e idosos. Este fato constitui o maior assassinato em massa na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. A lista das pessoas assassinadas inclui 8.373 nomes. O conflito começou depois que a Bósnia iniciou seu caminho para a Independência com uma Declaração Parlamentar de Soberania em 15 de Outubro de 1991. A República de Bósnia-Herzegovina foi reconhecida pela Comunidade Européia em 6 de Abril de 1992 e pelos Estados Unidos no dia seguinte. No entanto, o reconhecimento internacional não pôs fim ao problema e estourou uma feroz luta pelo controle territorial entre os três grupos majoritários de população do país: os bósnios (muçulmanos) e os servo-bósnios (ortodoxos). A comunidade internacional fez várias tentativas para estabelecer a paz na região, mas seu sucesso foi muito limitado. No Leste da Bósnia, na zona fronteiriça com a Sérvia, a luta foi sangrenta entre ambos os grupos.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 11\07\2012
Decreta-se o Dia Internacional da População
Decreta-se o Dia Internacional da População
11 de julho de 1987
Estima-se que foi decretado em 11 de Julho de 1987 quando a população mundial atingiu a cifra de 5.000 milhões de pessoas. A partir dessa data, e da iniciativa da Organização das Nações Unidas, celebra-se no Dia Mundial da População. Este dia tem como objetivo primordial centrar a atenção de todos na importância dos problemas demográficos que afetam gravemente os planos de desenvolvimento de muitos países. O crescimento atual da população é muito rápido e provoca um grande alarme entre os especialistas. Conseqüência deste crescimento são as inumeráveis dificuldades relacionadas, especialmente, com os recursos disponíveis (água, terras de cultivo, alimentos, atenção sanitária e educativa) e a deterioração do meio ambiente. Atualmente existem mais de 6.000 milhões de habitantes no planeta e as previsões mais pessimistas esperam quase 11.000 milhões de pessoas para o ano de 2050.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 11\07\2012
11 de julho de 1987
Estima-se que foi decretado em 11 de Julho de 1987 quando a população mundial atingiu a cifra de 5.000 milhões de pessoas. A partir dessa data, e da iniciativa da Organização das Nações Unidas, celebra-se no Dia Mundial da População. Este dia tem como objetivo primordial centrar a atenção de todos na importância dos problemas demográficos que afetam gravemente os planos de desenvolvimento de muitos países. O crescimento atual da população é muito rápido e provoca um grande alarme entre os especialistas. Conseqüência deste crescimento são as inumeráveis dificuldades relacionadas, especialmente, com os recursos disponíveis (água, terras de cultivo, alimentos, atenção sanitária e educativa) e a deterioração do meio ambiente. Atualmente existem mais de 6.000 milhões de habitantes no planeta e as previsões mais pessimistas esperam quase 11.000 milhões de pessoas para o ano de 2050.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 11\07\2012
Nasce o historiador Sérgio Buarque de Holanda
Nasce o historiador Sérgio Buarque de Holanda
11 de julho de 1902
No dia 11 de julho de 1902 nascia, em São Paulo, Sérgio Buarque de Holanda da Cunha, considerado um dos mais importantes historiadores brasileiros, além de ter sido jornalista, crítico literário e professor universitário. Ele também é pai dos músicos Ana de Holanda, Cristina Buarque, Miúcha e Chico Buarque. Em 1936, publicou o clássico “Raízes do Brasil”, sua obra mais conhecida.
Em 1941, passou uma temporada nos Estados Unidos e, em 1946, já em São Paulo, assumiu a direção do Museu Paulista, onde ficou até 1956. Em 1958, entrou para a Academia Paulista de Letras. Entre 1963 e 1967, participou de missões da Unesco na Costa Rica e Peru. Em 1980, esteve na cerimônia de fundação do Partido dos Trabalhadores (PT). Neste mesmo ano, foi o ganhador dos prêmios Juca Pato, da União Brasileira de Escritores, e Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro. Ele morreu no dia 24 de abril de 1982, em São Paulo, aos 79 anos.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 11\07\2012
11 de julho de 1902
No dia 11 de julho de 1902 nascia, em São Paulo, Sérgio Buarque de Holanda da Cunha, considerado um dos mais importantes historiadores brasileiros, além de ter sido jornalista, crítico literário e professor universitário. Ele também é pai dos músicos Ana de Holanda, Cristina Buarque, Miúcha e Chico Buarque. Em 1936, publicou o clássico “Raízes do Brasil”, sua obra mais conhecida.
Em 1941, passou uma temporada nos Estados Unidos e, em 1946, já em São Paulo, assumiu a direção do Museu Paulista, onde ficou até 1956. Em 1958, entrou para a Academia Paulista de Letras. Entre 1963 e 1967, participou de missões da Unesco na Costa Rica e Peru. Em 1980, esteve na cerimônia de fundação do Partido dos Trabalhadores (PT). Neste mesmo ano, foi o ganhador dos prêmios Juca Pato, da União Brasileira de Escritores, e Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro. Ele morreu no dia 24 de abril de 1982, em São Paulo, aos 79 anos.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 11\07\2012
Travou-se a Batalha de Courtrai
Travou-se a Batalha de Courtrai
11 de julho de 1302
A Batalha de Courtrai foi travada em 11 de Julho de 1302 por Felipe IV da França contra as milícias flamencas do conde Guido de Dampierre, próximo de Courtrai (atual Bélgica). O confronto iniciou-se com uma descarga dos balestreiros franceses que fez os flamencos retrocederem, enquanto os homens a pé aproveitaram para preparar o assalto. Na manhã de 11 de Julho de 1302, a tropa francesa reagrupou seus batalhões em três grandes corpos. Por sua vez, os flamencos formaram um arco de circunferência por trás do rio. Ambos os exércitos lançaram então sua onda de ginetes diretamente em direção ao grupo contrário, quando os franceses foram derrubados e depois aniquilados. Desta maneira, o conde Guido conseguiu fugir encabeçando suas tropas e atingir o reino e o total domínio do território da França.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 11\07\2012.
11 de julho de 1302
A Batalha de Courtrai foi travada em 11 de Julho de 1302 por Felipe IV da França contra as milícias flamencas do conde Guido de Dampierre, próximo de Courtrai (atual Bélgica). O confronto iniciou-se com uma descarga dos balestreiros franceses que fez os flamencos retrocederem, enquanto os homens a pé aproveitaram para preparar o assalto. Na manhã de 11 de Julho de 1302, a tropa francesa reagrupou seus batalhões em três grandes corpos. Por sua vez, os flamencos formaram um arco de circunferência por trás do rio. Ambos os exércitos lançaram então sua onda de ginetes diretamente em direção ao grupo contrário, quando os franceses foram derrubados e depois aniquilados. Desta maneira, o conde Guido conseguiu fugir encabeçando suas tropas e atingir o reino e o total domínio do território da França.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 11\07\2012.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Acidente de Chernobyl
Acidente de Chernobyl
Os impactos do acidente em Chernobyl ainda preocupam autoridades e ambientalistas.
No ano de 1986, os operadores da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, realizaram um experimento com o reator 4. A intenção inicial era observar o comportamento do reator nuclear quando utilizado com baixos níveis de energia. Contudo, para que o teste fosse possível, os responsáveis pela unidade teriam que quebrar o cumprimento de uma série de regras de segurança indispensáveis. Foi nesse momento que uma enorme tragédia nuclear se desenhou no Leste Europeu.
Entre outros erros, os funcionários envolvidos no episódio interromperam a circulação do sistema hidráulico que controlava as temperaturas do reator. Com isso, mesmo operando com uma capacidade inferior, o reator entrou em um processo de superaquecimento incapaz de ser revertido. Em poucos instantes a formação de uma imensa bola de fogo anunciava a explosão do reator rico em Césio-137, elemento químico de grande poder radioativo.
Com o ocorrido, a usina de Chernobyl liberou uma quantidade letal de material radioativo que contaminou uma quilométrica região atmosférica. Em termos comparativos, o material radioativo disseminado naquela ocasião era assustadoramente quatrocentas vezes maior que o das bombas utilizadas no bombardeio às cidades de Hiroshima e Nagasaki, no fim da Segunda Guerra Mundial. Por fim, uma nuvem de material radioativo tomava conta da cidade ucraniana de Pripyat.
Ao terem ciência do acontecido, autoridades soviéticas organizaram uma mega operação de limpeza composta por 600 mil trabalhadores. Nesse mesmo tempo, helicópteros eram enviados para o foco central das explosões com cargas de areia e chumbo que deveriam conter o furor das chamas. Além disso, foi necessário que aproximadamente 45.000 pessoas fossem prontamente retiradas do território diretamente afetado.
Para alguns especialistas, as dimensões catastróficas do acidente nuclear de Chernobyl poderiam ser menores caso esse modelo de usina contasse com cúpulas de aço e cimento que protegessem o lugar. Não por acaso, logo após as primeiras ações de reparo, foi construído um “sarcófago” que isolou as ruínas do reator 4. Enquanto isso, uma assustadora quantidade de óbitos e anomalias indicava os efeitos da tragédia nuclear.
Buscando sanar definitivamente o problema da contaminação, uma equipe de projetistas hoje trabalha na construção do Novo Confinamento de Segurança. O projeto consiste no desenvolvimento de uma gigantesca estrutura móvel que isolará definitivamente a usina nuclear de Chernobyl. Dessa forma, a área do solo contaminado será parcialmente isolada e a estrutura do sarcófago descartada.
Apesar de todos esses esforços, estudos científicos revelam que a população atingida pelos altos níveis de radiação sofre uma série de enfermidades. Além disso, os descendentes dos atingidos apresentam uma grande incidência de problemas congênitos e anomalias genéticas. Por meio dessas informações, vários ambientalistas se colocam radicalmente contra a construção de outras usinas nucleares.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
http://www.brasilescola.com/historia/chernobyl-acidente-nuclear.htm ACESSO EM 10\07\2012
O Holocausto
O Holocausto
"Holocausto" é uma palavra de origem grega que significa "sacrifício pelo fogo". O significado moderno do Holocausto é o da perseguição e extermínio sistemático, apoiado pelo governo nazista, de cerca de seis milhões de judeus. Os nazistas, que chegaram ao poder na Alemanha em janeiro de 1933, acreditavam que os alemães eram "racialmente superiores" e que os judeus eram "inferiores", sendo uma ameaça à auto-entitulada comunidade racial alemã.
Durante o Holocausto as autoridades alemãs também destruíram grandes partes de outros grupos considerados "racialmente inferiores": os ciganos, os deficientes físicos e mentais, e eslavos (poloneses, russos e de outros países do leste europeu). Outros grupos eram perseguidos por seu comportamento político, ideológico ou comportamental, tais como os comunistas, os socialistas, as Testemunhas de Jeová e os homossexuais.
Em 1933, a população judaica européia era de mais de nove milhões de pessoas. A maioria dos judeus europeus vivia em países que a Alemanha nazista ocuparia ou viria a influenciar durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1945, os alemães e seus colaboradores já haviam assassinado dois entre cada três judeus europeus, em uma operação por eles denominada "Solução Final", que era a política nazistapara matar todos judeus. Embora os judeus fossem as principais vítimas do racismo nazista, existiam também outras vítimas, incluindo duzentos mil ciganos, e pelo menos 200.000 pessoas com deficiências físicas ou mentais, em sua maioria alemães, que viviam em instituições próprias e foram assassinados no chamado Programa Eutanásia.
Conforme a tirania alemã se espalhava pela Europa, os nazistas e seus colaboradores perseguiram e mataram milhões de pessoas de outros povos. Entre dois a três milhões de soviéticos prisioneiros de guerra foram assassinados, ou morreram de inanição, enfermidades, negligência, ou maltrato. Os alemães queriam aniquilar a elite intelectual polonesa, judia e não judia, bem como levar cidadãos poloneses e soviéticos para o trabalho forçado na Alemanha e na Polônia ocupada, onde eles trabalhavamcomo escravos e muitas vezes morriam sob terríveis condições. Desde o início do regime nazista as autoridades alemãs perseguiram os homossexuais e outros grupos que se comportavamse diferentemente das normas sociais vigentes, mesmo que fossem pacíficos. Os oficias da polícia alemã focalizaram seu trabalho de destruição contra oponentes políticos do nazismo--comunistas, socialistas e sindicalistas—e também contra dissidentes religiosos, tais como as Testemunhas de Jeová. Muitas destas pessoas morreram como resultado de encarceramento e maus tratos.
No início do regime nazista o governo Nacional-Socialista criou campos de concentração para deter seus oponentes políticos e ideológicos. Nos anos que antecederam a Guerra as SS e as autoridades policiais prenderam um número grande de judeus, ciganos e outras vítimas do seu ódio étnico e racial naqueles campos. Para concentrar, monitorar, e facilitar a deportação futura da população judaica, os alemães e seus colaboradores criaram guetos, campos de transição e campos de trabalho escravo para judeus. As autoridades alemãs também estabeleceram um grande número de campos que exploravam o trabalho forçado de não-judeus, tanto no chamado Grande Reich Alemão quanto nos territórios ocupados pela Alemanha.
Após a invasão da União Soviética, em junho de 1941, as Einsatzgruppen, unidades móveis de extermínio, e posteriormente os batalhões policiais militarizados atravessaram as linhas fronteiriças alemãs para realizar operações de assassinato em massa de judeus, ciganos, e autoridades governamentais do estado soviético e do Partido Comunista. As unidades das SS e da polícia alemã, apoiadas pelas unidades da Wehrmacht-SS e das Waffen-SS, assassinaram mais de um milhão de homens, mulheres e crianças judias, além de outras centenas de milhares de pessoas de outras etnias. Entre 1941 e 1944, as autoridades nazistas alemãs deportaram milhões de judeus da Alemanha, dos territórios ocupados e dos países aliados ao Eixo para guetos e campos de extermínio, muitas vezes chamados de centros de extermínio, onde eram mortos nas instalações de gás criadas para cumprir esta finalidade.
Nos meses que antecederam o final da Guerra os guardas das SS transferiram os prisioneiros dos campos em trens, ou em marchas forçadas conhecidas como "marchas da morte", na tentativa de evitar que os Aliados os liberatssem. Conforme as forças Aliadas atravessavam a Europa, em uma série de ofensivas contra a Alemanha, elas começaram a encontrar e a libertar prisioneiros dos campos de concentração e aqueles que estavam sendo levados de um campo para outro. Estas marchas continuaram até o dia 7 de maio de 1945, o dia em que as forças armadas da Alemanha se renderam incondicionalmente aos Aliados. Para os Aliados ocidentais a Segunda Guerra Mundial terminou oficialmente na Europa no dia seguinte, em 8 de maio, o (V-E Day, o Dia da Vitória, no entanto as forças soviéticas proclamaram seu "Dia da Vitória" como 9 de maio de 1945.
Após o Holocausto muitos sobreviventes encontraram abrigo nos campos para deslocados de guerra (DP) administrados pelos poderes Aliados. Entre 1948 e 1951, cerca de 700.000 sobreviventes emigraram da Europa para Israel. Muitos outros judeus deslocados de guerra emigraram para os Estados Unidos e para outras nações, tais como o Brasil. O último campo para deslocados de guerra foi fechado em 1957. Os crimes cometidos durante o Holocausto devastaram a maiorias das comunidades judaicas da Europa, eliminando totalmente centenas destas comunidades centenárias.
http://www.ushmm.org/wlc/ptbr/article.php?ModuleId=10005143 ACESSO EM 10\07\2012.
DIA DA PIZZA
10 DE JULHO
DIA DA PIZZA
Se existe um prato que é quase uma unanimidade nacional na aceitação é a pizza. E sempre que falamos nela, lembramos dos italianos. Mas não foram eles que inventaram essa delícia, nem ela surgiu com as características que conhecemos: massa fina, molho de tomate, queijo derretido, recheio e uma pitada de orégano por cima.
Diz a história que a primeira pizza apareceu há mais de 6 mil anos e era apenas uma fina camada de massa conhecida como “pão de Abrahão”, que os hebreus e egípcios consumiam. Ela se parecia com nosso pão sírio atual e também era chamada de “piscea”, daí o nome pizza .
Os italianos, milhares de anos depois, incrementaram a pizza com o tomate, e ela era consumida dobrada ao meio como se fosse um sanduíche. Sua disseminação aconteceu durante a segunda metade do século XIX, em 1889, com dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita e, para agradar e inovar o cardápio, resolveu adicionar à massa, mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana. E, em homenagem à rainha, ele batizou sua receita com o nome de pizza Margherita.
Na seqüência, padeiros mais criativos começaram a inovar e colocaram na pizza outros ingredientes, como o alho, o alicce e peixes da região.
A fama de Nápoles correu o mundo e, assim, surgiu a primeira pizzaria: a Port'Alba. Ela era um grande ponto de encontro de artistas da época. Entre eles, estava Alexandre Dumas, que até mesmo citou em uma de suas obras algumas variações da pizza. Por muito tempo, ela era vendida em padarias e barracas de rua e consumida no café da manhã. De Nápoles para o resto do mundo foi “um pulo”, pois os imigrantes a levaram para vários países e a popularizaram.
Ela chegou aos EUA, assim como ao Brasil, por intermédio dos imigrantes italianos. Por muito tempo, só se encontravam pizzarias nos redutos e colônias italianas. Hoje, essa famosa delícia está em qualquer lugar das cidades.
O Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho, desde 1985, em São Paulo. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da redonda.
http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diapizza.html ACESSO EM 10\07\2012
DIA DA PIZZA
Se existe um prato que é quase uma unanimidade nacional na aceitação é a pizza. E sempre que falamos nela, lembramos dos italianos. Mas não foram eles que inventaram essa delícia, nem ela surgiu com as características que conhecemos: massa fina, molho de tomate, queijo derretido, recheio e uma pitada de orégano por cima.
Diz a história que a primeira pizza apareceu há mais de 6 mil anos e era apenas uma fina camada de massa conhecida como “pão de Abrahão”, que os hebreus e egípcios consumiam. Ela se parecia com nosso pão sírio atual e também era chamada de “piscea”, daí o nome pizza .
Os italianos, milhares de anos depois, incrementaram a pizza com o tomate, e ela era consumida dobrada ao meio como se fosse um sanduíche. Sua disseminação aconteceu durante a segunda metade do século XIX, em 1889, com dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita e, para agradar e inovar o cardápio, resolveu adicionar à massa, mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana. E, em homenagem à rainha, ele batizou sua receita com o nome de pizza Margherita.
Na seqüência, padeiros mais criativos começaram a inovar e colocaram na pizza outros ingredientes, como o alho, o alicce e peixes da região.
A fama de Nápoles correu o mundo e, assim, surgiu a primeira pizzaria: a Port'Alba. Ela era um grande ponto de encontro de artistas da época. Entre eles, estava Alexandre Dumas, que até mesmo citou em uma de suas obras algumas variações da pizza. Por muito tempo, ela era vendida em padarias e barracas de rua e consumida no café da manhã. De Nápoles para o resto do mundo foi “um pulo”, pois os imigrantes a levaram para vários países e a popularizaram.
Ela chegou aos EUA, assim como ao Brasil, por intermédio dos imigrantes italianos. Por muito tempo, só se encontravam pizzarias nos redutos e colônias italianas. Hoje, essa famosa delícia está em qualquer lugar das cidades.
O Dia da Pizza é comemorado em 10 de julho, desde 1985, em São Paulo. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da redonda.
http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diapizza.html ACESSO EM 10\07\2012
É lançado o primeiro satélite de comunicações
É lançado o primeiro satélite de comunicações
10 de julho de 1962
No dia 10 de julho de 1962 era lançando ao espaço o Telstar 1, o primeiro satélite de comunicações, responsável pela primeira transmissão televisiva via satélite, ao vivo, entre Europa e Estados Unidos, no dia 23 de julho do mesmo ano. O Telstar foi ao espaço com o foguete Thor Delta, lançado de Cabo Canaveral, na Flórida. Sua atividade durou sete meses, até ser desativado. Apesar de não funcionar mais, ele ainda se encontra na órbita da Terra.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 10\07\2012
10 de julho de 1962
No dia 10 de julho de 1962 era lançando ao espaço o Telstar 1, o primeiro satélite de comunicações, responsável pela primeira transmissão televisiva via satélite, ao vivo, entre Europa e Estados Unidos, no dia 23 de julho do mesmo ano. O Telstar foi ao espaço com o foguete Thor Delta, lançado de Cabo Canaveral, na Flórida. Sua atividade durou sete meses, até ser desativado. Apesar de não funcionar mais, ele ainda se encontra na órbita da Terra.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 10\07\2012
Travou-se a Batalha de Dyrrhachium
Travou-se a Batalha de Dyrrhachium
10 de julho de 0048
A Batalha de Dyrrhachium teve como data o dia 10 de Julho do ano 48 A. C., e os historiadores a chamaram de Segunda Guerra Civil da República de Roma. Nesta batalha enfrentaram-se os imperadores Julio César, Cneo e Pompeio Magno nos arredores da cidade chamada pelos romanos de Dyrrhachium, atual Durrës, na Albânia (república ao Sudeste da Europa). O confronto pessoal de Julio César contra a facção tradicionalista e conservadora do senado, liderada militarmente por Pompeio Magno finalizou com a derrota dos Pompeianos e a ascensão definitiva de César ao poder absoluto como ditador romano. A vitória cesariana transformou a República numa abstração, iniciando a transição para o regime imperial que eliminou o poder do Senado e as votações para eleger os magistrados. Naquela época, excetuando-se os pequenos territórios como a Sereníssima República de Veneza, até a revolução americana, o mundo não conheceu outra nação autogovernada por seus cidadãos.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 10\07\2012
10 de julho de 0048
A Batalha de Dyrrhachium teve como data o dia 10 de Julho do ano 48 A. C., e os historiadores a chamaram de Segunda Guerra Civil da República de Roma. Nesta batalha enfrentaram-se os imperadores Julio César, Cneo e Pompeio Magno nos arredores da cidade chamada pelos romanos de Dyrrhachium, atual Durrës, na Albânia (república ao Sudeste da Europa). O confronto pessoal de Julio César contra a facção tradicionalista e conservadora do senado, liderada militarmente por Pompeio Magno finalizou com a derrota dos Pompeianos e a ascensão definitiva de César ao poder absoluto como ditador romano. A vitória cesariana transformou a República numa abstração, iniciando a transição para o regime imperial que eliminou o poder do Senado e as votações para eleger os magistrados. Naquela época, excetuando-se os pequenos territórios como a Sereníssima República de Veneza, até a revolução americana, o mundo não conheceu outra nação autogovernada por seus cidadãos.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 10\07\2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Começa a Revolução Constitucionalista de 1932
Começa a Revolução Constitucionalista de 1932
09 de julho de 1932
No dia 9 de julho de 1932 começava a Revolução Constitucionalista, também conhecida como Revolução de 32 ou Guerra Paulista, um movimento no estado de São Paulo, que durou 87 dias e que teve como objetivo derrubar o governo provisório de Getúlio Vargas e elaborar uma nova constituição para o Brasil. O saldo após a rendição dos paulistas no dia 4 de outubro de 1932 foi a morte de 934 pessoas, de acordo com os números oficiais. Contudo, estima-se que até 2200 tenham morrido. Por conta dessa revolução, o dia 9 de julho é feriado no estado de São Paulo.
O movimento foi uma reação paulista à Revolução de 1930, que pôs fim à autonomia dos estados, impediu a posse Júlio Prestes como presidente e colocou fim à “República Velha”, conhecida pela política café com leite, na qual Minas Gerais e São Paulo se alternavam no poder.
A Revolução de 32 também teve os seus heróis, no caso, Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, conhecidos pela sigla “MMDC”, e que tiveram seus nomes inscritos no Livro dos Heróis da Pátria.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.htmlACESSO EM 09\07\2012.
09 de julho de 1932
No dia 9 de julho de 1932 começava a Revolução Constitucionalista, também conhecida como Revolução de 32 ou Guerra Paulista, um movimento no estado de São Paulo, que durou 87 dias e que teve como objetivo derrubar o governo provisório de Getúlio Vargas e elaborar uma nova constituição para o Brasil. O saldo após a rendição dos paulistas no dia 4 de outubro de 1932 foi a morte de 934 pessoas, de acordo com os números oficiais. Contudo, estima-se que até 2200 tenham morrido. Por conta dessa revolução, o dia 9 de julho é feriado no estado de São Paulo.
O movimento foi uma reação paulista à Revolução de 1930, que pôs fim à autonomia dos estados, impediu a posse Júlio Prestes como presidente e colocou fim à “República Velha”, conhecida pela política café com leite, na qual Minas Gerais e São Paulo se alternavam no poder.
A Revolução de 32 também teve os seus heróis, no caso, Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, conhecidos pela sigla “MMDC”, e que tiveram seus nomes inscritos no Livro dos Heróis da Pátria.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.htmlACESSO EM 09\07\2012.
Nasce Elías Howe
Nasce Elías Howe
09 de julho de 1819
Elías Howe nasceu em 9 de Julho de 1819 e faleceu em 3 de Outubro de 1867. Foi um inventor dos Estados Unidos. Operário numa fábrica de instrumentos de precisão, eu interesse pela mecânica levou-o a fazer experimentos aplicando seus conhecimentos até inventar uma máquina de costura, que depois alcançou um grande sucesso no mundo. Em Setembro de 1846 lhe foi concedida a primeira patente de uma máquina de costura. Porém, a patente foi denunciada perante os tribunais na década de 1850, uma vez que o invento pertencia ao inglês Walter Hunt, que a tinha inventado anteriormente sem tê-la patentado. Mas o que realmente fez Howe foi aperfeiçoar e remodelar a máquina de costura.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.htmlACESSO EM 09\07\2012.
09 de julho de 1819
Elías Howe nasceu em 9 de Julho de 1819 e faleceu em 3 de Outubro de 1867. Foi um inventor dos Estados Unidos. Operário numa fábrica de instrumentos de precisão, eu interesse pela mecânica levou-o a fazer experimentos aplicando seus conhecimentos até inventar uma máquina de costura, que depois alcançou um grande sucesso no mundo. Em Setembro de 1846 lhe foi concedida a primeira patente de uma máquina de costura. Porém, a patente foi denunciada perante os tribunais na década de 1850, uma vez que o invento pertencia ao inglês Walter Hunt, que a tinha inventado anteriormente sem tê-la patentado. Mas o que realmente fez Howe foi aperfeiçoar e remodelar a máquina de costura.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.htmlACESSO EM 09\07\2012.
Marcus Avitus é proclamado como melhor imperador de Roma
Marcus Avitus é proclamado como melhor imperador de Roma
09 de julho de 0455
Marcus Maecilius Flavius Eparchius Avitus foi imperador romano do Ocidente entre 9 de Julho de 455 e 17 de Outubro de 456. De origens galo-romanas e de família com antecedentes no Senado, foi magister militum como o também imperador Petronio Maximo. Em 9 de Julho do 455, foi proclamado pelo imperador romano Marciano, como o melhor imperador de Roma. A população italiana nunca aceitou completamente sua proclamação. No ano de 456 iniciou uma campanha na qual reconquistou a Panonia (região da Europa central) e conseguiu uma meritória vitória naval contra os vândalos (grupo de povos germânicos) em colaboração com o magister militum Ricimero. No entanto, não conseguiu acabar com o poderio naval dos vândalos que submeteram Roma a um bloqueio naval, o que fez sua posição cambalear. A fome em Roma forçou-o a dissolver sua guarda pessoal de mercenários godos (grupo germânico). Mas eles tinham que ser pagos, e sua popularidade caiu quando ele destruiu várias estátuas de bronze para lhes pagar seus salários. Alguns de seus pares utilizaram este descontentamento para iniciar uma revolta popular e conseguir finalmente destroná-lo como imperador em 456.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.htmlACESSO EM 09\07\2012.
09 de julho de 0455
Marcus Maecilius Flavius Eparchius Avitus foi imperador romano do Ocidente entre 9 de Julho de 455 e 17 de Outubro de 456. De origens galo-romanas e de família com antecedentes no Senado, foi magister militum como o também imperador Petronio Maximo. Em 9 de Julho do 455, foi proclamado pelo imperador romano Marciano, como o melhor imperador de Roma. A população italiana nunca aceitou completamente sua proclamação. No ano de 456 iniciou uma campanha na qual reconquistou a Panonia (região da Europa central) e conseguiu uma meritória vitória naval contra os vândalos (grupo de povos germânicos) em colaboração com o magister militum Ricimero. No entanto, não conseguiu acabar com o poderio naval dos vândalos que submeteram Roma a um bloqueio naval, o que fez sua posição cambalear. A fome em Roma forçou-o a dissolver sua guarda pessoal de mercenários godos (grupo germânico). Mas eles tinham que ser pagos, e sua popularidade caiu quando ele destruiu várias estátuas de bronze para lhes pagar seus salários. Alguns de seus pares utilizaram este descontentamento para iniciar uma revolta popular e conseguir finalmente destroná-lo como imperador em 456.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.htmlACESSO EM 09\07\2012.
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