25 de julho
DIA DO COLONO
Em 1822, ano da Independência do Brasil, nosso país não tinha um exército capaz de controlar possível invasão espanhola nas províncias do Sul. Portanto, os colonos, naquela época, serviriam como exército de reserva para proteger nosso território. Em razão disso, o país passou a oferecer muitas vantagens aos imigrantes que se dispusessem a colonizar o Sul do Brasil: passagens pagas, direito à cidadania, isenção de impostos e direito à posse de uma ou duas colônias de terra (24 ou 48 hectares).
Em 25 de julho de 1824, iniciou-se efetivamente a colonização, com a chegada de 39 alemães à Real Feitoria da Linha Cânhamo, atual cidade de São Leopoldo (RS). Em 1875, chegaram os italianos, que se estabeleceram nas serras gaúchas, sobretudo em Caxias do Sul, e depois se espalharam pelo Brasil, principalmente em São Paulo.
Esses primeiros imigrantes do século XIX deixaram a Alemanha e a Itália, que não existiam como países unificados, para tentar melhorar de vida trabalhando na terra fértil e promissora do Brasil. A decepção foi grande, pois os lotes se achavam cobertos pela mata, não havia estradas nem infra-estrutura.
Só havia, naquela época, núcleos de caboclos que, como os índios, sempre foram tratados com descanso pelo poder econômico, embora sua importância seja relevante no desbravamento de nossa Terra.
Depois dos alemães e italianos, vieram grandes levas de japoneses e, em menor número, holandeses, húngaros, poloneses, ucranianos, espanhóis, turcos, sírios, libaneses e outros que, juntos, formam o nosso povo.
Referência:
Datas comemorativas: cívicas e históricas
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/dataCom.aspx?Dia=25&Mes=7&DataComID=287 ACESSO EM 25\07\2012.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
SIMÓN BOLÍVAR
Simón Bolívar
Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar y Palacios (24 de julho de 1783 – 17 de dezembro de 1830), comumente conhecido como Simón Bolívar (Pronúncia espanhola: [siˈmon boˈliβar], AFI) ou Simão Bolívar, foi um militar e líder político venezuelano. Junto a José de San Martín, foi uma das peças chaves nas guerras de independência da América Espanhola do Império Espanhol[1].
Após o triunfo da Monarquia Espanhola, Bolívar participou da fundação da primeira união de nações independentes na América Latina, nomeada Grã-Colômbia, na qual foi Presidente de 1819 a 1830.
Simón Bolívar é considerado na América Latina como um herói, visionário, revolucionário, e libertador. Durante seu curto tempo de vida, liderou a Bolívia, a Colômbia, Equador, Panamá, Peru e Venezuela à independência, e ajudou a lançar bases ideológicas democráticas na maioria da América Hispânica. Por essa razão, é referido por alguns historiadores como "George Washington da América do Sul".[2][3]
Índice [esconder]
Aristocrata de origem basca, era filho de Juan Vicente Bolívar y Ponte e de María de la Concepción Palacios y Blanco. Teve quatro irmãos: María Antonia, Juana, Juan Vicente e María del Carmen, esta última falecida poucas horas após nascida.
O pai de Simón faleceu quando este tinha apenas três anos, em 1786. Sua mãe morre em 6 de julho de 1792[1]. O menino foi então levado para a casa do avô materno, e, depois da morte deste, para a casa do tio, Carlos Palacios.
Aos doze anos Simón fugiu da casa do tio para a casa de sua irmã María Antonia, por quem sentia uma maior ligação afectiva. Em consequência do seu ato passou alguns meses na casa do pedagogo Simón Rodríguez, por quem foi muito influenciado e com quem manteve uma relação de amizade até o fim dos seus dias. Teve ainda outros tutores, entre os quais o humanista Andrés Bello.
Em Janeiro de 1797 ingressou como cadete no Batalhão de Milícias de Blancos de los Valles de Aragua (do qual o seu pai tinha sido Coronel), onde se destacou pelo seu desempenho.
Em 1799 viajou para a Espanha com o propósito de aprofundar os seus estudos. Em Madrid ampliou os seus conhecimentos de História, Literatura, Matemática e aprendeu a Língua francesa. Na capital espanhola casou-se com María Teresa Rodríguez del Toro y Alaysa (26 de Maio de 1802) mas, de regresso à Venezuela, María veio a falecer de febre amarela (1803)[1]. Bolívar voltou à Europa em 1804, passando de novo pela Espanha antes de fixar residência em Paris.
[editar]Início dos ideais
Na França participou da vida cultural e científica, travando amizade com os naturalistas e exploradores Alexander von Humboldt e Aimé Bonpland. Reencontrou o seu tutor Símon Rodríguez, com quem viajou até a Itália em Abril de 1805.
No dia 14 de Agosto de 1805, no Monte Sacro, em Roma, Simón Bolívar proclamou diante de Simón Rodríguez e do seu amigo Francisco Rodríguez del Toro que não descansaria enquanto não libertasse toda a América do domínio espanhol (Juramento do Monte Sacro). O local tinha grande valor simbólico uma vez que havia sido palco do protesto dos plebeus contra os aristocratas na Roma Antiga. Ainda na Itália escalou o Vesúvio na companhia de Humboldt e do físico Louis Joseph Gay-Lussac[1]. De regresso a Paris ingressou na Maçonaria.
Em meados de 1806, Bolívar tomou conhecimento dos primeiros movimentos em favor da independência da Venezuela, protagonizados pelo general Francisco Miranda, decidindo que chegara a ocasião de retornar ao seu país natal.
Em Janeiro de 1807 foi para Charleston nos Estados Unidos, vindo a visitar diversas cidades naquele país, como Washington, DC, Filadélfia, Boston e Nova Iorque[1].
[editar]O Libertador
Monumento a Simón Bolívar na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.
Bolívar retornou para a Venezuela ainda em 1807 e, quando Napoleão Bonaparte tornou seu irmão José Bonaparte, rei de Espanha e das suas colónias em 1808, passou a participar nas Juntas de resistência na América Espanhola[4].
A Junta de Caracas declarou a independência em 1810, e Bolívar foi enviado para a Inglaterra numa missão diplomática.
De volta à Venezuela em 1811, em Julho de 1812, o líder da Junta, Francisco de Miranda, rendeu-se às forças espanholas e Bolívar foi obrigado a fugir para Cartagena das Índias, onde redigiu o Manifesto de Cartagena.
Em 1813 liderou a invasão da Venezuela, entrando em Mérida em 23 de Maio, sendo proclamado El Libertador ("libertador"). Caracas foi reconquistada a 6 de Agosto, sendo proclamada a Segunda República Venezuelana. Bolívar passou então a comandar as forças nacionalistas da Colômbia, capturando Bogotá em 1814[5]. Entretanto, após alguns revezes militares, Bolívar foi obrigado a fugir, em 1815, para a Jamaica onde pediu ajuda ao líder Haitiano Alexander Sabes Petión. Aqui redigiu a Carta da Jamaica[4].
Em 1816, concedida essa ajuda, Bolívar regressou ao combate, desembarcando na Venezuela e capturando Angostura (atual Ciudad Bolívar).
Durante a libertação de Quito apaixonou-se pela revolucionária Manuela Sáenz, de quem tornou-se amante, valendo a ela o epíteto de Libertadora do Libertador. Em 1828 ela o salvou de ser assassinado.[6]
[editar]O Integrador
Em 1826, Bolívar tentou promover uma integração continental ao convocar o Congresso do Panamá. Compareceram apenas os representantes dos governos do México, da Federação Centro-Americana, da Grã-Colômbia (Colômbia, Equador e Venezuela) e do Peru. Era o princípio das Conferências Pan-americanas[4].
[editar]Seus ideais
"O novo mundo deve estar constituído por nações livres e independentes, unidas entre si por um corpo de leis em comum que regulem seus relacionamentos externos"[4]. Nessa frase dita por Simón Bolívar pode-se ter uma ideia de que ele era um homem à frente de seu tempo, de ideias revolucionárias. Em poucas palavras ele exterioriza diversas intenções e objetivos. Analisando-se a frase por partes, observa-se a intenção de:[5]
Nações livres, sem o comando das metrópoles da época;
Independentes, tanto política como economicamente;
União dos povos, tanto com objetivo de formar blocos, sejam políticos ou econômicos, como para discutir problemas de ordem mundial.
A ideia de "nações livres" era, provavelmente, na época, o objetivo mais importante, pois sem a liberdade, não seria possível a conquista dos outros objetivos. E para isso, Bolívar não foi só um idealizador, e sim, um verdadeiro guerreiro, enfrentando as mais diversas batalhas. Mas ele não estava sozinho nessa luta. Os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade haviam se enraizado nos povos latino-americanos, pois o que se viu não foi uma luta isolada de Simón e seus fiéis seguidores. Foram lutas por toda a América Latina, onde cada região teve o seu "libertador", como era chamado Simón.[7]
Na questão de independência, Bolívar via como necessária uma nação não só independente, mas também democrática: "Somente a democracia, no meu conceito, é suscetível de uma liberdade absoluta", vinculando a ideia de um governo democrático, além do fato, também, de ver a necessidade de que se tenha um projeto econômico[5].
Na terceira parte, ele propõe a união dos povos entre si "por um corpo de leis em comum que regulem seus relacionamentos externos". É mais nessa terceira parte que se pauta este trabalho, pois tais leis em comum seriam o Tratado de União, Liga e Confederação Perpétua, assinado no Congresso do Panamá.
Simón Bolivar também foi um grande defensor da separação dos poderes temporal e espiritual (Estado e religião), posição essa fortemente influenciada pelos princípios maçônicos que professava ao lado de outros libertadores americanos[7], como Miranda, Santa Cruz e San Martín, conforme depreende-se do manifesto que lançou em 1824/1825, perante o Congresso Constituinte da Bolívia, onde conclamou:
Legisladores! Farei agora menção de um artigo que, segundo a minha consciência, devia omitir. Numa Constituição política não deverá prescrever-se uma profissão religiosa, porque segundo as melhores doutrinas sobre as leis fundamentais estas são as garantias dos direitos políticos e civis, mas a religião não se integra em nenhum destes direitos, é de natureza indefinível na ordem social e pertence à moral intelectual. A religião governa o homem em casa, no gabinete, dentro de si próprio: ela apenas tem o direito de examinar a sua consciência íntima. As leis, pelo contrário, têm em vista a superfície das coisas: governam fora da casa dos cidadãos. Aplicando estas considerações, poderá um Estado reger a canso ciência dos seus súbditos, velar pelo cumprimento das leis religiosas e atribuir prêmio ou castigo, quando os tribunas estão no céu e quando Deus é o juiz? Só a Inquisição seria capaz de substituí-los neste mundo. Voltará ainda 'a -Inquisição com os seus archotes incendiários? A religião é a lei da consciência. Toda a lei sobre ela a anula, porque impondo a necessidade tira mérito à fé, que é a base da religião. Os preceitos e dogmas sagrados são úteis, luminosos e de evidência metafísica; todos devemos professá-los, mas este dever é moral, não é político.
— '
Porém, nem tudo foi como Bolívar gostaria que fosse. Com o decorrer do tempo, a situação não era das melhores, começaram a surgir divergências nas propostas políticas, muitos criticavam a Simón o seu modo de governar, além de a Espanha continuar a mandar tropas para a América.
Desse modo, os ideais iniciais de Simón começaram a se desvirtuar. O seu modo de governo já se aproximava mais de um autoritarismo do que uma democracia. O poder demasiadamente centralizado se fazia necessário, mas descaracterizava a federação que tanto desejava[5]. Ele via a América muito fraca ainda, e precisava desse mando único do governo: "...Cada dia torna-se pior o sul da América; no dia em que eu deixar o Peru ele volta a se perder: porque não há homens capazes de sustentar o Estado...".
Além do mais, via que não estava sendo possível mais vencer a guerra contra os espanhóis sem uma ajuda externa, procurando algum diálogo com a Inglaterra, o que também contrariava suas ideias, pois a Inglaterra também era uma metrópole e seu modo de governo era uma Monarquia, o qual Bolívar era contrário, além do risco de pedir ajuda a um país que tinha grande relacionamento com a Espanha. Seus propósitos foram se tornando cada vez mais difíceis de serem atingidos.
Simon Bolívar costumava dizer que fazer revolução na América é como arar o mar.
Nas regiões onde ocorriam as guerras os lugares ficavam devastados, prejudicados economicamente. Campos de agricultura viravam campos de batalhas, que quando terminadas, deixavam o lugar desolado. Havia problemas como a mão de obra, pois praticamente todos os homens com mais de 14 anos, que não apresentassem algum problema físico, deviam se apresentar no exército. Restavam as crianças e mulheres. Havia ainda problemas na questão de organização dos órgãos públicos: uma vez expulsos os espanhóis, era necessária uma substituição e reestruturação do poder público. Soma-se a isso o fato de não se saber se haveria o retorno de forças armadas espanholas, o que mantinha o ambiente de insegurança[7].
[editar]A morte
Em 17 de dezembro de 1830, com a idade de quarenta e sete anos, Simón Bolívar morreu após uma batalha dolorosa contra a tuberculose [8] Na Quinta de San Pedro Alejandrino em Santa Marta, Gran Colômbia (atual Colômbia)[7]. Em seu leito de morte, Bolívar pediu ao seu ajudante-de-campo, o general Daniel F. O'Leary para queimar o extenso arquivo remanescente de seus escritos, cartas e discursos. O'Leary desobedeceu a ordem e os seus escritos sobreviveram, proporcionando aos historiadores uma vasta riqueza de informações sobre o pensamento e a filosofia liberais de Bolívar, bem como detalhes de sua vida pessoal, como seu caso amoroso de longa data com Manuela Sáenz. Pouco antes de sua morte, em 1856, Sáenz enriqueceu esse acervo, dando a O'Leary suas cartas recebidas de Bolívar.[9]
[editar]Exumação
Em 16 de julho de 2010, Hugo Chávez manda exumar o corpo do revolucionário Simón Bolívar. O Presidente venezuelano contraria livros e desconfia que Bólivar foi assassinado. Ele acredita que seu herói tenha sido vítima de uma conspiração e tenha morrido envenenado por um general colombiano.[10
Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar y Palacios (24 de julho de 1783 – 17 de dezembro de 1830), comumente conhecido como Simón Bolívar (Pronúncia espanhola: [siˈmon boˈliβar], AFI) ou Simão Bolívar, foi um militar e líder político venezuelano. Junto a José de San Martín, foi uma das peças chaves nas guerras de independência da América Espanhola do Império Espanhol[1].
Após o triunfo da Monarquia Espanhola, Bolívar participou da fundação da primeira união de nações independentes na América Latina, nomeada Grã-Colômbia, na qual foi Presidente de 1819 a 1830.
Simón Bolívar é considerado na América Latina como um herói, visionário, revolucionário, e libertador. Durante seu curto tempo de vida, liderou a Bolívia, a Colômbia, Equador, Panamá, Peru e Venezuela à independência, e ajudou a lançar bases ideológicas democráticas na maioria da América Hispânica. Por essa razão, é referido por alguns historiadores como "George Washington da América do Sul".[2][3]
Índice [esconder]
Aristocrata de origem basca, era filho de Juan Vicente Bolívar y Ponte e de María de la Concepción Palacios y Blanco. Teve quatro irmãos: María Antonia, Juana, Juan Vicente e María del Carmen, esta última falecida poucas horas após nascida.
O pai de Simón faleceu quando este tinha apenas três anos, em 1786. Sua mãe morre em 6 de julho de 1792[1]. O menino foi então levado para a casa do avô materno, e, depois da morte deste, para a casa do tio, Carlos Palacios.
Aos doze anos Simón fugiu da casa do tio para a casa de sua irmã María Antonia, por quem sentia uma maior ligação afectiva. Em consequência do seu ato passou alguns meses na casa do pedagogo Simón Rodríguez, por quem foi muito influenciado e com quem manteve uma relação de amizade até o fim dos seus dias. Teve ainda outros tutores, entre os quais o humanista Andrés Bello.
Em Janeiro de 1797 ingressou como cadete no Batalhão de Milícias de Blancos de los Valles de Aragua (do qual o seu pai tinha sido Coronel), onde se destacou pelo seu desempenho.
Em 1799 viajou para a Espanha com o propósito de aprofundar os seus estudos. Em Madrid ampliou os seus conhecimentos de História, Literatura, Matemática e aprendeu a Língua francesa. Na capital espanhola casou-se com María Teresa Rodríguez del Toro y Alaysa (26 de Maio de 1802) mas, de regresso à Venezuela, María veio a falecer de febre amarela (1803)[1]. Bolívar voltou à Europa em 1804, passando de novo pela Espanha antes de fixar residência em Paris.
[editar]Início dos ideais
Na França participou da vida cultural e científica, travando amizade com os naturalistas e exploradores Alexander von Humboldt e Aimé Bonpland. Reencontrou o seu tutor Símon Rodríguez, com quem viajou até a Itália em Abril de 1805.
No dia 14 de Agosto de 1805, no Monte Sacro, em Roma, Simón Bolívar proclamou diante de Simón Rodríguez e do seu amigo Francisco Rodríguez del Toro que não descansaria enquanto não libertasse toda a América do domínio espanhol (Juramento do Monte Sacro). O local tinha grande valor simbólico uma vez que havia sido palco do protesto dos plebeus contra os aristocratas na Roma Antiga. Ainda na Itália escalou o Vesúvio na companhia de Humboldt e do físico Louis Joseph Gay-Lussac[1]. De regresso a Paris ingressou na Maçonaria.
Em meados de 1806, Bolívar tomou conhecimento dos primeiros movimentos em favor da independência da Venezuela, protagonizados pelo general Francisco Miranda, decidindo que chegara a ocasião de retornar ao seu país natal.
Em Janeiro de 1807 foi para Charleston nos Estados Unidos, vindo a visitar diversas cidades naquele país, como Washington, DC, Filadélfia, Boston e Nova Iorque[1].
[editar]O Libertador
Monumento a Simón Bolívar na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.
Bolívar retornou para a Venezuela ainda em 1807 e, quando Napoleão Bonaparte tornou seu irmão José Bonaparte, rei de Espanha e das suas colónias em 1808, passou a participar nas Juntas de resistência na América Espanhola[4].
A Junta de Caracas declarou a independência em 1810, e Bolívar foi enviado para a Inglaterra numa missão diplomática.
De volta à Venezuela em 1811, em Julho de 1812, o líder da Junta, Francisco de Miranda, rendeu-se às forças espanholas e Bolívar foi obrigado a fugir para Cartagena das Índias, onde redigiu o Manifesto de Cartagena.
Em 1813 liderou a invasão da Venezuela, entrando em Mérida em 23 de Maio, sendo proclamado El Libertador ("libertador"). Caracas foi reconquistada a 6 de Agosto, sendo proclamada a Segunda República Venezuelana. Bolívar passou então a comandar as forças nacionalistas da Colômbia, capturando Bogotá em 1814[5]. Entretanto, após alguns revezes militares, Bolívar foi obrigado a fugir, em 1815, para a Jamaica onde pediu ajuda ao líder Haitiano Alexander Sabes Petión. Aqui redigiu a Carta da Jamaica[4].
Em 1816, concedida essa ajuda, Bolívar regressou ao combate, desembarcando na Venezuela e capturando Angostura (atual Ciudad Bolívar).
Durante a libertação de Quito apaixonou-se pela revolucionária Manuela Sáenz, de quem tornou-se amante, valendo a ela o epíteto de Libertadora do Libertador. Em 1828 ela o salvou de ser assassinado.[6]
[editar]O Integrador
Em 1826, Bolívar tentou promover uma integração continental ao convocar o Congresso do Panamá. Compareceram apenas os representantes dos governos do México, da Federação Centro-Americana, da Grã-Colômbia (Colômbia, Equador e Venezuela) e do Peru. Era o princípio das Conferências Pan-americanas[4].
[editar]Seus ideais
"O novo mundo deve estar constituído por nações livres e independentes, unidas entre si por um corpo de leis em comum que regulem seus relacionamentos externos"[4]. Nessa frase dita por Simón Bolívar pode-se ter uma ideia de que ele era um homem à frente de seu tempo, de ideias revolucionárias. Em poucas palavras ele exterioriza diversas intenções e objetivos. Analisando-se a frase por partes, observa-se a intenção de:[5]
Nações livres, sem o comando das metrópoles da época;
Independentes, tanto política como economicamente;
União dos povos, tanto com objetivo de formar blocos, sejam políticos ou econômicos, como para discutir problemas de ordem mundial.
A ideia de "nações livres" era, provavelmente, na época, o objetivo mais importante, pois sem a liberdade, não seria possível a conquista dos outros objetivos. E para isso, Bolívar não foi só um idealizador, e sim, um verdadeiro guerreiro, enfrentando as mais diversas batalhas. Mas ele não estava sozinho nessa luta. Os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade haviam se enraizado nos povos latino-americanos, pois o que se viu não foi uma luta isolada de Simón e seus fiéis seguidores. Foram lutas por toda a América Latina, onde cada região teve o seu "libertador", como era chamado Simón.[7]
Na questão de independência, Bolívar via como necessária uma nação não só independente, mas também democrática: "Somente a democracia, no meu conceito, é suscetível de uma liberdade absoluta", vinculando a ideia de um governo democrático, além do fato, também, de ver a necessidade de que se tenha um projeto econômico[5].
Na terceira parte, ele propõe a união dos povos entre si "por um corpo de leis em comum que regulem seus relacionamentos externos". É mais nessa terceira parte que se pauta este trabalho, pois tais leis em comum seriam o Tratado de União, Liga e Confederação Perpétua, assinado no Congresso do Panamá.
Simón Bolivar também foi um grande defensor da separação dos poderes temporal e espiritual (Estado e religião), posição essa fortemente influenciada pelos princípios maçônicos que professava ao lado de outros libertadores americanos[7], como Miranda, Santa Cruz e San Martín, conforme depreende-se do manifesto que lançou em 1824/1825, perante o Congresso Constituinte da Bolívia, onde conclamou:
Legisladores! Farei agora menção de um artigo que, segundo a minha consciência, devia omitir. Numa Constituição política não deverá prescrever-se uma profissão religiosa, porque segundo as melhores doutrinas sobre as leis fundamentais estas são as garantias dos direitos políticos e civis, mas a religião não se integra em nenhum destes direitos, é de natureza indefinível na ordem social e pertence à moral intelectual. A religião governa o homem em casa, no gabinete, dentro de si próprio: ela apenas tem o direito de examinar a sua consciência íntima. As leis, pelo contrário, têm em vista a superfície das coisas: governam fora da casa dos cidadãos. Aplicando estas considerações, poderá um Estado reger a canso ciência dos seus súbditos, velar pelo cumprimento das leis religiosas e atribuir prêmio ou castigo, quando os tribunas estão no céu e quando Deus é o juiz? Só a Inquisição seria capaz de substituí-los neste mundo. Voltará ainda 'a -Inquisição com os seus archotes incendiários? A religião é a lei da consciência. Toda a lei sobre ela a anula, porque impondo a necessidade tira mérito à fé, que é a base da religião. Os preceitos e dogmas sagrados são úteis, luminosos e de evidência metafísica; todos devemos professá-los, mas este dever é moral, não é político.
— '
Porém, nem tudo foi como Bolívar gostaria que fosse. Com o decorrer do tempo, a situação não era das melhores, começaram a surgir divergências nas propostas políticas, muitos criticavam a Simón o seu modo de governar, além de a Espanha continuar a mandar tropas para a América.
Desse modo, os ideais iniciais de Simón começaram a se desvirtuar. O seu modo de governo já se aproximava mais de um autoritarismo do que uma democracia. O poder demasiadamente centralizado se fazia necessário, mas descaracterizava a federação que tanto desejava[5]. Ele via a América muito fraca ainda, e precisava desse mando único do governo: "...Cada dia torna-se pior o sul da América; no dia em que eu deixar o Peru ele volta a se perder: porque não há homens capazes de sustentar o Estado...".
Além do mais, via que não estava sendo possível mais vencer a guerra contra os espanhóis sem uma ajuda externa, procurando algum diálogo com a Inglaterra, o que também contrariava suas ideias, pois a Inglaterra também era uma metrópole e seu modo de governo era uma Monarquia, o qual Bolívar era contrário, além do risco de pedir ajuda a um país que tinha grande relacionamento com a Espanha. Seus propósitos foram se tornando cada vez mais difíceis de serem atingidos.
Simon Bolívar costumava dizer que fazer revolução na América é como arar o mar.
Nas regiões onde ocorriam as guerras os lugares ficavam devastados, prejudicados economicamente. Campos de agricultura viravam campos de batalhas, que quando terminadas, deixavam o lugar desolado. Havia problemas como a mão de obra, pois praticamente todos os homens com mais de 14 anos, que não apresentassem algum problema físico, deviam se apresentar no exército. Restavam as crianças e mulheres. Havia ainda problemas na questão de organização dos órgãos públicos: uma vez expulsos os espanhóis, era necessária uma substituição e reestruturação do poder público. Soma-se a isso o fato de não se saber se haveria o retorno de forças armadas espanholas, o que mantinha o ambiente de insegurança[7].
[editar]A morte
Em 17 de dezembro de 1830, com a idade de quarenta e sete anos, Simón Bolívar morreu após uma batalha dolorosa contra a tuberculose [8] Na Quinta de San Pedro Alejandrino em Santa Marta, Gran Colômbia (atual Colômbia)[7]. Em seu leito de morte, Bolívar pediu ao seu ajudante-de-campo, o general Daniel F. O'Leary para queimar o extenso arquivo remanescente de seus escritos, cartas e discursos. O'Leary desobedeceu a ordem e os seus escritos sobreviveram, proporcionando aos historiadores uma vasta riqueza de informações sobre o pensamento e a filosofia liberais de Bolívar, bem como detalhes de sua vida pessoal, como seu caso amoroso de longa data com Manuela Sáenz. Pouco antes de sua morte, em 1856, Sáenz enriqueceu esse acervo, dando a O'Leary suas cartas recebidas de Bolívar.[9]
[editar]Exumação
Em 16 de julho de 2010, Hugo Chávez manda exumar o corpo do revolucionário Simón Bolívar. O Presidente venezuelano contraria livros e desconfia que Bólivar foi assassinado. Ele acredita que seu herói tenha sido vítima de uma conspiração e tenha morrido envenenado por um general colombiano.[10
NASCE O PRIMEIRO BEBÊ DE PROVETA DO MUNDO
NASCE O PRIMEIRO BEBÊ DE PROVETA DO MUNDO
25 de julho de 1978
No dia 25 de julho de 1978 nascia, na Inglaterra, Louise Joy Brown, a primeira pessoa no mundo concebida a partir de fertilização in vitro. Seu nascimento foi cercado de muita controvérsia e ela passou por vários exames para comprovar que a fertilização in vitro poderia ser considerado um método seguro de reprodução humana. Essa técnica também ficou conhecida como “bebê de proveta”, uma vez que o procedimento é realizado por um instrumento de laboratório, que tem como objetivo a união de gametas masculinos (espermatozoides) e feminino (óvulo) por procedimentos técnicos. Esta união pode ocorrer dentro do corpo feminino ou fora dele.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 24\07\2012.
25 de julho de 1978
No dia 25 de julho de 1978 nascia, na Inglaterra, Louise Joy Brown, a primeira pessoa no mundo concebida a partir de fertilização in vitro. Seu nascimento foi cercado de muita controvérsia e ela passou por vários exames para comprovar que a fertilização in vitro poderia ser considerado um método seguro de reprodução humana. Essa técnica também ficou conhecida como “bebê de proveta”, uma vez que o procedimento é realizado por um instrumento de laboratório, que tem como objetivo a união de gametas masculinos (espermatozoides) e feminino (óvulo) por procedimentos técnicos. Esta união pode ocorrer dentro do corpo feminino ou fora dele.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 24\07\2012.
PORTUGUÊS PEDRO DE TEIXEIRA PARTE EM EXPEDIÇÃO PARA EXPLORAR O RIO AMAZONAS
PORTUGUÊS PEDRO DE TEIXEIRA PARTE EM EXPEDIÇÃO PARA EXPLORAR O RIO AMAZONAS
25 de julho de 1637
No dia 25 de julho de 1637, o cartógrafo Pedro de Teixeira deu início a uma expedição, a serviço da coroa portuguesa, para identificar a origem do rio Amazonas. Ele partiu com uma frota de canoas, com 70 soldados e 1.200 índios e escravos. Além de mapear a região, Teixeira também registrou notas sobre os índios, seus costumes, clima, flora e fauna. Após oito meses de viagem chegou a Quito, no Equador, onde foi capturado pelas autoridades espanholas. Contudo, ele obteve permissão para retornar à Amazônia desde que sua expedição fosse vistoriada por padres jesuítas. Apesar destes contratempos, Pedro de Teixeira seguiu nos anos seguintes com sua missão de explorar a Amazônia.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 24\07\2012.
25 de julho de 1637
No dia 25 de julho de 1637, o cartógrafo Pedro de Teixeira deu início a uma expedição, a serviço da coroa portuguesa, para identificar a origem do rio Amazonas. Ele partiu com uma frota de canoas, com 70 soldados e 1.200 índios e escravos. Além de mapear a região, Teixeira também registrou notas sobre os índios, seus costumes, clima, flora e fauna. Após oito meses de viagem chegou a Quito, no Equador, onde foi capturado pelas autoridades espanholas. Contudo, ele obteve permissão para retornar à Amazônia desde que sua expedição fosse vistoriada por padres jesuítas. Apesar destes contratempos, Pedro de Teixeira seguiu nos anos seguintes com sua missão de explorar a Amazônia.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 24\07\2012.
NASCE ELISA LISPECTOR, ESCRITORA BRASILEIRA
NASCE ELISA LISPECTOR, ESCRITORA BRASILEIRA
24 de julho de 1911
No dia 24 de julho de 1911 nascia em Sawranh, na Ucrânia, a escritora Elisa Lispector, irmã da também escritora Clarice Lispector. Algumas de suas obras tinham como característica a valorização dos sentimentos interiores e a ruptura com a trama factual.
A família Lispector deixou a Rússia por causa da Revolução de 1917 e da perseguição declarada aos judeus. Em 1920, eles se mudaram para o Brasil, desembarcando em Maceió. Desde pequena, Elisa já se dedicava à leitura de obras de ficção e aos clássicos da literatura universal.
Em 1925, a família se mudou para Recife e mais tarde, após cursar o magistério, Elisa foi viver no Rio de Janeiro, onde ingressou no funcionalismo público federal. Já nesta época, ela colaborava com publicações literárias.
Sua estreia como escritora aconteceu em 1945, com o romance “Além da Fronteira”. Um dos seus trabalhos mais conhecidos é “O Muro de Pedras”. Seu primeiro livro de contos foi lançado em 1970, “Sangue no Sol”. Depois, vieram “Inventário” (1977) e “O Tigre de Bengala” (1985). A escritora morreu no dia 6 de janeiro de 1989, no Rio de Janeiro.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 24\07\2012.
24 de julho de 1911
No dia 24 de julho de 1911 nascia em Sawranh, na Ucrânia, a escritora Elisa Lispector, irmã da também escritora Clarice Lispector. Algumas de suas obras tinham como característica a valorização dos sentimentos interiores e a ruptura com a trama factual.
A família Lispector deixou a Rússia por causa da Revolução de 1917 e da perseguição declarada aos judeus. Em 1920, eles se mudaram para o Brasil, desembarcando em Maceió. Desde pequena, Elisa já se dedicava à leitura de obras de ficção e aos clássicos da literatura universal.
Em 1925, a família se mudou para Recife e mais tarde, após cursar o magistério, Elisa foi viver no Rio de Janeiro, onde ingressou no funcionalismo público federal. Já nesta época, ela colaborava com publicações literárias.
Sua estreia como escritora aconteceu em 1945, com o romance “Além da Fronteira”. Um dos seus trabalhos mais conhecidos é “O Muro de Pedras”. Seu primeiro livro de contos foi lançado em 1970, “Sangue no Sol”. Depois, vieram “Inventário” (1977) e “O Tigre de Bengala” (1985). A escritora morreu no dia 6 de janeiro de 1989, no Rio de Janeiro.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 24\07\2012.
DESCOBERTAS AS RUÍNAS DE MACHU PICCHU, NO PERU
DESCOBERTAS AS RUÍNAS DE MACHU PICCHU, NO PERU
24 de julho de 1911
No dia 24 de julho de 1911 foram descobertas as ruínas de Machu Picchu, no Peru, pelo arqueólogo inglês Hiram Bingham. A cidade foi construída pelos incas no alto de uma montanha em meados do século XV, nas encostas orientais da parte central da Cordilheira dos Andes. Machu Picchu é considerada uma obra-prima mundial por sua arquitetura e engenharia e virou uma das atrações turísticas mais populares do planeta. Desde 1983, o local é considerado Patrimônio Mundial da Unesco. Em julho de 2007, Machu Picchu foi eleita uma das novas maravilhas do mundo, durante uma cerimônia em Lisboa, em Portugal.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 24\07\2012.
24 de julho de 1911
No dia 24 de julho de 1911 foram descobertas as ruínas de Machu Picchu, no Peru, pelo arqueólogo inglês Hiram Bingham. A cidade foi construída pelos incas no alto de uma montanha em meados do século XV, nas encostas orientais da parte central da Cordilheira dos Andes. Machu Picchu é considerada uma obra-prima mundial por sua arquitetura e engenharia e virou uma das atrações turísticas mais populares do planeta. Desde 1983, o local é considerado Patrimônio Mundial da Unesco. Em julho de 2007, Machu Picchu foi eleita uma das novas maravilhas do mundo, durante uma cerimônia em Lisboa, em Portugal.
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TRAVA-SE A BATALHA NAVAL DE MARACAIBO
TRAVA-SE A BATALHA NAVAL DE MARACAIBO
24 de julho de 1823
A Batalha naval do Lago de Maracaibo referida também como Batalha naval do Lago foi um confronto travado em 24 de Julho de 1823 nas águas do Lago de Maracaibo no atual estado de Zulia, na Venezuela. A mesma selou definitivamente a independência venezuelana da Espanha tendo sido uma ação decisiva nas campanhas navais independentistas. Na Batalha naval do Lago enfrentaram-se a esquadra republicana da Colômbia, dirigida pelo Almirante José Prudencio Padilla, comandante do terceiro departamento da Marinha e das operações sobre o Zulia, e a esquadra realista da Espanha comandada pelo capitão de navio Ángel Laborde e Navarro, Comandante do Apostadero de Porto Cabelo e segundo chefe da armada espanhola sobre Costa Firme. O resultado foi uma decisiva vitória colombiana.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 24\07\2012.
NASCE SIMÓN BOLÍVAR
NASCE SIMÓN BOLÍVAR
24 de julho de 1783
Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar Palácios y Blanco nasceu em 24 de Julho de 1783 e faleceu em 17 de Dezembro de 1830. Foi um militar e político venezuelano, uma das figuras mais destacadas da Emancipação Americana frente ao Império espanhol, junto com o argentino José de San Martín. Contribuiu de maneira decisiva para a independência dos atuais países Bolívia, Colômbia, Equador, Panamá, Peru e Venezuela. Foi-lhe concedido o título honorífico de Libertador pelo "Cabildo" de Mérida na Venezuela que, depois de ser ratificado em Caracas, ficou associado a seu nome. Participou na fundação da Grande Colômbia, nação que tentou consolidar como uma grande confederação política e militar na América, da qual foi Presidente. Bolívar foi considerado pelas suas ações e idéias "Homem da América" e uma figura de destaque da História Universal, já que deixou um legado político em diversos países latino-americanos, alguns dos quais o transformaram em objeto de veneração nacional. Recebeu honras em várias partes do mundo através de estátuas ou monumentos, parques e praças.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 24\07\2012.
24 de julho de 1783
Simón José Antonio de la Santísima Trinidad Bolívar Palácios y Blanco nasceu em 24 de Julho de 1783 e faleceu em 17 de Dezembro de 1830. Foi um militar e político venezuelano, uma das figuras mais destacadas da Emancipação Americana frente ao Império espanhol, junto com o argentino José de San Martín. Contribuiu de maneira decisiva para a independência dos atuais países Bolívia, Colômbia, Equador, Panamá, Peru e Venezuela. Foi-lhe concedido o título honorífico de Libertador pelo "Cabildo" de Mérida na Venezuela que, depois de ser ratificado em Caracas, ficou associado a seu nome. Participou na fundação da Grande Colômbia, nação que tentou consolidar como uma grande confederação política e militar na América, da qual foi Presidente. Bolívar foi considerado pelas suas ações e idéias "Homem da América" e uma figura de destaque da História Universal, já que deixou um legado político em diversos países latino-americanos, alguns dos quais o transformaram em objeto de veneração nacional. Recebeu honras em várias partes do mundo através de estátuas ou monumentos, parques e praças.
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SANTIAGO DE QUERÉTARO É FUNDADA
SANTIAGO DE QUERÉTARO É FUNDADA
24 de julho de 1531
Santiago de Querétaro é a capital do estado mexicano de Querétaro e cabeça do município. Foi fundada em 24 de Julho de 1531 por Hernán Pérez Bocanegra. Seu gentilício é queretano. O nome colonial original foi "Santiago de Querétaro", que após a Independência de México ficou somente em "Querétaro" ou "Cidade de Querétaro". No entanto, depois da sua nomeação, em 1996, como Patrimônio Cultural da Humanidade, retomou-se o nome original de "Santiago de Querétaro", ainda que muito poucas pessoas fora do Estado a identifiquem por seu nome completo. O nome original em purépecha era "K'eretarhu" ou "local da grande cidade", enquanto seu nome em otomí é "Ndämxei" e em náhuatl é "Tlachco"; e ambos os topônimos indígenas significam em castelhano "lugar do jogo de bola".
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 24\07\2012.
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segunda-feira, 23 de julho de 2012
A AMIZADE
A AMIZADE
*A amizade melhora a felicidade e diminui a tristeza, porque através do amigo, duplicam-se as alegrias e se dividem os problemas.
" Se algum dia sentires a minha falta, olhe para o horizonte e toda vida que uma brisa leve tocar seu rosto, lembre-se: sou eu que te beijo em silêncio
"Na vida existem coisas boas e coisas ruins, para mim existem apenas boas, porque tenho você.
Não ande diante de mim - talvez não lhe siga. Não ande detrás de meu, talvez não lhe saiba dirigir. Simplesmente ande a meu lado, e seja meu amigo...
Chacina da Candelária deixa seis menores mortos
Chacina da Candelária deixa seis menores mortos
23 de julho de 1993
No dia 23 de julho de 1993, por volta de meia-noite, cerca de 50 crianças de rua dormiam enroladas em cobertores próximo à Igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro. Ao perceber que os meninos dormiam, alguns homens se aproximaram e começaram a atirar na direção dos menores. A chacina causou a morte de seis menores e dois maiores de idade, além de várias crianças e adolescentes feridos. A notícia correu o mundo e chocou pela sua violência contra os menores.Sete policiais, entre militares e civis, foram indiciados e, destes, três foram condenados. Um dos sobreviventes da chacina, Sandro Rosa do Nascimento, anos mais tarde, protagonizou o seqüestro do ônibus 174, também no Rio.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 23\07\2012.
23 de julho de 1993
No dia 23 de julho de 1993, por volta de meia-noite, cerca de 50 crianças de rua dormiam enroladas em cobertores próximo à Igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro. Ao perceber que os meninos dormiam, alguns homens se aproximaram e começaram a atirar na direção dos menores. A chacina causou a morte de seis menores e dois maiores de idade, além de várias crianças e adolescentes feridos. A notícia correu o mundo e chocou pela sua violência contra os menores.Sete policiais, entre militares e civis, foram indiciados e, destes, três foram condenados. Um dos sobreviventes da chacina, Sandro Rosa do Nascimento, anos mais tarde, protagonizou o seqüestro do ônibus 174, também no Rio.
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É fundada a Frente Sandinista de Libertação Nacional
É fundada a Frente Sandinista de Libertação Nacional
23 de julho de 1961
A Frente Sandinista de Libertação Nacional (F.S.L.N.) é uma organização política de esquerda de origem social-democrata criada em 23 de Julho de 1961 na Nicarágua pelos políticos Carlos Fonseca Amador, Tomás Borge Martínez e Silvio Mayorga. O grupo proclamou-se seguidor da ideologia e do movimento empreendido pelo líder nicaragüense Augusto C. Sandino (de quem tomou o nome), o qual empreendeu uma guerra de guerrilhas contra a intervenção americana em seu país durante as primeiras décadas do século XX. Atualmente faz parte da Internacional Socialista, identificando-se com as forças social-democratas, trabalhadoras e socialistas democráticas do mundo. O FSLN liderou a luta armada contra a ditadura da família Somoza na Nicarágua a partir de sua fundação, passando por vários períodos, desde muitas ações armadas e políticas até seu quase desaparecimento no início dos anos 70. Em 1974 iniciou um processo crescente de atividades armadas que tiveram seu ponto máximo em meados de 1978 e levaram ao triunfo revolucionário em 1979. Esta luta denominou-se Revolução Nicaragüense ou Revolução Sandinista e terminou com a entrada dos revolucionários em Managua (capital nicaragüense) em 19 de Julho de 1979 e provocou a derrocada da ditadura de Anastasio Somoza Debayle.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 23\07\2012.
23 de julho de 1961
A Frente Sandinista de Libertação Nacional (F.S.L.N.) é uma organização política de esquerda de origem social-democrata criada em 23 de Julho de 1961 na Nicarágua pelos políticos Carlos Fonseca Amador, Tomás Borge Martínez e Silvio Mayorga. O grupo proclamou-se seguidor da ideologia e do movimento empreendido pelo líder nicaragüense Augusto C. Sandino (de quem tomou o nome), o qual empreendeu uma guerra de guerrilhas contra a intervenção americana em seu país durante as primeiras décadas do século XX. Atualmente faz parte da Internacional Socialista, identificando-se com as forças social-democratas, trabalhadoras e socialistas democráticas do mundo. O FSLN liderou a luta armada contra a ditadura da família Somoza na Nicarágua a partir de sua fundação, passando por vários períodos, desde muitas ações armadas e políticas até seu quase desaparecimento no início dos anos 70. Em 1974 iniciou um processo crescente de atividades armadas que tiveram seu ponto máximo em meados de 1978 e levaram ao triunfo revolucionário em 1979. Esta luta denominou-se Revolução Nicaragüense ou Revolução Sandinista e terminou com a entrada dos revolucionários em Managua (capital nicaragüense) em 19 de Julho de 1979 e provocou a derrocada da ditadura de Anastasio Somoza Debayle.
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Nasce Bernardo Canal Feijóo
Nasce Bernardo Canal Feijóo
23 de julho de 1897
Bernardo Canal Feijoo Escritor argentino nasceu em 23 de Julho de 1897 e faleceu em 1982. Aos doze anos transferiu-se para Buenos Aires, onde estudou no Colégio Nacional, e em 1918 graduou-se em Direito pela Faculdade de Direito e Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires. Durante sua permanência nesta cidade recebeu a marca da vanguarda literária que o levou a questionar as pautas estéticas e o pensamento modernistas. A Revolução Russa de 1917 e a Reforma Universitária Argentina de 1918 impressionaram profundamente este provinciano sensível e desperto de apenas vinte anos. Como ensaísta obteve o Primeiro Prêmio da Comissão Nacional de Cultura por sua obra Ensaio sobre a expressão popular artística em Santiago do Estero (1938). Outros trabalhos seus são Mitos Perdidos (1942) e Burla, Credo e Culpa (1952). Intelectual da mais pura estirpe americana, seus trabalhos de investigação, suas obras poéticas e sua literatura dramática foram de vital importância na hora de fazer uma revisão dos conteúdos autóctones na expressão do continente. Desde 1980 foi presidente da Academia Argentina de Letras.
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23 de julho de 1897
Bernardo Canal Feijoo Escritor argentino nasceu em 23 de Julho de 1897 e faleceu em 1982. Aos doze anos transferiu-se para Buenos Aires, onde estudou no Colégio Nacional, e em 1918 graduou-se em Direito pela Faculdade de Direito e Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires. Durante sua permanência nesta cidade recebeu a marca da vanguarda literária que o levou a questionar as pautas estéticas e o pensamento modernistas. A Revolução Russa de 1917 e a Reforma Universitária Argentina de 1918 impressionaram profundamente este provinciano sensível e desperto de apenas vinte anos. Como ensaísta obteve o Primeiro Prêmio da Comissão Nacional de Cultura por sua obra Ensaio sobre a expressão popular artística em Santiago do Estero (1938). Outros trabalhos seus são Mitos Perdidos (1942) e Burla, Credo e Culpa (1952). Intelectual da mais pura estirpe americana, seus trabalhos de investigação, suas obras poéticas e sua literatura dramática foram de vital importância na hora de fazer uma revisão dos conteúdos autóctones na expressão do continente. Desde 1980 foi presidente da Academia Argentina de Letras.
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sábado, 21 de julho de 2012
Morre o escritor Manuel Puig, autor de O Beijo da Mulher Aranha
Morre o escritor Manuel Puig, autor de O Beijo da Mulher Aranha
22 de julho de 1990
No dia 22 de julho de 1990 morria na cidade de Cuernavaca, no México, o escritor argentino Manuel Puig. Ele morreu após passar por uma crise de vesícula. Apesar de ter sido submetido a uma cirurgia de emergência na véspera, não sobreviveu à operação. Puig nasceu na cidade de General Villegas, na província de Buenos Aires, no dia 28 de dezembro de 1932. Ele se mudou aos 13 anos com a família para a capital da Argentina, onde cursou o ensino médio. Em 1950, se matriculou na Faculdade de Arquitetura, mas no ano seguinte optou pelo curso de artes. Em 1956, Puig recebeu uma bolsa de estudos e viajou para a Itália, onde estudou cinema. Depois, se mudou para Londres e Estocolmo, onde trabalhou como professor de italiano e espanhol. Nestas cidades, escreveu seus primeiros roteiros para filmes. Entre 1961 e 1962, ele trabalhou como diretor assistente de filmes em Buenos Aires e Roma. Entre suas obras de destaque estão “A Traição de Rita Hayworth” (1968) e “O Beijo da Mulher Aranha” (1976). Este último foi adaptado para o cinema pelo diretor brasileiro Héctor Babenco, em 1985. Com o filme, Manuel Puig ganhou notoriedade mundial. No elenco estão Sônia Braga, Raul Julia e William Hurt que ganhou o Oscar de melhor ator por conta de sua atuação no filme.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
22 de julho de 1990
No dia 22 de julho de 1990 morria na cidade de Cuernavaca, no México, o escritor argentino Manuel Puig. Ele morreu após passar por uma crise de vesícula. Apesar de ter sido submetido a uma cirurgia de emergência na véspera, não sobreviveu à operação. Puig nasceu na cidade de General Villegas, na província de Buenos Aires, no dia 28 de dezembro de 1932. Ele se mudou aos 13 anos com a família para a capital da Argentina, onde cursou o ensino médio. Em 1950, se matriculou na Faculdade de Arquitetura, mas no ano seguinte optou pelo curso de artes. Em 1956, Puig recebeu uma bolsa de estudos e viajou para a Itália, onde estudou cinema. Depois, se mudou para Londres e Estocolmo, onde trabalhou como professor de italiano e espanhol. Nestas cidades, escreveu seus primeiros roteiros para filmes. Entre 1961 e 1962, ele trabalhou como diretor assistente de filmes em Buenos Aires e Roma. Entre suas obras de destaque estão “A Traição de Rita Hayworth” (1968) e “O Beijo da Mulher Aranha” (1976). Este último foi adaptado para o cinema pelo diretor brasileiro Héctor Babenco, em 1985. Com o filme, Manuel Puig ganhou notoriedade mundial. No elenco estão Sônia Braga, Raul Julia e William Hurt que ganhou o Oscar de melhor ator por conta de sua atuação no filme.
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Nasce o escritor Fernando Morais, autor de Olga
Nasce o escritor Fernando Morais, autor de Olga
22 de julho de 1946
No dia 22 de julho de 1946 nascia, em Mariana (MG), Fernando Gomes de Morais, jornalista, político e escritor, conhecido por suas biografias e reportagens. Como jornalista, trabalhou em publicações como Veja, Jornal da Tarde, Folha de São Paulo, TV Cultura e portal IG. Recebeu três vezes o Prêmio Esso e quatro vezes o Prêmio Abril. Também foi deputado estadual, secretário de Cultura e de Educação pelo estado de São Paulo.Seu primeiro sucesso editorial foi o livro “A Ilha” (1976), com o relato de uma viagem a Cuba. Em 1985, publicou o livro “Olga”, que foi adaptado às telas do cinema em 2004. Em 2005, seu livro “Na toca dos leões” causou polêmica por conta do pedido de apreensão pelo deputado Ronaldo Caiado. O livro, que conta a trajetória da empresa de publicidade W/Brasil, tem uma menção a Caiado na qual Moraes afirma que o político, quando candidato à presidência da República, teria dito que, se eleito, mandaria esterilizar as mulheres nordestinas.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
22 de julho de 1946
No dia 22 de julho de 1946 nascia, em Mariana (MG), Fernando Gomes de Morais, jornalista, político e escritor, conhecido por suas biografias e reportagens. Como jornalista, trabalhou em publicações como Veja, Jornal da Tarde, Folha de São Paulo, TV Cultura e portal IG. Recebeu três vezes o Prêmio Esso e quatro vezes o Prêmio Abril. Também foi deputado estadual, secretário de Cultura e de Educação pelo estado de São Paulo.Seu primeiro sucesso editorial foi o livro “A Ilha” (1976), com o relato de uma viagem a Cuba. Em 1985, publicou o livro “Olga”, que foi adaptado às telas do cinema em 2004. Em 2005, seu livro “Na toca dos leões” causou polêmica por conta do pedido de apreensão pelo deputado Ronaldo Caiado. O livro, que conta a trajetória da empresa de publicidade W/Brasil, tem uma menção a Caiado na qual Moraes afirma que o político, quando candidato à presidência da República, teria dito que, se eleito, mandaria esterilizar as mulheres nordestinas.
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Nasce Gregor Mendel
Nasce Gregor Mendel
22 de julho de 1822
Gregor Johann Mendel nasceu em 22 de Julho de 1822 e faleceu em 6 de Janeiro de 1884. Foi um monge agostiniano e naturalista, nascido em Heinzendorf, Áustria (atual República Checa), que descreveu as chamadas Leis de Mendel que regem a herança genética, por meio dos trabalhos que realizou com diferentes variedades da planta da ervilha (Pisum sativum). Um aspecto não muito conhecido da vida de Mendel é que ele se dedicou durante os últimos 10 anos de sua vida à apicultura. Mendel reconheceu que as abelhas resultaram em um modelo de investigação frustrante. Os historiadores asseguram que provavelmente os experimentos realizados com abelhas fossem orientados para confirmar a teoria da herança genética.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
22 de julho de 1822
Gregor Johann Mendel nasceu em 22 de Julho de 1822 e faleceu em 6 de Janeiro de 1884. Foi um monge agostiniano e naturalista, nascido em Heinzendorf, Áustria (atual República Checa), que descreveu as chamadas Leis de Mendel que regem a herança genética, por meio dos trabalhos que realizou com diferentes variedades da planta da ervilha (Pisum sativum). Um aspecto não muito conhecido da vida de Mendel é que ele se dedicou durante os últimos 10 anos de sua vida à apicultura. Mendel reconheceu que as abelhas resultaram em um modelo de investigação frustrante. Os historiadores asseguram que provavelmente os experimentos realizados com abelhas fossem orientados para confirmar a teoria da herança genética.
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Concluída a construção da ferrovia Transiberiana
Concluída a construção da ferrovia Transiberiana
21 de julho de 1904
No dia 21 de julho de 1904 era concluída a ferrovia Transiberiana ou simplesmente Transiberiana, uma rede ferroviária que conecta a Rússia Europeia com as províncias do Extremo Oriente Russo, Mongólia, China e o Mar do Japão. Com 9.289 quilômetros, que atravessam oito fusos horários, além da necessidade de vários dias para completar a viagem, é o terceiro mais longo serviço contínuo do mundo.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
21 de julho de 1904
No dia 21 de julho de 1904 era concluída a ferrovia Transiberiana ou simplesmente Transiberiana, uma rede ferroviária que conecta a Rússia Europeia com as províncias do Extremo Oriente Russo, Mongólia, China e o Mar do Japão. Com 9.289 quilômetros, que atravessam oito fusos horários, além da necessidade de vários dias para completar a viagem, é o terceiro mais longo serviço contínuo do mundo.
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Nasce Ernest Hemingway
Nasce Ernest Hemingway
21 de julho de 1899
Ernest Miller Hemingway nasceu em 21 de Julho de 1899 e faleceu em 2 de Julho de 1961, foi um escritor e jornalista dos Estados Unidos. Nos estudos destacou-se em línguas, mas sentia-se desentusiasmado pelas outras matérias. Mostrou suas aptidões literárias no diário escolar, usando o pseudônimo Ring Lardner, Jr. Ao acabar seus estudos, em 1917, não quis ir à universidade, como queria seu pai, nem se aperfeiçoou em seus estudos de violoncelo, como aspirava sua mãe. Então se transferiu para o Kansas e em outubro de 1917 começou a trabalhar como repórter no diário Kansas City Star. Entre suas obras destacam-se: The Torrents of Spring (1926), O Sol Também se Levanta (1926), Adeus às Armas (1929), Morte à Tarde (1932), As Verdes Colinas da África (1935), Ter e não Ter (1937), Por Quem os Sinos Dobram (1940), Do Outro lado do Rio, Entre as Árvores (1950) e O Velho e o Mar (1952) pelo qual recebeu o Prêmio Pulitzer em 1953.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
21 de julho de 1899
Ernest Miller Hemingway nasceu em 21 de Julho de 1899 e faleceu em 2 de Julho de 1961, foi um escritor e jornalista dos Estados Unidos. Nos estudos destacou-se em línguas, mas sentia-se desentusiasmado pelas outras matérias. Mostrou suas aptidões literárias no diário escolar, usando o pseudônimo Ring Lardner, Jr. Ao acabar seus estudos, em 1917, não quis ir à universidade, como queria seu pai, nem se aperfeiçoou em seus estudos de violoncelo, como aspirava sua mãe. Então se transferiu para o Kansas e em outubro de 1917 começou a trabalhar como repórter no diário Kansas City Star. Entre suas obras destacam-se: The Torrents of Spring (1926), O Sol Também se Levanta (1926), Adeus às Armas (1929), Morte à Tarde (1932), As Verdes Colinas da África (1935), Ter e não Ter (1937), Por Quem os Sinos Dobram (1940), Do Outro lado do Rio, Entre as Árvores (1950) e O Velho e o Mar (1952) pelo qual recebeu o Prêmio Pulitzer em 1953.
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Travou-se a Batalha de Jemmingen
Travou-se a Batalha de Jemmingen
21 de julho de 1568
A Batalha de Jemmingen foi travada em 21 de Julho de 1568 num confronto entre as dezessete Províncias dos Países Baixos contra seu soberano, o rei da Espanha, com o fim de conseguir a independência. A rebelião contra o monarca hispânico começou em 1568 e finalizou em 1648 com o reconhecimento da independência das sete Províncias Unidas, hoje conhecidas como Países Baixos (ou Holanda). Os países que hoje se conhecem como Bélgica e Luxemburgo faziam parte das dezessete Províncias, mas permaneceram leais à coroa espanhola (os territórios sob o domínio do bispado não faziam parte dos dezessete departamentos, mas sim do Sacro Império Romano Germânico e, portanto, não tomaram parte na guerra). O conflito culminou com a Independência dos Países Baixos. Para a coroa espanhola, a liberdade das Províncias Unidas representou uma grande perda de prestígio. A manutenção econômica da guerra durante um período tão prolongado contribuiu em grande parte para provocar as sucessivas bancarrotas da coroa espanhola ao longo dos séculos XVI e XVII, e a falência da economia da Espanha.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
21 de julho de 1568
A Batalha de Jemmingen foi travada em 21 de Julho de 1568 num confronto entre as dezessete Províncias dos Países Baixos contra seu soberano, o rei da Espanha, com o fim de conseguir a independência. A rebelião contra o monarca hispânico começou em 1568 e finalizou em 1648 com o reconhecimento da independência das sete Províncias Unidas, hoje conhecidas como Países Baixos (ou Holanda). Os países que hoje se conhecem como Bélgica e Luxemburgo faziam parte das dezessete Províncias, mas permaneceram leais à coroa espanhola (os territórios sob o domínio do bispado não faziam parte dos dezessete departamentos, mas sim do Sacro Império Romano Germânico e, portanto, não tomaram parte na guerra). O conflito culminou com a Independência dos Países Baixos. Para a coroa espanhola, a liberdade das Províncias Unidas representou uma grande perda de prestígio. A manutenção econômica da guerra durante um período tão prolongado contribuiu em grande parte para provocar as sucessivas bancarrotas da coroa espanhola ao longo dos séculos XVI e XVII, e a falência da economia da Espanha.
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Nasce a supermodelo Gisele Bündchen
Nasce a supermodelo Gisele Bündchen
20 de julho de 1980
No dia 20 de julho de 1980 nascia, em Horizontina (RS), a supermodelo brasileira Gisele Bündchen. Considerada a modelo mais rica do mundo, é a primeira bilionária entre suas colegas. A revista "Rolling Stone" concedeu à brasileira o prêmio de "Modelo do Ano" e "a garota mais bonita do mundo." A vida de Gisele fora das passarelas também é alvo de curiosidade. Ela manteve romances com o magnata João Paulo Diniz e com o ator Josh Hartnett, antes de iniciar seu relacionamento com o ator Leonardo Di Caprio. Depois, Gisele se casou com Tom Brady, astro do futebol norte-americano, com quem teve seu primeiro filho, Benjamin, em dezembro de 2009. No mundo empresarial, Gisele lançou sua própria marca feminina de calçados e também desenhou um colar de edição limitada para "Harpers Bazaar". Sua carreira de modelo começou aos 13 anos, quando estava caminhando na rua com a mãe e foi descoberta por um agente de modelos. Na época, contudo, Gisele não se interessou pelas passarelas. Um pouco depois, porém, resolveu deixar os jogos de vôlei para se arriscar em frente às câmeras. Em 1994, ganhou o segundo lugar em uma competição de modelos em São Paulo. Em seguida, ficou na quarta colocação no concurso mundial da "Elite". Gisele viajou a Nova York onde fez a sua estreia em um "Fashion Week", para depois dar o passo em direção aos grandes nomes da moda. Suas performances nos Estados Unidos renderam enorme sucesso e ela foi recebida de braços abertos por marcas como Valentino, Zara, Bvlgari, Tommy Hilfiger, Chloe, Celine, Versace, Christian Dior, Michael Kors, Ralph Lauren, Victoria Secret e Dolce & Gabbana. Entre suas inúmeras capas de revistas estão publicações como "Allure", "Marie Claire", "Vogue", "Arena" e "Rolling Stone".
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20 de julho de 1980
No dia 20 de julho de 1980 nascia, em Horizontina (RS), a supermodelo brasileira Gisele Bündchen. Considerada a modelo mais rica do mundo, é a primeira bilionária entre suas colegas. A revista "Rolling Stone" concedeu à brasileira o prêmio de "Modelo do Ano" e "a garota mais bonita do mundo." A vida de Gisele fora das passarelas também é alvo de curiosidade. Ela manteve romances com o magnata João Paulo Diniz e com o ator Josh Hartnett, antes de iniciar seu relacionamento com o ator Leonardo Di Caprio. Depois, Gisele se casou com Tom Brady, astro do futebol norte-americano, com quem teve seu primeiro filho, Benjamin, em dezembro de 2009. No mundo empresarial, Gisele lançou sua própria marca feminina de calçados e também desenhou um colar de edição limitada para "Harpers Bazaar". Sua carreira de modelo começou aos 13 anos, quando estava caminhando na rua com a mãe e foi descoberta por um agente de modelos. Na época, contudo, Gisele não se interessou pelas passarelas. Um pouco depois, porém, resolveu deixar os jogos de vôlei para se arriscar em frente às câmeras. Em 1994, ganhou o segundo lugar em uma competição de modelos em São Paulo. Em seguida, ficou na quarta colocação no concurso mundial da "Elite". Gisele viajou a Nova York onde fez a sua estreia em um "Fashion Week", para depois dar o passo em direção aos grandes nomes da moda. Suas performances nos Estados Unidos renderam enorme sucesso e ela foi recebida de braços abertos por marcas como Valentino, Zara, Bvlgari, Tommy Hilfiger, Chloe, Celine, Versace, Christian Dior, Michael Kors, Ralph Lauren, Victoria Secret e Dolce & Gabbana. Entre suas inúmeras capas de revistas estão publicações como "Allure", "Marie Claire", "Vogue", "Arena" e "Rolling Stone".
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Nasce o pai da aviação Santos Dumont
Nasce o pai da aviação Santos Dumont
20 de julho de 1873
No dia 20 de julho de 1873 nascia em Palmira (MG), Alberto Santos Dumont conhecido como o “pai da aviação”. Entre os seus feitos está o de ter sido o primeiro homem a decolar a bordo de um avião, impulsionado por um motor. Contudo, o feito de Dumont não é uma unanimidade, já que alguns defedem que os irmãos Wright, dos EUA, teriam sido os primeiros a realizar essa proeza em 17 de dezembro de 1903. No entanto, Santos Dumont foi o primeiro a voar um circuito pré-estabelecido sob a supervisão oficial de especialistas, jornalistas e cidadãos de Paris. No dia 23 de outubro de 1906, ele voou com o seu 14-Bis cerca de 60 metros, a uma altura de dois e três metros acima do solo, no campo de Bagatelle em Paris. Em menos de um mês, repetiu o feito diante de uma multidão de testemunhas, viajando 220 metros a uma altura de seis metros. O voo do 14-Bis foi o primeiro de um aparelho mais pesado do que o ar, que voou com força própria e que recebeu a certificação do Aeroclube da França. Santos Dumont morreu no dia 23 de julho de 1932, no Guarujá (SP), após cometer suicídio aos 59 anos. Ele não deixou bilhete, mas suspeita-se que tenha ficado decepcionado ao ver aviões em combate durante a Revolução Constitucionalista de 32. Os aviões bombardearam o Campo de Marte, em São Paulo, e provavelmente teriam sobrevoado o Guarujá.
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20 de julho de 1873
No dia 20 de julho de 1873 nascia em Palmira (MG), Alberto Santos Dumont conhecido como o “pai da aviação”. Entre os seus feitos está o de ter sido o primeiro homem a decolar a bordo de um avião, impulsionado por um motor. Contudo, o feito de Dumont não é uma unanimidade, já que alguns defedem que os irmãos Wright, dos EUA, teriam sido os primeiros a realizar essa proeza em 17 de dezembro de 1903. No entanto, Santos Dumont foi o primeiro a voar um circuito pré-estabelecido sob a supervisão oficial de especialistas, jornalistas e cidadãos de Paris. No dia 23 de outubro de 1906, ele voou com o seu 14-Bis cerca de 60 metros, a uma altura de dois e três metros acima do solo, no campo de Bagatelle em Paris. Em menos de um mês, repetiu o feito diante de uma multidão de testemunhas, viajando 220 metros a uma altura de seis metros. O voo do 14-Bis foi o primeiro de um aparelho mais pesado do que o ar, que voou com força própria e que recebeu a certificação do Aeroclube da França. Santos Dumont morreu no dia 23 de julho de 1932, no Guarujá (SP), após cometer suicídio aos 59 anos. Ele não deixou bilhete, mas suspeita-se que tenha ficado decepcionado ao ver aviões em combate durante a Revolução Constitucionalista de 32. Os aviões bombardearam o Campo de Marte, em São Paulo, e provavelmente teriam sobrevoado o Guarujá.
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Inicia-se o movimento Grande Medo
Inicia-se o movimento Grande Medo
20 de julho de 1789
O Grande Medo foi um movimento popular que se desenvolveu na França entre 20 de Julho e 6 de Agosto de 1789. Originou-se nas províncias francesas devido a rumores sobre conspirações aristocráticas e pela emoção que as notícias provenientes de Paris provocaram entre os camponeses. Espalhou-se a notícia de que a aristocracia estava contratando bandidos para que percorressem os campos cortando o trigo verde e estragando a colheita. Acreditava-se ainda, que os nobres proprietários estavam monopolizando o grão para o vender a um preço mais alto. O medo estendeu-se com rapidez e produziram-se revoltas de modo quase simultâneo. Os camponeses organizaram-se em grupos, saquearam e incendiaram as propriedades dos senhorios.
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20 de julho de 1789
O Grande Medo foi um movimento popular que se desenvolveu na França entre 20 de Julho e 6 de Agosto de 1789. Originou-se nas províncias francesas devido a rumores sobre conspirações aristocráticas e pela emoção que as notícias provenientes de Paris provocaram entre os camponeses. Espalhou-se a notícia de que a aristocracia estava contratando bandidos para que percorressem os campos cortando o trigo verde e estragando a colheita. Acreditava-se ainda, que os nobres proprietários estavam monopolizando o grão para o vender a um preço mais alto. O medo estendeu-se com rapidez e produziram-se revoltas de modo quase simultâneo. Os camponeses organizaram-se em grupos, saquearam e incendiaram as propriedades dos senhorios.
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Nasce Francesco Petrarca
Nasce Francesco Petrarca
20 de julho de 1304
Francesco Petrarca nasceu em 20 de Julho de 1304 e faleceu em 18 de 1374. Foi um lírico e humanista italiano, cuja poesia influiu em autores como Lope de Vega, Francisco de Quevedo, Luis de Góngora na Espanha, William Shakespeare e Edmund Spenser. Tão influente como as novas formas que trouxe à poesia, foi sua concepção humanista, na qual se unia o cristianismo com a cultura clássica. Sua principal obra foi o Canzoniere, publicado originariamente com o nome de "Rime in vita e Rime in morte de Madonna Laura" e que foi sendo ampliado com o transcorrer dos anos. Posteriormente, denominou-se Cancioneiro petrarquista às coleções de poemas líricos criadas por diferentes autores. Petrarca foi autor também do poema épico "África", dedicado ao conquistador romano Escipión, e também de uma coleção de biografias de personagens ilustres.
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20 de julho de 1304
Francesco Petrarca nasceu em 20 de Julho de 1304 e faleceu em 18 de 1374. Foi um lírico e humanista italiano, cuja poesia influiu em autores como Lope de Vega, Francisco de Quevedo, Luis de Góngora na Espanha, William Shakespeare e Edmund Spenser. Tão influente como as novas formas que trouxe à poesia, foi sua concepção humanista, na qual se unia o cristianismo com a cultura clássica. Sua principal obra foi o Canzoniere, publicado originariamente com o nome de "Rime in vita e Rime in morte de Madonna Laura" e que foi sendo ampliado com o transcorrer dos anos. Posteriormente, denominou-se Cancioneiro petrarquista às coleções de poemas líricos criadas por diferentes autores. Petrarca foi autor também do poema épico "África", dedicado ao conquistador romano Escipión, e também de uma coleção de biografias de personagens ilustres.
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
Aos 103 anos, morre a atriz e humorista Dercy Gonçalves
Aos 103 anos, morre a atriz e humorista Dercy Gonçalves
19 de julho de 2008
No dia 19 de julho de 2008 morria, aos 103 anos, no Rio de Janeiro, Dolores Gonçalves Costa, mais conhecida como Dercy Gonçalves, atriz, humorista e cantora que ficou conhecida por suas atuações no cinema nacional entre 1950 e 1960. Ela entrou para o Guinness Book como a atriz com maior tempo de carreira na história: 86 anos.Nascida na cidade de Santa Maria Madalena (RJ), no dia 23 de junho de 1907, ela chegou ao auge da carreira nos anos 60, quando se tornou a atriz mais bem paga da TV Excelsior. Depois, entre 1966 a 1969, apresentou um programa de auditório de sucesso na TV Globo, chamado Dercy de Verdade (1966-1969). O programa, contudo, saiu do ar por conta da censura com o AI-5. Mais tarde, nos anos 80, ela passou a integrar corpos de jurados em programas populares e participou de algumas novelas.Em 1991, Dercy foi tema do samba-enredo "Bravíssimo - Dercy Gonçalves, o retrato de um povo", pela escola Unidos do Viradouro. Neste desfile, Dercy causou polêmica ao desfilar com os seios à mostra. Após sua morte, o estado do Rio de Janeiro decretou luto oficial de três dias.
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19 de julho de 2008
No dia 19 de julho de 2008 morria, aos 103 anos, no Rio de Janeiro, Dolores Gonçalves Costa, mais conhecida como Dercy Gonçalves, atriz, humorista e cantora que ficou conhecida por suas atuações no cinema nacional entre 1950 e 1960. Ela entrou para o Guinness Book como a atriz com maior tempo de carreira na história: 86 anos.Nascida na cidade de Santa Maria Madalena (RJ), no dia 23 de junho de 1907, ela chegou ao auge da carreira nos anos 60, quando se tornou a atriz mais bem paga da TV Excelsior. Depois, entre 1966 a 1969, apresentou um programa de auditório de sucesso na TV Globo, chamado Dercy de Verdade (1966-1969). O programa, contudo, saiu do ar por conta da censura com o AI-5. Mais tarde, nos anos 80, ela passou a integrar corpos de jurados em programas populares e participou de algumas novelas.Em 1991, Dercy foi tema do samba-enredo "Bravíssimo - Dercy Gonçalves, o retrato de um povo", pela escola Unidos do Viradouro. Neste desfile, Dercy causou polêmica ao desfilar com os seios à mostra. Após sua morte, o estado do Rio de Janeiro decretou luto oficial de três dias.
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Morre a cantora de samba Clementina de Jesus
Morre a cantora de samba Clementina de Jesus
19 de julho de 1987
No dia 19 de julho de 1987 morria, no Rio de Janeiro, vitima de um derrame, Clementina de Jesus da Silva, cantora de samba. Depois de trabalhar quase 20 anos como empregada doméstica, ela deu início à carreira musical aos 63 anos. Nascida no dia 7 de fevereiro de 1901, em Valença (RJ), seu talento foi descoberto pelo compositor Hermínio Bello de Carvalho, em 1963, que a levou para participar do show Rosa de Ouro.
Considerada rainha do partido alto e com um timbre de voz inconfundível, foi homenageada por Elton Medeiros com o partido "Clementina, Cadê Você?" e foi cantada por Clara Nunes com o "P.C.J, Partido Clementina de Jesus", em 1977, do compositor da Portela Candeia. Durante sua carreira, gravou cinco discos solo. Em 1983 foi homenageada por Paulinho da Viola, João Nogueira, Elizeth Cardoso, entre outros, em um espetáculo no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Apesar de não ter sido um sucesso em vendas com os seus discos, ela foi bastante aclamada entre os cantores da MPB, tanto que João Bosco, Milton Nascimento e Alceu Valença registraram sua voz em seus álbuns.
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19 de julho de 1987
No dia 19 de julho de 1987 morria, no Rio de Janeiro, vitima de um derrame, Clementina de Jesus da Silva, cantora de samba. Depois de trabalhar quase 20 anos como empregada doméstica, ela deu início à carreira musical aos 63 anos. Nascida no dia 7 de fevereiro de 1901, em Valença (RJ), seu talento foi descoberto pelo compositor Hermínio Bello de Carvalho, em 1963, que a levou para participar do show Rosa de Ouro.
Considerada rainha do partido alto e com um timbre de voz inconfundível, foi homenageada por Elton Medeiros com o partido "Clementina, Cadê Você?" e foi cantada por Clara Nunes com o "P.C.J, Partido Clementina de Jesus", em 1977, do compositor da Portela Candeia. Durante sua carreira, gravou cinco discos solo. Em 1983 foi homenageada por Paulinho da Viola, João Nogueira, Elizeth Cardoso, entre outros, em um espetáculo no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Apesar de não ter sido um sucesso em vendas com os seus discos, ela foi bastante aclamada entre os cantores da MPB, tanto que João Bosco, Milton Nascimento e Alceu Valença registraram sua voz em seus álbuns.
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Nasce o pintor impressionista Edgar Degas
Nasce o pintor impressionista Edgar Degas
19 de julho de 1834
No dia 19 de julho de 1834 nascia, em Paris, o pintor Edgar Degas, mais conhecido por sua pinturas sonhadoras e por suas esculturas em bronze de bailarinas. Em seu lado menos conhecido, contudo, o pintor revela seu mundo solitário e de isolamento, como é o caso do autorretrato de 1855, quando aparece fraco e apático. Degas era conhecido por ser mal-humorado e antissocial. Ele acreditava que "o artista deve viver na solidão e sua vida pessoal deve ser preservada". Este empenho pela arte resultou em uma pintura surpreendente e fundamental para o impressionismo francês, que transformou a arte para sempre. Ao longo dos anos, Degas nunca se casou e se isolou dos amigos. No final de sua vida, quase cego, passou os últimos anos de sua vida vagando pelas ruas de Paris. Ele morreu no dia 27 de setembro de 1917.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
19 de julho de 1834
No dia 19 de julho de 1834 nascia, em Paris, o pintor Edgar Degas, mais conhecido por sua pinturas sonhadoras e por suas esculturas em bronze de bailarinas. Em seu lado menos conhecido, contudo, o pintor revela seu mundo solitário e de isolamento, como é o caso do autorretrato de 1855, quando aparece fraco e apático. Degas era conhecido por ser mal-humorado e antissocial. Ele acreditava que "o artista deve viver na solidão e sua vida pessoal deve ser preservada". Este empenho pela arte resultou em uma pintura surpreendente e fundamental para o impressionismo francês, que transformou a arte para sempre. Ao longo dos anos, Degas nunca se casou e se isolou dos amigos. No final de sua vida, quase cego, passou os últimos anos de sua vida vagando pelas ruas de Paris. Ele morreu no dia 27 de setembro de 1917.
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Travou-se a Batalha de Bailén
Travou-se a Batalha de Bailén
19 de julho de 1808
A Batalha de Bailén foi travada durante a Guerra da Independência Espanhola e impôs a primeira derrota na história do potentíssimo exército napoleônico. Teve como data o dia 19 de Julho de 1808 e ocorreu junto à cidade de Bailén (Espanha). Enfrentaram-se o exército francês, com cerca de 21.000 soldados ao comando do general francês Dupont, com o espanhol ligeiramente mais numeroso, com 24.000 soldados às ordens do militar espanhol Castaños. O exército francês foi derrotado e feito prisioneiro. A derrota do geral Dupont em Bailén teve graves conseqüências para o esforço de guerra dos franceses. A notícia estendeu-se por toda a península e forçou o rei José I Bonaparte a abandonar Madri, acabando também com a crença na aparente invencibilidade dos franceses.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
19 de julho de 1808
A Batalha de Bailén foi travada durante a Guerra da Independência Espanhola e impôs a primeira derrota na história do potentíssimo exército napoleônico. Teve como data o dia 19 de Julho de 1808 e ocorreu junto à cidade de Bailén (Espanha). Enfrentaram-se o exército francês, com cerca de 21.000 soldados ao comando do general francês Dupont, com o espanhol ligeiramente mais numeroso, com 24.000 soldados às ordens do militar espanhol Castaños. O exército francês foi derrotado e feito prisioneiro. A derrota do geral Dupont em Bailén teve graves conseqüências para o esforço de guerra dos franceses. A notícia estendeu-se por toda a península e forçou o rei José I Bonaparte a abandonar Madri, acabando também com a crença na aparente invencibilidade dos franceses.
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Morre o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre
Morre o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre
18 de julho de 1987
No dia 18 de julho de 1987 morria, em Recife (PE), Gilberto de Mello Freyre, sociólogo, antropólogo, historiador, escritor e pintor brasileiro. Ele foi um dos pioneiros no estudo histórico e sociológico dos territórios de colonização portuguesa como um todo.
Nascido em 15 de março de 1900, na capital pernambucana, ele estudou na Universidade de Columbia, nos EUA e, em 1922, publicou sua tese de mestrado "Social life in Brazil in the middle of the 19th century" (Vida social no Brasil nos meados do século XIX). Contudo, sua obra mais conhecida é o livro Casa Grande & Senzala (1933), escrito em Portugal. Gilberto Freire também é autor de poesias como "Bahia de todos os santos e de quase todos os pecados".
Ele escreveu outros livros que têm Portugal como tema principal. São os casos dos livros "O Mundo que o Português Criou" e o "O Luso e o Trópico".
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
18 de julho de 1987
No dia 18 de julho de 1987 morria, em Recife (PE), Gilberto de Mello Freyre, sociólogo, antropólogo, historiador, escritor e pintor brasileiro. Ele foi um dos pioneiros no estudo histórico e sociológico dos territórios de colonização portuguesa como um todo.
Nascido em 15 de março de 1900, na capital pernambucana, ele estudou na Universidade de Columbia, nos EUA e, em 1922, publicou sua tese de mestrado "Social life in Brazil in the middle of the 19th century" (Vida social no Brasil nos meados do século XIX). Contudo, sua obra mais conhecida é o livro Casa Grande & Senzala (1933), escrito em Portugal. Gilberto Freire também é autor de poesias como "Bahia de todos os santos e de quase todos os pecados".
Ele escreveu outros livros que têm Portugal como tema principal. São os casos dos livros "O Mundo que o Português Criou" e o "O Luso e o Trópico".
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Nasce Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul
Nasce Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul
18 de julho de 1918
No dia 18 de julho de 1918 nascia em Mvezo, na África do Sul, Nelson Rolihlahla Mandela, o ex-líder rebelde, ex-presidente da África do Sul entre 1994 e 1999 e vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 1993. Mandela representou a luta contra o Apartheid, sistema racista oficializado em 1948.
Com formação acadêmica em Direito, ele prestou ao longo da sua vida serviços à humanidade e defendeu os direitos humanos. Quando jovem, defendia a resistência não violenta. Foi julgado por traição, fugiu da polícia e recebeu a pena de prisão perpétua que resultou no seu encarceramento por 25 anos. Deixou a cadeia apenas em 1990, para então tornar-se o presidente da África do Sul e conduzir uma política de igualdade e democracia no país. A figura de Mandela e sua luta durante a vida inspiraram vários filmes e livros. Recentemente ele lutou contra um câncer da próstata.
Durante a Copa da África em 2010, muitos aguardavam ansiosos pela sua presença na competição, contudo, um acidente de carro que matou sua neta justamente após o show de abertura da Copa deixou Mandela de luto. Ele apenas compareceu pouco antes da partida final, por apenas três minutos, para um breve aceno ao público.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
18 de julho de 1918
No dia 18 de julho de 1918 nascia em Mvezo, na África do Sul, Nelson Rolihlahla Mandela, o ex-líder rebelde, ex-presidente da África do Sul entre 1994 e 1999 e vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 1993. Mandela representou a luta contra o Apartheid, sistema racista oficializado em 1948.
Com formação acadêmica em Direito, ele prestou ao longo da sua vida serviços à humanidade e defendeu os direitos humanos. Quando jovem, defendia a resistência não violenta. Foi julgado por traição, fugiu da polícia e recebeu a pena de prisão perpétua que resultou no seu encarceramento por 25 anos. Deixou a cadeia apenas em 1990, para então tornar-se o presidente da África do Sul e conduzir uma política de igualdade e democracia no país. A figura de Mandela e sua luta durante a vida inspiraram vários filmes e livros. Recentemente ele lutou contra um câncer da próstata.
Durante a Copa da África em 2010, muitos aguardavam ansiosos pela sua presença na competição, contudo, um acidente de carro que matou sua neta justamente após o show de abertura da Copa deixou Mandela de luto. Ele apenas compareceu pouco antes da partida final, por apenas três minutos, para um breve aceno ao público.
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Império brasileiro anexa a região do atual Uruguai
Império brasileiro anexa a região do atual Uruguai
18 de julho de 1821
Em agosto de 1816, o império brasileiro aproveitou que as Províncias Unidas estavam em guerra contra os realistas para anexar a chamada Banda Oriental do Uruguai. Desta maneira, um poderoso exército invadiu o território uruguaio e, no dia 18 de julho de 1821, um grupo de orientais, partidários dos brasileiros encabeçados por Fructuoso Rivera, declarou a formação da Província Cisplatina e sua incorporação aos Império Brasileiro. Em contrapartida, José Gervásio Artigas e Juan Antonio Lavalleja formaram uma força de libertação que deu início a uma grande luta contra as forças de ocupação. A invasão levaria à guerra entre Brasil e as Províncias Unidas com o triunfo das forças argentinas e, em seguida, à formação da República Oriental do Uruguai, em 1828.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
18 de julho de 1821
Em agosto de 1816, o império brasileiro aproveitou que as Províncias Unidas estavam em guerra contra os realistas para anexar a chamada Banda Oriental do Uruguai. Desta maneira, um poderoso exército invadiu o território uruguaio e, no dia 18 de julho de 1821, um grupo de orientais, partidários dos brasileiros encabeçados por Fructuoso Rivera, declarou a formação da Província Cisplatina e sua incorporação aos Império Brasileiro. Em contrapartida, José Gervásio Artigas e Juan Antonio Lavalleja formaram uma força de libertação que deu início a uma grande luta contra as forças de ocupação. A invasão levaria à guerra entre Brasil e as Províncias Unidas com o triunfo das forças argentinas e, em seguida, à formação da República Oriental do Uruguai, em 1828.
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Morre Michelangelo Merisi Caravaggio
Morre Michelangelo Merisi
18 de julho de 1610
Michelangelo Merisi da Caravaggio nasceu em 29 de Setembro de 1571 e faleceu em 18 de Julho de 1610. Foi um pintor italiano considerado como o primeiro grande expoente da pintura barroca. Produziu em sua maioria pinturas religiosas. Com freqüência escandalizava e suas telas eram recusadas por seus clientes. Duas das reprovações habituais eram o realismo de suas figuras religiosas beirando o naturalismo, e a escolha de seus modelos entre pessoas de baixa condição. A pintura de Caravaggio que maior escândalo causou perante os olhos da Igreja foi A Morte da Virgem, pela representação realista do corpo da Virgem Maria, com o ventre inchado, obra que foi acompanhada de irritantes rumores segundo os quais o modelo teria sido o cadáver de uma prostituta grávida afogada. Desta forma, a consideração que a Igreja Católica tinha por Caravaggio e seus quadros oscilou de um extremo a outro da sua carreira entre a acolhida entusiasta e a rejeição absoluta.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 21\07\2012.
18 de julho de 1610
Michelangelo Merisi da Caravaggio nasceu em 29 de Setembro de 1571 e faleceu em 18 de Julho de 1610. Foi um pintor italiano considerado como o primeiro grande expoente da pintura barroca. Produziu em sua maioria pinturas religiosas. Com freqüência escandalizava e suas telas eram recusadas por seus clientes. Duas das reprovações habituais eram o realismo de suas figuras religiosas beirando o naturalismo, e a escolha de seus modelos entre pessoas de baixa condição. A pintura de Caravaggio que maior escândalo causou perante os olhos da Igreja foi A Morte da Virgem, pela representação realista do corpo da Virgem Maria, com o ventre inchado, obra que foi acompanhada de irritantes rumores segundo os quais o modelo teria sido o cadáver de uma prostituta grávida afogada. Desta forma, a consideração que a Igreja Católica tinha por Caravaggio e seus quadros oscilou de um extremo a outro da sua carreira entre a acolhida entusiasta e a rejeição absoluta.
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Caravaggio
Caravaggio
Michelangelo Merisi da Caravaggio (Caravaggio, 29 de Setembro de 1571 – Porto Ercole, comuna de Monte Argentario, 18 de Julho de 1610) foi um pintor italiano atuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília, entre 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista barroco, estilo do qual foi o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal da sua família, do qual adotou-o como seu nome artístico.[1]
Introdução
"Após vários anos de trabalho, Caravaggio andou de cidade em cidade servindo vários senhores importantes. É um trabalhador incansável, porém orgulhoso, teimoso e sempre disposto a participar em discussões e a envolver-se em brigas, o que se torna difícil conviver com ele". -Floris Claes van Dijk
Exceto em suas primeiras obras, Caravaggio pintou fundamentalmente temas religiosos. No entanto, foram várias as vezes em que as suas pinturas feriam as susceptibilidades dos seus clientes. Nos seus quadros, em vez de adoptar nas suas pinturas belas figuras etéreas, delicadas, para representar acontecimentos e personagens da Bíblia, preferia escolher por entre o povo, modelos humanos tais como prostitutas, crianças de ruas e mendigos, que posavam como personagens para as suas obras.
Em a "Flagelação de Cristo" compôs uma coreografia com contrastes de claro-escuro, onde Cristo se aprentava num movimento de total abandono, conseguindo uma composição de beleza carismática. Já em "São João Batista", demonstra um jovem de olhar provocador - julgava-se que esse modelo era um dos seus amantes. Caravaggio, procurou a realidade palpável e concreta da representação. Utilizou como modelos, figuras humanas, sem qualquer receio de representar a feiura, a deformidade em cenas provocadoras, características essas que distingue as suas obras. Tudo isso chocou os seus contemporâneos, pela rudez das suas pinturas. Dos efeitos que Caravaggio dava aos quadros originou "Tenebrismo" , onde os tons terrosos contrastam com os fortes pontos de luz.
[editar] Vida
A Captura de Cristo, 1602, Galeria Nacional da Irlanda
Durante sua vida, Caravaggio era considerado enigmático, fascinante e perigoso. Nascido no Ducado de Milão, onde seu pai, Fermo Merisi, era administrador e arquiteto-decorador do marquês de Caravaggio, Michelangelo Merisi surgiu na cena artística romana em 1600 e, desde então, nunca lhe faltaram comissões ou patronos.
Porém ele lidou com seu sucesso de maneira atroz. Uma nota precocemente publicada sobre ele, em 1604, descrevia seu estilo de vida três anos antes: "após uma quinzena de trabalho, ele irá vagar por um mês ou dois com uma espada a seu lado e um servo o seguindo, de um salão de baile para outro, sempre pronto para se envolver em alguma luta ou discussão, de tal maneira que é bastante torpe acompanhá-lo." (Floris Claes van Dijk; Roma, 1601)
Considerado um farrista inconseqüente, ele vivia com problemas com a polícia, sem dinheiro e buscava brigas nos pulgueiros da cidade. Em 1606, matou um jovem durante uma briga e foge de Roma, com a cabeça a prêmio. Passou por Nápoles, depois por Malta e pela Sicília, onde pintou telas de lirismo transfigurado, como: A ressurreição de Lázaro (Messina), na qual, sob o pavor de um imenso espaço vazio, um raio de luz rasante parece imobilizar o drama sagrado.
Em Malta (1608) envolveu-se em outra briga, e mais outra em Nápoles (1609), possivelmente um atentado premeditado contra a sua vida devido suas ações, por inimigos nunca identificados. No ano seguinte, após uma carreira de pouco mais do que uma década, Caravaggio estava morto, aos 38 anos.
[editar] Características da obra
The Sacrifice of Isaac by Caravaggio.jpg David with the Head of Goliath-Caravaggio (1610).jpg Caravaggio - Cena in Emmaus.jpg
O sacrifício de Isaac, Davi com a cabeça de Golias e A ceia de Emaús
Uso da luz e sombras
Caravaggio tomava emprestada a imagem de pessoas comuns das ruas de Roma para retratar Maria e os apóstolos. A sua inspiração estava entre comerciantes, prostitutas, marinheiros, todo o tipo de pessoas que não eram de nobre estirpe e que tivessem grande expressão, como as suas obras retratam. Talvez tenha sido um dos primeiros artistas a saber conciliar a arte com o mitológico "ministério de Jesus", que, segundo a lenda, aconteceu exatamente entre pescadores, lavradores e prostitutas.[2]
O artista levou este princípio estético às últimas consequências, a ponto de ter sido acusado de usar o corpo de uma prostituta fisgada morta do rio Tibre para pintar A Morte da Virgem. Esta foi uma das duas mais importantes características das suas pinturas: retratar o aspecto mundano dos eventos bíblicos, usando o povo comum das ruas de Roma.
A outra característica marcante foi a dimensão e impacto realista que ele deu aos seus quadros, ao usar um fundo sempre raso, obscuro, muitas vezes totalmente negro, e agrupar a cena em primeiro plano com focos intenso de luz sobre os detalhes, geralmente os rostos. Este uso de sombra e luz é marcante em seus quadros e atrai o observador para dentro da cena - como fica bem demonstrado em A Ceia em casa de Emmaus. Os efeitos de iluminação que Caravaggio criou receberam um nome específico: tenebrismo.
Na obra "David com a cabeça de Golias", uma cabeça decapitada, onde ele mesmo é o Golias, um sanguinário grotesco, um monstro. Na decapitação de João Batista, o mal era representado por outra pessoa. Aqui, é Caravaggio quem personifica a maldade. Na espada de David, foi escrito Humilitas Occedit Superbiam ("A Humildade Conquista o Mundo"). Uma batalha que tem sido travada dentro da cabeça de Caravaggio, entre os dois lados opostos do pintor retratado nesta fascinante obra.
Caravaggio-The Conversion on the Way to Damascus.jpg Michelangelo Caravaggio 025.jpg Crucifixion of Saint Peter-Caravaggio (c.1600).jpg
A conversão de São Paulo a caminho de Damasco, Descanso na fuga para o Egito e A crucificação de São Pedro
Visão mais obscura e realista das escrituras sagradas
Caravaggio reagiu às convenções do maneirismo e opôs a elas uma pintura natural, direta, e até mesmo brutal, que pela sua franqueza renovou a natureza morta (Cesta de frutas - 1596), e as cenas profanas (Baco, 1593-1594), bem como os temas religiosos (Descanso durante fuga para o Egito, 1594-1596). Os contrastes de forma e luz sublinham formas maciças que, na maior parte de suas obras, emergem vigorosamente de um fundo negro.
No fim do Renascimento, os grandes mestres caminhavam para uma visão mais obscura e realista das escrituras sagradas, como se vê principalmente em A Conversão de São Paulo e no Martírio de São Pedro - afrescos de Michelangelo Buonarroti, realizados na Cappella Paolina, no Palácio Vaticano. Caravaggio pintou versões próprias desses temas - A conversão de São Paulo, a caminho de Damasco e Crucificação de São Pedro - que ilustram bem como foi capaz de igualar, senão de superar seus mestres.
Michelangelo Caravaggio 019.jpg Michelangelo Caravaggio 007.jpg The Fortune Teller-Caravaggio (Louvre).jpg
Cesta de frutas, Baco, A crucificação de São Pedro e Leitora da fortuna
Natureza morta, temas profanos e temas quotidianos
[editar] Obras
* A Galleria Nazionale d'Arte Antica, no Palazzo Barberini, conserva, além do Narciso e de Judite e Holoferne, de Caravaggio, setenta pinturas caravaggescas, que permitem acompanhar a parábola da pintura naturalística desde o seu início, nos primórdios do século XVII, com O amor sacro e o amor profano de Baglioni (1602), até seu declínio, nos anos 1630.
* Pequeno Baco doente (1593-1594) - Galeria Borghese, Roma
* Baco (1593-1594) - Uffizi, Florença
* Tocador de Alaúde (1594) - Museu Ermitage, São Petersburgo
* Canastra de Fruta (1595) - Pinacoteca Ambrosiana, Milão
* Repouso na Fuga para o Egito (1595-1596) - Galeria Doria Pamphili, Roma
* A Ceia em Emmaus (1596) - National Gallery, Londres
* Invocação de São Mateus (1599-1600) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma
* A Prisão de Cristo (1602) - National Gallery da Irlanda, Dublin
* A Inspiração de São Mateus (c. 1602) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma
* Martírio de São Mateus (1599-1600) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma
* Crucificação de São Pedro (1600-1601) - Capela Cerasi, Igreja de Santa Maria del Popolo, Roma
* O Sacrifício de Isaac (1603)
* Conversão de São Paulo (1600-1601) - Capela Cerasi, Igreja de Santa Maria del Popolo, Roma
* Deposição (1602-1604) - Igreja Nova, actual Igreja de Santa Maria della Vallicella, Vaticano
* Nossa Senhora do Rosário (1607) - Museu de História da Arte, Viena
* Sete Obras de Misericórdia (1607) - Pio Monte della Misericordia, Nápoles
* João Batista (João no deserto) (c. 1604) - Nelson-Atkins Museum of Art, Kansas City, Missouri, EUA
* Degolação de Baptista (1608) - Catedral da Valletta, Valletta, Malta
* Ressurreição de Lázaro (1608-1609) - Museu Nacional, Messina
Flagelação de Cristo, 1607, Reggia di Capodimonte.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caravaggio. ACESSO EM 21\07\2012.
Michelangelo Merisi da Caravaggio (Caravaggio, 29 de Setembro de 1571 – Porto Ercole, comuna de Monte Argentario, 18 de Julho de 1610) foi um pintor italiano atuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília, entre 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista barroco, estilo do qual foi o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal da sua família, do qual adotou-o como seu nome artístico.[1]
Introdução
"Após vários anos de trabalho, Caravaggio andou de cidade em cidade servindo vários senhores importantes. É um trabalhador incansável, porém orgulhoso, teimoso e sempre disposto a participar em discussões e a envolver-se em brigas, o que se torna difícil conviver com ele". -Floris Claes van Dijk
Exceto em suas primeiras obras, Caravaggio pintou fundamentalmente temas religiosos. No entanto, foram várias as vezes em que as suas pinturas feriam as susceptibilidades dos seus clientes. Nos seus quadros, em vez de adoptar nas suas pinturas belas figuras etéreas, delicadas, para representar acontecimentos e personagens da Bíblia, preferia escolher por entre o povo, modelos humanos tais como prostitutas, crianças de ruas e mendigos, que posavam como personagens para as suas obras.
Em a "Flagelação de Cristo" compôs uma coreografia com contrastes de claro-escuro, onde Cristo se aprentava num movimento de total abandono, conseguindo uma composição de beleza carismática. Já em "São João Batista", demonstra um jovem de olhar provocador - julgava-se que esse modelo era um dos seus amantes. Caravaggio, procurou a realidade palpável e concreta da representação. Utilizou como modelos, figuras humanas, sem qualquer receio de representar a feiura, a deformidade em cenas provocadoras, características essas que distingue as suas obras. Tudo isso chocou os seus contemporâneos, pela rudez das suas pinturas. Dos efeitos que Caravaggio dava aos quadros originou "Tenebrismo" , onde os tons terrosos contrastam com os fortes pontos de luz.
[editar] Vida
A Captura de Cristo, 1602, Galeria Nacional da Irlanda
Durante sua vida, Caravaggio era considerado enigmático, fascinante e perigoso. Nascido no Ducado de Milão, onde seu pai, Fermo Merisi, era administrador e arquiteto-decorador do marquês de Caravaggio, Michelangelo Merisi surgiu na cena artística romana em 1600 e, desde então, nunca lhe faltaram comissões ou patronos.
Porém ele lidou com seu sucesso de maneira atroz. Uma nota precocemente publicada sobre ele, em 1604, descrevia seu estilo de vida três anos antes: "após uma quinzena de trabalho, ele irá vagar por um mês ou dois com uma espada a seu lado e um servo o seguindo, de um salão de baile para outro, sempre pronto para se envolver em alguma luta ou discussão, de tal maneira que é bastante torpe acompanhá-lo." (Floris Claes van Dijk; Roma, 1601)
Considerado um farrista inconseqüente, ele vivia com problemas com a polícia, sem dinheiro e buscava brigas nos pulgueiros da cidade. Em 1606, matou um jovem durante uma briga e foge de Roma, com a cabeça a prêmio. Passou por Nápoles, depois por Malta e pela Sicília, onde pintou telas de lirismo transfigurado, como: A ressurreição de Lázaro (Messina), na qual, sob o pavor de um imenso espaço vazio, um raio de luz rasante parece imobilizar o drama sagrado.
Em Malta (1608) envolveu-se em outra briga, e mais outra em Nápoles (1609), possivelmente um atentado premeditado contra a sua vida devido suas ações, por inimigos nunca identificados. No ano seguinte, após uma carreira de pouco mais do que uma década, Caravaggio estava morto, aos 38 anos.
[editar] Características da obra
The Sacrifice of Isaac by Caravaggio.jpg David with the Head of Goliath-Caravaggio (1610).jpg Caravaggio - Cena in Emmaus.jpg
O sacrifício de Isaac, Davi com a cabeça de Golias e A ceia de Emaús
Uso da luz e sombras
Caravaggio tomava emprestada a imagem de pessoas comuns das ruas de Roma para retratar Maria e os apóstolos. A sua inspiração estava entre comerciantes, prostitutas, marinheiros, todo o tipo de pessoas que não eram de nobre estirpe e que tivessem grande expressão, como as suas obras retratam. Talvez tenha sido um dos primeiros artistas a saber conciliar a arte com o mitológico "ministério de Jesus", que, segundo a lenda, aconteceu exatamente entre pescadores, lavradores e prostitutas.[2]
O artista levou este princípio estético às últimas consequências, a ponto de ter sido acusado de usar o corpo de uma prostituta fisgada morta do rio Tibre para pintar A Morte da Virgem. Esta foi uma das duas mais importantes características das suas pinturas: retratar o aspecto mundano dos eventos bíblicos, usando o povo comum das ruas de Roma.
A outra característica marcante foi a dimensão e impacto realista que ele deu aos seus quadros, ao usar um fundo sempre raso, obscuro, muitas vezes totalmente negro, e agrupar a cena em primeiro plano com focos intenso de luz sobre os detalhes, geralmente os rostos. Este uso de sombra e luz é marcante em seus quadros e atrai o observador para dentro da cena - como fica bem demonstrado em A Ceia em casa de Emmaus. Os efeitos de iluminação que Caravaggio criou receberam um nome específico: tenebrismo.
Na obra "David com a cabeça de Golias", uma cabeça decapitada, onde ele mesmo é o Golias, um sanguinário grotesco, um monstro. Na decapitação de João Batista, o mal era representado por outra pessoa. Aqui, é Caravaggio quem personifica a maldade. Na espada de David, foi escrito Humilitas Occedit Superbiam ("A Humildade Conquista o Mundo"). Uma batalha que tem sido travada dentro da cabeça de Caravaggio, entre os dois lados opostos do pintor retratado nesta fascinante obra.
Caravaggio-The Conversion on the Way to Damascus.jpg Michelangelo Caravaggio 025.jpg Crucifixion of Saint Peter-Caravaggio (c.1600).jpg
A conversão de São Paulo a caminho de Damasco, Descanso na fuga para o Egito e A crucificação de São Pedro
Visão mais obscura e realista das escrituras sagradas
Caravaggio reagiu às convenções do maneirismo e opôs a elas uma pintura natural, direta, e até mesmo brutal, que pela sua franqueza renovou a natureza morta (Cesta de frutas - 1596), e as cenas profanas (Baco, 1593-1594), bem como os temas religiosos (Descanso durante fuga para o Egito, 1594-1596). Os contrastes de forma e luz sublinham formas maciças que, na maior parte de suas obras, emergem vigorosamente de um fundo negro.
No fim do Renascimento, os grandes mestres caminhavam para uma visão mais obscura e realista das escrituras sagradas, como se vê principalmente em A Conversão de São Paulo e no Martírio de São Pedro - afrescos de Michelangelo Buonarroti, realizados na Cappella Paolina, no Palácio Vaticano. Caravaggio pintou versões próprias desses temas - A conversão de São Paulo, a caminho de Damasco e Crucificação de São Pedro - que ilustram bem como foi capaz de igualar, senão de superar seus mestres.
Michelangelo Caravaggio 019.jpg Michelangelo Caravaggio 007.jpg The Fortune Teller-Caravaggio (Louvre).jpg
Cesta de frutas, Baco, A crucificação de São Pedro e Leitora da fortuna
Natureza morta, temas profanos e temas quotidianos
[editar] Obras
* A Galleria Nazionale d'Arte Antica, no Palazzo Barberini, conserva, além do Narciso e de Judite e Holoferne, de Caravaggio, setenta pinturas caravaggescas, que permitem acompanhar a parábola da pintura naturalística desde o seu início, nos primórdios do século XVII, com O amor sacro e o amor profano de Baglioni (1602), até seu declínio, nos anos 1630.
* Pequeno Baco doente (1593-1594) - Galeria Borghese, Roma
* Baco (1593-1594) - Uffizi, Florença
* Tocador de Alaúde (1594) - Museu Ermitage, São Petersburgo
* Canastra de Fruta (1595) - Pinacoteca Ambrosiana, Milão
* Repouso na Fuga para o Egito (1595-1596) - Galeria Doria Pamphili, Roma
* A Ceia em Emmaus (1596) - National Gallery, Londres
* Invocação de São Mateus (1599-1600) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma
* A Prisão de Cristo (1602) - National Gallery da Irlanda, Dublin
* A Inspiração de São Mateus (c. 1602) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma
* Martírio de São Mateus (1599-1600) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma
* Crucificação de São Pedro (1600-1601) - Capela Cerasi, Igreja de Santa Maria del Popolo, Roma
* O Sacrifício de Isaac (1603)
* Conversão de São Paulo (1600-1601) - Capela Cerasi, Igreja de Santa Maria del Popolo, Roma
* Deposição (1602-1604) - Igreja Nova, actual Igreja de Santa Maria della Vallicella, Vaticano
* Nossa Senhora do Rosário (1607) - Museu de História da Arte, Viena
* Sete Obras de Misericórdia (1607) - Pio Monte della Misericordia, Nápoles
* João Batista (João no deserto) (c. 1604) - Nelson-Atkins Museum of Art, Kansas City, Missouri, EUA
* Degolação de Baptista (1608) - Catedral da Valletta, Valletta, Malta
* Ressurreição de Lázaro (1608-1609) - Museu Nacional, Messina
Flagelação de Cristo, 1607, Reggia di Capodimonte.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caravaggio. ACESSO EM 21\07\2012.
Origem do Dia do Amigo
Origem do Dia do Amigo
Dia do amigo
O dia do amigo foi adotado em Buenos Aires, Argentina, com o Decreto nº 235/79,
sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.
Foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro.
Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo.
Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema
"meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro".
No Brasil, o dia 20 de Julho também foi adotado como sendo o dia do Amigo.
Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo,
o dia 20 de julho é o Dia do Amigo,
é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.
Dia da Amizade
Em outros países, tais como os Estados Unidos,
comemora-se, no primeiro domingo de agosto,
o Dia Internacional da Amizade
http://mensagensepoemas.uol.com.br/dia-do-amigo/origem-do-dia-do-amigo-4.html ACESSO EM 20\07\2012.
Dia do amigo
O dia do amigo foi adotado em Buenos Aires, Argentina, com o Decreto nº 235/79,
sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.
Foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro.
Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo.
Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema
"meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro".
No Brasil, o dia 20 de Julho também foi adotado como sendo o dia do Amigo.
Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo,
o dia 20 de julho é o Dia do Amigo,
é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.
Dia da Amizade
Em outros países, tais como os Estados Unidos,
comemora-se, no primeiro domingo de agosto,
o Dia Internacional da Amizade
http://mensagensepoemas.uol.com.br/dia-do-amigo/origem-do-dia-do-amigo-4.html ACESSO EM 20\07\2012.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Ocorre a tragédia do Airbus A-320 da TAM em Congonhas
Ocorre a tragédia do Airbus A-320 da TAM em Congonhas
17 de julho de 2007
No dia 17 de julho de 2007 acontecia, até então, o pior acidente aéreo da história brasileira. Trata-se da tragédia com o Airbus A-320 da TAM, que fazia o voo 3054, procedente de Porto Alegre e com destino ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Neste dia, o avião não conseguiu diminuir a velocidade ao pousar e se chocou contra um depósito de cargas da própria TAM, localizado na cabeceira da pista, no lado oposto da avenida Washington Luís. Todas as 187 pessoas a bordo do avião assim como outras 12 no solo morreram no acidente.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 17\07\2012.
17 de julho de 2007
No dia 17 de julho de 2007 acontecia, até então, o pior acidente aéreo da história brasileira. Trata-se da tragédia com o Airbus A-320 da TAM, que fazia o voo 3054, procedente de Porto Alegre e com destino ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Neste dia, o avião não conseguiu diminuir a velocidade ao pousar e se chocou contra um depósito de cargas da própria TAM, localizado na cabeceira da pista, no lado oposto da avenida Washington Luís. Todas as 187 pessoas a bordo do avião assim como outras 12 no solo morreram no acidente.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 17\07\2012.
Brasil conquista o tetracampeonato mundial nos Estados Unidos
Brasil conquista o tetracampeonato mundial nos Estados Unidos
17 de julho de 1994
No dia 17 de julho de 1994, a torcida brasileira finalmente pode soltar o grito de campeão mundial após 24 anos de espera. No torneio realizado nos Estados Unidos, a Argentina chegou como uma das favoritas, com a presença do astro Maradona na equipe. Contudo, o ídolo acabou sendo uma figura marcante nesta Copa por um feito negativo: foi pego no exame antidoping por uso de cinco substâncias proibidas e acabou excluído do Mundial. A seleção argentina sentiu o golpe e foi eliminada após as derrotas para a Bulgária e Romênia. Por outro lado, o Brasil seguia se impondo no torneio ao passar por Rússia (2 a 0), Camarões (3 a 1) e um empate com a Suécia (1 a 1). No caminho para a final, os brasileiros passaram pela Holanda (3 a 2) e Suécia (1 a 0). Na final, contra a Itália, o jogo tenso ficou no empate sem gols, tanto no tempo regulamentar como na prorrogação, e a briga pelo título foi para os pênaltis. Para alegria dos brasileiros, o italiano Roberto Baggio chutou sua cobrança para fora, o que foi suficiente para consagrar a histórica conquista daquele time que tinha jogadores como Bebeto, Romário, Branco, Dunga e Jorginho.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 17\07\2012.
17 de julho de 1994
No dia 17 de julho de 1994, a torcida brasileira finalmente pode soltar o grito de campeão mundial após 24 anos de espera. No torneio realizado nos Estados Unidos, a Argentina chegou como uma das favoritas, com a presença do astro Maradona na equipe. Contudo, o ídolo acabou sendo uma figura marcante nesta Copa por um feito negativo: foi pego no exame antidoping por uso de cinco substâncias proibidas e acabou excluído do Mundial. A seleção argentina sentiu o golpe e foi eliminada após as derrotas para a Bulgária e Romênia. Por outro lado, o Brasil seguia se impondo no torneio ao passar por Rússia (2 a 0), Camarões (3 a 1) e um empate com a Suécia (1 a 1). No caminho para a final, os brasileiros passaram pela Holanda (3 a 2) e Suécia (1 a 0). Na final, contra a Itália, o jogo tenso ficou no empate sem gols, tanto no tempo regulamentar como na prorrogação, e a briga pelo título foi para os pênaltis. Para alegria dos brasileiros, o italiano Roberto Baggio chutou sua cobrança para fora, o que foi suficiente para consagrar a histórica conquista daquele time que tinha jogadores como Bebeto, Romário, Branco, Dunga e Jorginho.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 17\07\2012.
Morre o poeta Jorge Guillén
Morre o poeta Jorge Guillén
17 de julho de 1984
Jorge Guillén nasceu em 18 de Janeiro de 1893 e faleceu em 17 de Julho de 1984. Foi um poeta espanhol integrante da Geração de 27 (grupo de escritores unidos com o objetivo de reivindicar a poesia por volta de 1927). Foi também catedrático da Universidade de Oxford (1929-1931). Ao aposentar-se, estabeleceu-se na Itália, onde contraiu segundas núpcias. Em 1976 lhe foi concedido o prêmio Miguel de Cervantes, galardão máximo para os escritores de língua espanhola. Também foi nomeado Filho Predileto de Andaluzia em 1983, um ano antes de sua morte. Entre suas obras destacam-se: Huerto de Melibea (1954), Del Amanecer y el Despertar (1956), Clamor (1957), Lugar de Lázaro, A Quien Conmigo Va (1957), Que Van a Dar en la Mar (1960), Historia Natural (1960), Las Tentaciones de Antonio (1962) e Según las Loras (1962).
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 17\07\2012.
17 de julho de 1984
Jorge Guillén nasceu em 18 de Janeiro de 1893 e faleceu em 17 de Julho de 1984. Foi um poeta espanhol integrante da Geração de 27 (grupo de escritores unidos com o objetivo de reivindicar a poesia por volta de 1927). Foi também catedrático da Universidade de Oxford (1929-1931). Ao aposentar-se, estabeleceu-se na Itália, onde contraiu segundas núpcias. Em 1976 lhe foi concedido o prêmio Miguel de Cervantes, galardão máximo para os escritores de língua espanhola. Também foi nomeado Filho Predileto de Andaluzia em 1983, um ano antes de sua morte. Entre suas obras destacam-se: Huerto de Melibea (1954), Del Amanecer y el Despertar (1956), Clamor (1957), Lugar de Lázaro, A Quien Conmigo Va (1957), Que Van a Dar en la Mar (1960), Historia Natural (1960), Las Tentaciones de Antonio (1962) e Según las Loras (1962).
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 17\07\2012.
Ocorre a Matança de Campo de Marte
Ocorre a Matança de Campo de Marte
17 de julho de 1791
O parque do Campo de Marte é um jardim público situado no sétimo distrito, entre a Torre Eiffel, ao Noroeste, e a Escola militar, ao Sudeste. Seu nome procede do Campo de Marte romano (deus romano, Marte, deus da guerra). Durante a Revolução Francesa teve lugar uma matança no Campo, em 17 de Julho de 1791. A petição dos Cordeliers (grupo político que velava pelos direitos do homem), datada de 15 de julho de 1791, exigia o final da monarquia e clamava que a França se convertesse numa república. Uma multidão reuniu-se para solidarizar-se e assinar esta petição, mas a Assembléia constituinte ordenou dispersar a manifestação e o prefeito de Paris decretou a Lei marcial que se anunciou com bandeiras vermelhas. Esta lei permitiu às forças de ordem fazer uso das armas e assim um grupo de cavalaria dispersou finalmente a multidão. Mas 50 pessoas morreram e várias centenas resultaram feridas. Estes acontecimentos agravaram as desavenças que haviam entre revolucionários e monárquicos ou aristocratas.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 17\07\2012.
17 de julho de 1791
O parque do Campo de Marte é um jardim público situado no sétimo distrito, entre a Torre Eiffel, ao Noroeste, e a Escola militar, ao Sudeste. Seu nome procede do Campo de Marte romano (deus romano, Marte, deus da guerra). Durante a Revolução Francesa teve lugar uma matança no Campo, em 17 de Julho de 1791. A petição dos Cordeliers (grupo político que velava pelos direitos do homem), datada de 15 de julho de 1791, exigia o final da monarquia e clamava que a França se convertesse numa república. Uma multidão reuniu-se para solidarizar-se e assinar esta petição, mas a Assembléia constituinte ordenou dispersar a manifestação e o prefeito de Paris decretou a Lei marcial que se anunciou com bandeiras vermelhas. Esta lei permitiu às forças de ordem fazer uso das armas e assim um grupo de cavalaria dispersou finalmente a multidão. Mas 50 pessoas morreram e várias centenas resultaram feridas. Estes acontecimentos agravaram as desavenças que haviam entre revolucionários e monárquicos ou aristocratas.
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segunda-feira, 16 de julho de 2012
No "Maracanazo", Uruguai derrota Brasil na final da Copa
No "Maracanazo", Uruguai derrota Brasil na final da Copa
16 de julho de 1950
No dia 16 de julho de 1950 o futebol brasileiro sofreu, provavelmente, uma das suas mais amargas derrotas da história. No primeiro mundial realizado após o encerramento da Segunda Guerra Mundial, os jogadores da seleção brasileira estavam diante da chance de conquistar, dentro de casa, o primeiro título de Copa do Mundo. Em uma partida em que era considerado favorito, o Brasil recebeu o Uruguai no estádio do Maracanã, diante de um público de 200 mil pessoas, sendo que entre elas estavam somente algumas centenas de uruguaios. Ao time local, bastava um empate, mas mesmo assim a equipe da casa se lançou ao ataque. No jogo, o Brasil marcou primeiro com o atacante Albino Friaça, que balançou a rede logo aos 10 minutos de partida. Contudo, no segundo tempo, os uruguaios empataram com Schiaffino e depois sacramentaram a vitória e também a conquista do título mundial com um gol de Ghiggia, que calou a imensidão de torcedores no Maracanã. Era o fim da festa brasileira que havia sido armada antes mesmo do jogo e que teve o Uruguai como convidado mais indigesto.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 16\07\2012.
16 de julho de 1950
No dia 16 de julho de 1950 o futebol brasileiro sofreu, provavelmente, uma das suas mais amargas derrotas da história. No primeiro mundial realizado após o encerramento da Segunda Guerra Mundial, os jogadores da seleção brasileira estavam diante da chance de conquistar, dentro de casa, o primeiro título de Copa do Mundo. Em uma partida em que era considerado favorito, o Brasil recebeu o Uruguai no estádio do Maracanã, diante de um público de 200 mil pessoas, sendo que entre elas estavam somente algumas centenas de uruguaios. Ao time local, bastava um empate, mas mesmo assim a equipe da casa se lançou ao ataque. No jogo, o Brasil marcou primeiro com o atacante Albino Friaça, que balançou a rede logo aos 10 minutos de partida. Contudo, no segundo tempo, os uruguaios empataram com Schiaffino e depois sacramentaram a vitória e também a conquista do título mundial com um gol de Ghiggia, que calou a imensidão de torcedores no Maracanã. Era o fim da festa brasileira que havia sido armada antes mesmo do jogo e que teve o Uruguai como convidado mais indigesto.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 16\07\2012.
Nasce Roald Amundsen
Nasce Roald Amundsen
16 de julho de 1872
Roald Engelbregt Gravning Amundsen nasceu em 16 de Julho de 1872 e faleceu em 18 de Junho de 1928, foi um explorador norueguês das regiões polares. Dirigiu a expedição à Antártida que pela primeira vez atingiu o Pólo Sul. Também foi o primeiro em sulcar o Caminho do Noroeste, que unia o Atlântico com o Pacífico, e fez parte da primeira expedição aérea que sobrevoou o Pólo Norte. Contava com uma excelente formação naval e uma especial habilidade nas técnicas de sobrevivência, apreendidas em parte de sua experiência em esportes de inverno, na vida dos esquimós, e nas expedições que o precederam. Amundsen nasceu numa família de capitães e proprietários de navios. Seu pai faleceu quando Roald contava com 14 anos. Depois sua mãe obrigou-o a se afastar da indústria naval familiar e o pressionou para que estudasse medicina, uma promessa que Amundsen manteve até que sua mãe morreu quando ele tinha 21 anos. Sempre tinha sentido um oculto desejo pelas viagens e uma vez tendo deixado os estudos, tornou-se marinheiro e decidiu se dedicar à exploração das regiões polares. Um dos primeiros problemas com os quais topou foi de caráter financeiro. À procura de um patrocinador, viajou aos Estados Unidos onde conheceu o milionário Lincoln Ellsworth, que junto a outras pessoas contribuiu economicamente para suas explorações polares.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 16\07\2012.
16 de julho de 1872
Roald Engelbregt Gravning Amundsen nasceu em 16 de Julho de 1872 e faleceu em 18 de Junho de 1928, foi um explorador norueguês das regiões polares. Dirigiu a expedição à Antártida que pela primeira vez atingiu o Pólo Sul. Também foi o primeiro em sulcar o Caminho do Noroeste, que unia o Atlântico com o Pacífico, e fez parte da primeira expedição aérea que sobrevoou o Pólo Norte. Contava com uma excelente formação naval e uma especial habilidade nas técnicas de sobrevivência, apreendidas em parte de sua experiência em esportes de inverno, na vida dos esquimós, e nas expedições que o precederam. Amundsen nasceu numa família de capitães e proprietários de navios. Seu pai faleceu quando Roald contava com 14 anos. Depois sua mãe obrigou-o a se afastar da indústria naval familiar e o pressionou para que estudasse medicina, uma promessa que Amundsen manteve até que sua mãe morreu quando ele tinha 21 anos. Sempre tinha sentido um oculto desejo pelas viagens e uma vez tendo deixado os estudos, tornou-se marinheiro e decidiu se dedicar à exploração das regiões polares. Um dos primeiros problemas com os quais topou foi de caráter financeiro. À procura de um patrocinador, viajou aos Estados Unidos onde conheceu o milionário Lincoln Ellsworth, que junto a outras pessoas contribuiu economicamente para suas explorações polares.
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Nasce Camilla Carot Jean Baptiste
Nasce Camilla Carot Jean Baptiste
16 de julho de 1796
Camille Corot foi um pintor francês, que nasceu em 16 de Julho de 1796 no seio de uma família de comerciantes. De formação neoclássica, recebeu influências de seu par francês Victor Bertin, de quem aprendeu os princípios de composição clássicos que caracterizaram as paisagens de suas obras: Forum (1826) e a Ponte de Narni (1827). Percorreu a Europa fazendo pequenos esboços a óleo que estão entre as primeiras paisagens francesas pintadas diretamente do natural. Desde 1845, e depois de ter conseguido um grande sucesso de crítica, começou a vender suas obras. Depois, suas paisagens foram se convertendo em criações mais imaginárias: Lembrança de Mortefontaine (1864, Museu do Louvre). Pintou obras extraordinárias como O Campanario de Douai (1871, Museu do Louvre). A captação da atmosfera própria do ar livre e o estudo da luz colocam-no dentro da genealogia do Impressionismo. Não faltam na sua pintura os retratos e os estudos de figuras humanas. Foi um homem singelo e generoso com seus amigos e alunos, tanto no que se refere ao dinheiro como ao tempo (chegou inclusive a assinar quadros de colegas pouco afortunados), o qual lhe valeu o sobrenome de "Père Corot" (Pai Corot). Faleceu em 22 de Fevereiro de 1875 em Paris.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 16\07\2012.
16 de julho de 1796
Camille Corot foi um pintor francês, que nasceu em 16 de Julho de 1796 no seio de uma família de comerciantes. De formação neoclássica, recebeu influências de seu par francês Victor Bertin, de quem aprendeu os princípios de composição clássicos que caracterizaram as paisagens de suas obras: Forum (1826) e a Ponte de Narni (1827). Percorreu a Europa fazendo pequenos esboços a óleo que estão entre as primeiras paisagens francesas pintadas diretamente do natural. Desde 1845, e depois de ter conseguido um grande sucesso de crítica, começou a vender suas obras. Depois, suas paisagens foram se convertendo em criações mais imaginárias: Lembrança de Mortefontaine (1864, Museu do Louvre). Pintou obras extraordinárias como O Campanario de Douai (1871, Museu do Louvre). A captação da atmosfera própria do ar livre e o estudo da luz colocam-no dentro da genealogia do Impressionismo. Não faltam na sua pintura os retratos e os estudos de figuras humanas. Foi um homem singelo e generoso com seus amigos e alunos, tanto no que se refere ao dinheiro como ao tempo (chegou inclusive a assinar quadros de colegas pouco afortunados), o qual lhe valeu o sobrenome de "Père Corot" (Pai Corot). Faleceu em 22 de Fevereiro de 1875 em Paris.
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Gianni Versace é assassinado
Gianni Versace é assassinado
15 de julho de 1997
Gianni Versace nasceu em 2 de Dezembro de 1946 e faleceu em 15 de Julho de 1997. Foi um designer italiano de moda para ambos os sexos. Absorveu influências da arte grega e romana, bem como da arte abstrata moderna. Alguns o consideram o estilista mais talentoso e com mais colorido do século XX, enquanto outros criticam seus excessos ornamentais. Gianni foi o fundador da famosa companhia de moda Versace. A primeira loja foi inaugurada na Via della Spiga de Milão - Itália - em 1978, e sua popularidade foi imediata. Hoje em dia, Versace é uma das casas de moda mais importantes. internacionalmente. Numa manhã de Julho, no verão de 1997, regressando de sua costumeira caminhada pelas calçadas de Ocean Drive em Miami, Versace foi baleado em frente a sua mansão com vistas para o mar em Miami Beach. Foi surpreendido pelo assassino em série Andrew Cunanan, que se suicidou pouco depois do homicídio e seu corpo foi encontrado em um iate. A polícia afirma que Andrew Cunanan se suicidou com a mesma pistola que usou para matar Gianni Versace.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 16\07\2012.
15 de julho de 1997
Gianni Versace nasceu em 2 de Dezembro de 1946 e faleceu em 15 de Julho de 1997. Foi um designer italiano de moda para ambos os sexos. Absorveu influências da arte grega e romana, bem como da arte abstrata moderna. Alguns o consideram o estilista mais talentoso e com mais colorido do século XX, enquanto outros criticam seus excessos ornamentais. Gianni foi o fundador da famosa companhia de moda Versace. A primeira loja foi inaugurada na Via della Spiga de Milão - Itália - em 1978, e sua popularidade foi imediata. Hoje em dia, Versace é uma das casas de moda mais importantes. internacionalmente. Numa manhã de Julho, no verão de 1997, regressando de sua costumeira caminhada pelas calçadas de Ocean Drive em Miami, Versace foi baleado em frente a sua mansão com vistas para o mar em Miami Beach. Foi surpreendido pelo assassino em série Andrew Cunanan, que se suicidou pouco depois do homicídio e seu corpo foi encontrado em um iate. A polícia afirma que Andrew Cunanan se suicidou com a mesma pistola que usou para matar Gianni Versace.
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É patenteada a margarina
É patenteada a margarina
15 de julho de 1869
Você já parou para imaginar como que um produto tão comum como a margarina foi inventado? Pois bem, ela foi criada no dia 15 de julho de 1869 após um desafio proposto pelo imperador Napoleão III que queria produzir um produto semelhante à manteiga e que fosse apropriado para as forças armadas do império. Por conta disso, o quimíco francês Hippolyte Mege-Mouries patenteou uma substância chamada oleomargarina, que mais tarde ficou conhecida como margarina.
Diante de uma população em crescimento e com um grande número de soldados e marinheiros franceses que não ingeriam diariamente uma dieta balanceada, o imperador Napoleão III lançou um concurso no qual oferecia um prêmio a quem pudesse fabricar um alimento que pudesse substituir a manteiga, o produto preferido na mesa de um francês. Após dois anos de trabalho, Mege-Mouries finalmente conseguiu desenvolver a margarina, que ganhou esse nome por conta do brilho perolado da gordura usada (a palavra vem do grego, “maragon”, que significa pérola). Atualmente, a margarina é fabricada com gordura vegetal em vez da animal e ganhou popularidade no mundo inteiro. Contudo, ainda assim, os franceses preferem a manteiga.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 16\07\2012.
15 de julho de 1869
Você já parou para imaginar como que um produto tão comum como a margarina foi inventado? Pois bem, ela foi criada no dia 15 de julho de 1869 após um desafio proposto pelo imperador Napoleão III que queria produzir um produto semelhante à manteiga e que fosse apropriado para as forças armadas do império. Por conta disso, o quimíco francês Hippolyte Mege-Mouries patenteou uma substância chamada oleomargarina, que mais tarde ficou conhecida como margarina.
Diante de uma população em crescimento e com um grande número de soldados e marinheiros franceses que não ingeriam diariamente uma dieta balanceada, o imperador Napoleão III lançou um concurso no qual oferecia um prêmio a quem pudesse fabricar um alimento que pudesse substituir a manteiga, o produto preferido na mesa de um francês. Após dois anos de trabalho, Mege-Mouries finalmente conseguiu desenvolver a margarina, que ganhou esse nome por conta do brilho perolado da gordura usada (a palavra vem do grego, “maragon”, que significa pérola). Atualmente, a margarina é fabricada com gordura vegetal em vez da animal e ganhou popularidade no mundo inteiro. Contudo, ainda assim, os franceses preferem a manteiga.
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Morre William Thomas Morton
Morre William Thomas Morton
15 de julho de 1868
William Thomas Green Morton nasceu em 1819 e faleceu em 15 de Julho de 1868. Foi um dentista americano que tomou para si a descoberta do emprego anestésico do éter. Estudou no College of Dental Surgery de Baltimore (Universidade de cirurgia dental de Baltimore) e na Harvard Medical School (Escola médica de Harvard). Entre 1842 e 1843 trabalhou com o dentista Horace Wells, e por volta de 1844 associou-se com o cientista Charles Thomas Jackson. Morton realizou uma série de testes depois de conhecer os experimentos de Jackson com éter sulfúrico como anestésico. Em 1846 empregou pela primeira vez o éter em público, primeiro para extrair uma peça dental e depois um tumor no pescoço. Em 1846, Morton e Jackson obtiveram a patente do anestésico, ao qual chamaram letheon, ainda que a mesma tenha sido invalidada quando ambos reclamaram a paternidade do invento. Morton passou o resto de sua vida rebatendo a reclamação sobre o anestésico.
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15 de julho de 1868
William Thomas Green Morton nasceu em 1819 e faleceu em 15 de Julho de 1868. Foi um dentista americano que tomou para si a descoberta do emprego anestésico do éter. Estudou no College of Dental Surgery de Baltimore (Universidade de cirurgia dental de Baltimore) e na Harvard Medical School (Escola médica de Harvard). Entre 1842 e 1843 trabalhou com o dentista Horace Wells, e por volta de 1844 associou-se com o cientista Charles Thomas Jackson. Morton realizou uma série de testes depois de conhecer os experimentos de Jackson com éter sulfúrico como anestésico. Em 1846 empregou pela primeira vez o éter em público, primeiro para extrair uma peça dental e depois um tumor no pescoço. Em 1846, Morton e Jackson obtiveram a patente do anestésico, ao qual chamaram letheon, ainda que a mesma tenha sido invalidada quando ambos reclamaram a paternidade do invento. Morton passou o resto de sua vida rebatendo a reclamação sobre o anestésico.
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Nasce Rembrandt
Nasce Rembrandt
15 de julho de 1606
Rembrandt Harmenszoon van Rijn nasceu em 15 de Julho de 1606 e faleceu em 4 de Outubro de 1669. É considerado um dos maiores pintores na história da arte européia, e o mais importante na história da Holanda. Rembrandt foi, além disso, um gravador experiente, e publicou muitos desenhos. Suas contribuições à arte tiveram lugar num período em que os historiadores chamam de Idade de Ouro holandesa, que correspondeu ao século XVII. Nessa época, a cultura, a ciência, o comércio, o poderio e a influência política da Holanda atingiram seu ponto máximo. Ao todo, Rembrandt produziu cerca de 854 quadros e 2.600 desenhos. Foi um prolífico pintor de auto-retratos. Além disso, deixou pinturas de si mesmo notavelmente claras. Seu olhar e -o mais importante- suas emoções que permitem apreciar o infortúnio e a tristeza que enrugam seu rosto. Entre as características marcantes de sua obra encontra-se o uso do claro e escuro, com freqüência usando fortes contrastes, o que introduz o observador dentro do quadro. Suas cenas vívidas e dramáticas destacam-se sobre a rígida formalidade que mostra a obra da maioria dos artistas da época, junto com um profundo sentimento de compaixão pela raça humana, sem discriminação alguma pela fortuna ou idade. Em seus quadros aparecem com freqüência os membros de sua família; sua esposa Saskia, seu filho Titus e sua colega sentimental Hendrickje.
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15 de julho de 1606
Rembrandt Harmenszoon van Rijn nasceu em 15 de Julho de 1606 e faleceu em 4 de Outubro de 1669. É considerado um dos maiores pintores na história da arte européia, e o mais importante na história da Holanda. Rembrandt foi, além disso, um gravador experiente, e publicou muitos desenhos. Suas contribuições à arte tiveram lugar num período em que os historiadores chamam de Idade de Ouro holandesa, que correspondeu ao século XVII. Nessa época, a cultura, a ciência, o comércio, o poderio e a influência política da Holanda atingiram seu ponto máximo. Ao todo, Rembrandt produziu cerca de 854 quadros e 2.600 desenhos. Foi um prolífico pintor de auto-retratos. Além disso, deixou pinturas de si mesmo notavelmente claras. Seu olhar e -o mais importante- suas emoções que permitem apreciar o infortúnio e a tristeza que enrugam seu rosto. Entre as características marcantes de sua obra encontra-se o uso do claro e escuro, com freqüência usando fortes contrastes, o que introduz o observador dentro do quadro. Suas cenas vívidas e dramáticas destacam-se sobre a rígida formalidade que mostra a obra da maioria dos artistas da época, junto com um profundo sentimento de compaixão pela raça humana, sem discriminação alguma pela fortuna ou idade. Em seus quadros aparecem com freqüência os membros de sua família; sua esposa Saskia, seu filho Titus e sua colega sentimental Hendrickje.
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Morre Jacinto Benavente
Morre Jacinto Benavente
14 de julho de 1954
Jacinto Benavente Martínez nasceu em 12 de Agosto de 1866 e faleceu em 14 de Julho de 1954. Foi um dramaturgo, diretor, roteirista e produtor de cinema espanhol. Abordou quase todos os gêneros teatrais: tragédia, comédia e drama. Todos os ambientes encontraram guarida e plena expressão em seus cenários: o rural e o urbano, o plebeu e o aristocrático. Seu teatro constituiu uma galeria completa de tipos humanos. Benavente criou suas obras tomando como fundamento a vida. Realismo, naturalidade e verossimilidade são os três elementos dos quais parte sua arte, sem excluir em muitos momentos um certo hálito de poesia e ironia. Com sua primeira obra, O Ninho Alheio (1894), na qual propôs um problema de inveja entre irmãos, abriu um novo período na dramaturgia espanhola. Foi especialmente sutil na ironia com que denunciou a manipulação do entendimento que se pode fazer nos meios jurídicos, políticos ou nos noticiários, com a alteração da sintaxe e da lexicografia.
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14 de julho de 1954
Jacinto Benavente Martínez nasceu em 12 de Agosto de 1866 e faleceu em 14 de Julho de 1954. Foi um dramaturgo, diretor, roteirista e produtor de cinema espanhol. Abordou quase todos os gêneros teatrais: tragédia, comédia e drama. Todos os ambientes encontraram guarida e plena expressão em seus cenários: o rural e o urbano, o plebeu e o aristocrático. Seu teatro constituiu uma galeria completa de tipos humanos. Benavente criou suas obras tomando como fundamento a vida. Realismo, naturalidade e verossimilidade são os três elementos dos quais parte sua arte, sem excluir em muitos momentos um certo hálito de poesia e ironia. Com sua primeira obra, O Ninho Alheio (1894), na qual propôs um problema de inveja entre irmãos, abriu um novo período na dramaturgia espanhola. Foi especialmente sutil na ironia com que denunciou a manipulação do entendimento que se pode fazer nos meios jurídicos, políticos ou nos noticiários, com a alteração da sintaxe e da lexicografia.
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É promulgada a lei de esterilização no regime nazista
É promulgada a lei de esterilização no regime nazista
14 de julho de 1933
No dia 14 de julho de 1933 o Partido Nazista Alemão aprovou a chamada “lei para a prevenção da ascendência com doenças hereditárias”, que estabelecia um sistema estatal de extermínio de milhões de pessoas. Esta lei foi criada por três figuras importantes do movimento de “limpeza racial”: os eugenistas e genetistas Ernst Rüdin e Arthur Gütt e o advogado Falk Ruttke. Eles foram nomeados pelo partido comunista para redigir uma lei que permitisse que a sociedade descartasse os cidadãos "problemáticos". O partido acreditava que os doentes mentais afligiam toda a sociedade e que eram um estorvo para a construção de uma Alemanha forte, saudável e pura. O resultado perverso dessa política foi a chamada “solução final”, ou seja, os campos de extermínio na Europa controlada pelos nazistas, onde milhares de pessoas foram mortas por conta do programa T4. As vítimas foram judeus, comunistas, ciganos, homossexuais e doentes mentais.
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14 de julho de 1933
No dia 14 de julho de 1933 o Partido Nazista Alemão aprovou a chamada “lei para a prevenção da ascendência com doenças hereditárias”, que estabelecia um sistema estatal de extermínio de milhões de pessoas. Esta lei foi criada por três figuras importantes do movimento de “limpeza racial”: os eugenistas e genetistas Ernst Rüdin e Arthur Gütt e o advogado Falk Ruttke. Eles foram nomeados pelo partido comunista para redigir uma lei que permitisse que a sociedade descartasse os cidadãos "problemáticos". O partido acreditava que os doentes mentais afligiam toda a sociedade e que eram um estorvo para a construção de uma Alemanha forte, saudável e pura. O resultado perverso dessa política foi a chamada “solução final”, ou seja, os campos de extermínio na Europa controlada pelos nazistas, onde milhares de pessoas foram mortas por conta do programa T4. As vítimas foram judeus, comunistas, ciganos, homossexuais e doentes mentais.
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Nasce Joseph Arthur de Gobineau
Nasce Joseph Arthur de Gobineau
14 de julho de 1826
Joseph Arthur de Gobineau foi um diplomata e filósofo francês, cuja teoria racial, impregnada de anti-semitismo, chegou a ser empregada posteriormente como justificativa filosófica do racismo nazista. Gobineau nasceu em 14 de Julho de 1826 em Ville D'Avray, uma localidade próxima a Paris, no seio de uma família da aristocracia. Desempenhou diversos cargos diplomáticos no Irã, Alemanha, Grécia, Brasil e Suécia desde 1848 até 1877. Além de sua atividade na política exterior, foi um prolífico escritor. Escreveu novelas e livros sobre religião, filosofia e história. Faleceu em 13 de Outubro de 1882. É conhecido geralmente como o fundador do racismo moderno. Seus interesses puramente acadêmicos levaram-no a se especializar em estudos orientais, nos quais ganhou a reputação de ser um erudito. Baseando suas teorias no conhecimento do Oriente, tentou comparar as raças orientais com as da Europa. O estudo de Gobineau incluiu a avaliação e classificação dos hábitos alimentares dos povos da Ásia, África e Europa, determinando os graus respectivos de conforto requeridos por esses povos para o consumo de alimentos, e seus hábitos de vida em geral. Sua obra mais famosa é o Ensaio Sobre a Desigualdade das Raças Humanas (1853-1855), na que afirmou que a raça dos germanos, que habita na Grã-Bretanha, França e Bélgica, era a única raça pura em comparação com aquelas que eram misturadas com as raças «negra» e «amarela».
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 16\07\2012.
14 de julho de 1826
Joseph Arthur de Gobineau foi um diplomata e filósofo francês, cuja teoria racial, impregnada de anti-semitismo, chegou a ser empregada posteriormente como justificativa filosófica do racismo nazista. Gobineau nasceu em 14 de Julho de 1826 em Ville D'Avray, uma localidade próxima a Paris, no seio de uma família da aristocracia. Desempenhou diversos cargos diplomáticos no Irã, Alemanha, Grécia, Brasil e Suécia desde 1848 até 1877. Além de sua atividade na política exterior, foi um prolífico escritor. Escreveu novelas e livros sobre religião, filosofia e história. Faleceu em 13 de Outubro de 1882. É conhecido geralmente como o fundador do racismo moderno. Seus interesses puramente acadêmicos levaram-no a se especializar em estudos orientais, nos quais ganhou a reputação de ser um erudito. Baseando suas teorias no conhecimento do Oriente, tentou comparar as raças orientais com as da Europa. O estudo de Gobineau incluiu a avaliação e classificação dos hábitos alimentares dos povos da Ásia, África e Europa, determinando os graus respectivos de conforto requeridos por esses povos para o consumo de alimentos, e seus hábitos de vida em geral. Sua obra mais famosa é o Ensaio Sobre a Desigualdade das Raças Humanas (1853-1855), na que afirmou que a raça dos germanos, que habita na Grã-Bretanha, França e Bélgica, era a única raça pura em comparação com aquelas que eram misturadas com as raças «negra» e «amarela».
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Brasileira Martha Vasconcellos é eleita Miss Universo
Brasileira Martha Vasconcellos é eleita Miss Universo
13 de julho de 1968
No dia 13 de julho de 1968 uma brasileira conquistava, em Miami Beach, nos Estados Unidos, o título de mulher mais bonita do mundo. Trata-se da baiana Martha Maria Cordeiro Vasconcellos, eleita Miss Brasil e Miss Universo daquele ano. Ela disputou o título com 64 candidatas de todo o mundo. Além da beleza, para conquistar o prêmio, Martha precisou contrariar seu pai, que não queria ver a filha desfilando de maiôs nas passarelas. Contudo, o esforço para dobrar a família valeu a pena e ela levou a melhor na grande final, contra candidatas da Finlândia, Estados Unidos, Venezuela e Curaçao.
Durante seu reinado, a baiana fez várias viagens, entre as quais uma visita a Nasa e também conheceu o Papa Paulo VI. No ano seguinte, quando acabou seu reinado de miss, Marta voltou ao Brasil e se casou com um namorado de infância. Ela teve dois filhos, se formou na universidade e se separou 20 anos depois. Em 2000, decidiu viver nos Estados Unidos, onde fez mestrado na área de educação e se casou com um norte-americano.
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13 de julho de 1968
No dia 13 de julho de 1968 uma brasileira conquistava, em Miami Beach, nos Estados Unidos, o título de mulher mais bonita do mundo. Trata-se da baiana Martha Maria Cordeiro Vasconcellos, eleita Miss Brasil e Miss Universo daquele ano. Ela disputou o título com 64 candidatas de todo o mundo. Além da beleza, para conquistar o prêmio, Martha precisou contrariar seu pai, que não queria ver a filha desfilando de maiôs nas passarelas. Contudo, o esforço para dobrar a família valeu a pena e ela levou a melhor na grande final, contra candidatas da Finlândia, Estados Unidos, Venezuela e Curaçao.
Durante seu reinado, a baiana fez várias viagens, entre as quais uma visita a Nasa e também conheceu o Papa Paulo VI. No ano seguinte, quando acabou seu reinado de miss, Marta voltou ao Brasil e se casou com um namorado de infância. Ela teve dois filhos, se formou na universidade e se separou 20 anos depois. Em 2000, decidiu viver nos Estados Unidos, onde fez mestrado na área de educação e se casou com um norte-americano.
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Morre Frida Kahlo
Morre Frida Kahlo
13 de julho de 1954
Magdalena do Carmen Frida Kahlo Calderón, mais conhecida como Frida Kahlo foi uma destacada pintora mexicana. Nasceu em Coyoacán, ao Sul da Cidade de México, em 6 de Julho de 1907 e faleceu em 13 de Julho de 1954. Apesar disso, Frida dizia ter nascido em 1910, ano do início da Revolução Mexicana: "Nasci com a Revolução", porque queria que sua vida começasse com o México moderno. Este detalhe demonstra sua singular personalidade, caracterizada desde sua infância por um profundo sentido de independência e rebeldia contra os hábitos sociais e morais habituais, movida pela paixão e a sensualidade. Orgulhosa de sua nacionalidade e sua tradição cultural confrontou a reinante penetração dos costumes americanos, tudo isso misturado com um peculiar senso de humor. Entre suas obras destacam-se: "Auto-retrato em um vestido de veludo" (1926) Auto-retrato (1929) Frieda e Diego Rivera ou Frieda Kahlo e Diego Rivera (1931) Henry Ford Hospital (1932) e Auto-retrato na Fronteira entre o México e os Estados Unidos (1932).
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 16\07\2012.
13 de julho de 1954
Magdalena do Carmen Frida Kahlo Calderón, mais conhecida como Frida Kahlo foi uma destacada pintora mexicana. Nasceu em Coyoacán, ao Sul da Cidade de México, em 6 de Julho de 1907 e faleceu em 13 de Julho de 1954. Apesar disso, Frida dizia ter nascido em 1910, ano do início da Revolução Mexicana: "Nasci com a Revolução", porque queria que sua vida começasse com o México moderno. Este detalhe demonstra sua singular personalidade, caracterizada desde sua infância por um profundo sentido de independência e rebeldia contra os hábitos sociais e morais habituais, movida pela paixão e a sensualidade. Orgulhosa de sua nacionalidade e sua tradição cultural confrontou a reinante penetração dos costumes americanos, tudo isso misturado com um peculiar senso de humor. Entre suas obras destacam-se: "Auto-retrato em um vestido de veludo" (1926) Auto-retrato (1929) Frieda e Diego Rivera ou Frieda Kahlo e Diego Rivera (1931) Henry Ford Hospital (1932) e Auto-retrato na Fronteira entre o México e os Estados Unidos (1932).
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Morre Rosalía de Castro
Morre Rosalía de Castro
13 de julho de 1885
Rosalía de Castro nasceu em 24 de Fevereiro de 1837 e faleceu em 13 de Julho de 1885. Foi poeta e novelista nas línguas galega e castelhana. É considerada a figura central do ressurgimento da literatura galega no século XIX. Foi, além disso, autora de Cantares Galegos (1863) um dos primeiros livros inteiramente escrito em galego durante a Idade Contemporânea. A obra de Rosalía tem uma grande importância no renascimento cultural da literatura galega (conhecido como "O Rexurdimento") com a qual se pôs fim a vários séculos nos quais praticamente não se publicavam obras literárias em língua galega. Apesar de seu papel fundamental dentro da literatura galega, também compôs obras de grande relevância em castelhano, como Nas Orlas do Sar (1884).
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13 de julho de 1885
Rosalía de Castro nasceu em 24 de Fevereiro de 1837 e faleceu em 13 de Julho de 1885. Foi poeta e novelista nas línguas galega e castelhana. É considerada a figura central do ressurgimento da literatura galega no século XIX. Foi, além disso, autora de Cantares Galegos (1863) um dos primeiros livros inteiramente escrito em galego durante a Idade Contemporânea. A obra de Rosalía tem uma grande importância no renascimento cultural da literatura galega (conhecido como "O Rexurdimento") com a qual se pôs fim a vários séculos nos quais praticamente não se publicavam obras literárias em língua galega. Apesar de seu papel fundamental dentro da literatura galega, também compôs obras de grande relevância em castelhano, como Nas Orlas do Sar (1884).
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Travou-se a Batalha de Guaymas
Travou-se a Batalha de Guaymas
13 de julho de 1854
A Batalha de Guaymas foi um ato de guerra entre um grupo de rebeldes mexicanos e um bando armado que não ostentava uma bandeira definida, no entanto, era composto principalmente por cidadãos de nacionalidade francesa, que invadiram o porto de Guaymas (Sonora - México) em 13 de Julho de 1854, com o objetivo de obter o domínio desse território e formar uma república independente. No entanto, não contaram com o apoio que necessitavam e foram derrotados pelas escassas forças armadas mexicanas presentes na região e a população civil. Nessa época, o Porto de Guaymas contava com uma população não superior a 2.000 habitantes, formada principalmente por emigrantes europeus, sul-americanos, e as tribos locais.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 16\07\2012.
13 de julho de 1854
A Batalha de Guaymas foi um ato de guerra entre um grupo de rebeldes mexicanos e um bando armado que não ostentava uma bandeira definida, no entanto, era composto principalmente por cidadãos de nacionalidade francesa, que invadiram o porto de Guaymas (Sonora - México) em 13 de Julho de 1854, com o objetivo de obter o domínio desse território e formar uma república independente. No entanto, não contaram com o apoio que necessitavam e foram derrotados pelas escassas forças armadas mexicanas presentes na região e a população civil. Nessa época, o Porto de Guaymas contava com uma população não superior a 2.000 habitantes, formada principalmente por emigrantes europeus, sul-americanos, e as tribos locais.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 16\07\2012.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
O que você precisa dar?
O que você precisa dar?
Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha – uma cabana desmoronando – sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.
Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu.
Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado:
“Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa”.
O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água!
De repente, ele se viu em um dilema:
Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá do fundo do poço, teria toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia para a próxima pessoa!…
Mas talvez isso não desse certo. Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba acreditando que teria água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida?
Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando?
Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear… e a bomba começou a chiar. E nada aconteceu! E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância!
A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina. Ele bebeu da água fresca até se fartar. Encheu a garrafa outra vez para o próximo que poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela:
“Creia-me, funciona!
Assim acontece em nossas vidas…
Pense nisso!
Normalmente, quando planejamos nossas vidas, pensamos em receber, conquistar…
Sonhamos com o dia em que o sucesso, o amor e a felicidade baterão à nossa porta e nos esquecemos que, antes de receber precisamos DAR…
Não foi à toa que Jesus disse que é dando que se recebe!
Quer ser amado? Ame primeiro, dê o seu amor!
Quer fazer sucesso? Dê o seu esforço, a sua dedicação…
Quer perdão? Dê primeiro o seu perdão!
Quer alegria? Sorria! Desemburre!
Quer um abraço? Seja carinhoso, vá ao encontro, doe-se!
Porque é dando que se recebe…
Na história de hoje o homem fez sua escolha, apesar do risco que corria, não foi egoísta, fez a sua parte, acreditou e conquistou!
Nesta semana eu te pergunto: o que você precisa dar para receber o que sonha?
Muitas vezes, como na história, é necessário uma boa dose de “loucura” para fazer o que é necessário, para ir contra a lógica e dar, mesmo com o risco de não receber…
O que você precisa dar para receber o que sonha?
Avalie seus sonhos e desejos. Talvez você ainda não tenha recebido a vitória porque não tem feito totalmente a sua parte.
Mesmo que seja doloroso ou “arriscado” é necessário que se dê o primeiro passo. Porque é dando que se recebe…
O que fazer para ser amado? Ame!
O que fazer para ser perdoado? Perdoe!
O que fazer para conquistar? Lute, saia do lugar de prostração!
O que fazer para ter paz em seu lar? Pare de murmurar, compreenda, sorria, abrace, acolha, silencie!
O que você precisa dar para receber o que sonha?
Reflita sobre isso, deixe Deus falar ao seu coração e sua vida, com certeza, tomará uma nova direção.
http://deysemelo.com/mensagens/o-que-voce-precisa-dar.html ACESSO EM 12\07\2012.
Guerra do Iraque
Guerra do Iraque
Guerra do Iraque: um conflito injustificado contra um dos integrantes do “eixo do mal”.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos entraram em alerta contra seus possíveis inimigos. Empreenderam uma guerra contra os afegãos derrubando o governo talebã, mas não conseguiram capturar o terrorista Osama Bin Laden. Paralelamente, o presidente George W. Bush criou a Lei Antiterrorismo, pela qual o Estado teria o direito de prender estrangeiros sem acusação prévia e violar determinadas liberdades individuais.
Nesse mesmo período, o governo norte-americano conseguiu a liberação de fundos do orçamento para o investimento em armas, no valor de 370 bilhões de dólares. Com o passar do tempo, o fracasso na captura de Bin Laden direcionou atenção do governo norte-americano contra outros possíveis inimigos dos EUA. O chamado “eixo do mal” teria como alvos principais alguns países como Irã, Coréia do Norte e Iraque. Este último, comandado por Saddam Hussein, foi o primeiro a ser investigado pelos EUA.
No ano de 2002, o presidente George W. Bush iniciou uma forte campanha contra as ações militares do governo iraquiano. Em diversas ocasiões, denunciou a presença de armas de destruição em massa que poderiam colocar em risco os Estados Unidos e seus demais aliados. Após denunciar a produção de armas químicas e biológicas no Iraque, os EUA conseguiram que uma delegação de inspetores das Nações Unidas investigasse o estoque de armamentos controlados por Saddam Hussein.
Em fevereiro de 2003, os delgados da ONU chegaram à conclusão que não havia nenhum tipo de arma de destruição em massa no Iraque. Contudo, contrariando a declaração do Conselho de Segurança da ONU, o presidente George W. Bush formou uma coalizão militar contra os iraquianos. No dia 20 de março de 2003, contando com o apoio de tropas britânicas, italianas, espanholas e australianas, os EUA deram início à guerra do Iraque com um intenso bombardeio.
Em pouco tempo, a força de coalizão conseguiu derrubar o governo de Saddam Hussein e instituir um governo de natureza provisória. Em dezembro de 2003, o governo estadunidense declarou sua vitória contra as ameaçadoras forças iraquianas com a captura do ditador Saddam Hussein. A vitória, apesar de “redimir” as frustradas tentativas de se encontrar Bin Laden, estabeleceu um grande incômodo político na medida em que os EUA não encontraram as tais armas químicas e biológicas.
Passados alguns meses, a população iraquiana foi levada às urnas para que escolhessem figuras políticas incumbidas de criar uma nova constituição para o país. Passadas as apurações uma nova carta foi criada para o país e o curdo Jalal Talabani foi escolhido como presidente do país. Em um primeiro momento, tais episódios indicariam o restabelecimento da soberania política do país e o fim do processo de ocupação das tropas norte-americanas.
No entanto, o cenário político iraquiano esteve longe de uma estabilização. Os grupos políticos internos, sobretudo dominados por facções xiitas e sunitas, se enfrentam em vários conflitos civis. Ao longo desses anos de ocupação, os Estados Unidos vem empreendendo uma batalha que não parece ter fim, pois as ações terroristas contra suas tropas continuam ocorrendo. Em 2008, com o fim da era George W. Bush existe uma grande expectativa sobre o fim da presença militar dos EUA no Iraque.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Século XXI - Guerras - Brasil Escola
http://guerras.brasilescola.com/seculo-xxi/guerra-iraque.htm ACESSO EM 12\07\2012.
Guerra do Iraque: um conflito injustificado contra um dos integrantes do “eixo do mal”.
Após os atentados de 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos entraram em alerta contra seus possíveis inimigos. Empreenderam uma guerra contra os afegãos derrubando o governo talebã, mas não conseguiram capturar o terrorista Osama Bin Laden. Paralelamente, o presidente George W. Bush criou a Lei Antiterrorismo, pela qual o Estado teria o direito de prender estrangeiros sem acusação prévia e violar determinadas liberdades individuais.
Nesse mesmo período, o governo norte-americano conseguiu a liberação de fundos do orçamento para o investimento em armas, no valor de 370 bilhões de dólares. Com o passar do tempo, o fracasso na captura de Bin Laden direcionou atenção do governo norte-americano contra outros possíveis inimigos dos EUA. O chamado “eixo do mal” teria como alvos principais alguns países como Irã, Coréia do Norte e Iraque. Este último, comandado por Saddam Hussein, foi o primeiro a ser investigado pelos EUA.
No ano de 2002, o presidente George W. Bush iniciou uma forte campanha contra as ações militares do governo iraquiano. Em diversas ocasiões, denunciou a presença de armas de destruição em massa que poderiam colocar em risco os Estados Unidos e seus demais aliados. Após denunciar a produção de armas químicas e biológicas no Iraque, os EUA conseguiram que uma delegação de inspetores das Nações Unidas investigasse o estoque de armamentos controlados por Saddam Hussein.
Em fevereiro de 2003, os delgados da ONU chegaram à conclusão que não havia nenhum tipo de arma de destruição em massa no Iraque. Contudo, contrariando a declaração do Conselho de Segurança da ONU, o presidente George W. Bush formou uma coalizão militar contra os iraquianos. No dia 20 de março de 2003, contando com o apoio de tropas britânicas, italianas, espanholas e australianas, os EUA deram início à guerra do Iraque com um intenso bombardeio.
Em pouco tempo, a força de coalizão conseguiu derrubar o governo de Saddam Hussein e instituir um governo de natureza provisória. Em dezembro de 2003, o governo estadunidense declarou sua vitória contra as ameaçadoras forças iraquianas com a captura do ditador Saddam Hussein. A vitória, apesar de “redimir” as frustradas tentativas de se encontrar Bin Laden, estabeleceu um grande incômodo político na medida em que os EUA não encontraram as tais armas químicas e biológicas.
Passados alguns meses, a população iraquiana foi levada às urnas para que escolhessem figuras políticas incumbidas de criar uma nova constituição para o país. Passadas as apurações uma nova carta foi criada para o país e o curdo Jalal Talabani foi escolhido como presidente do país. Em um primeiro momento, tais episódios indicariam o restabelecimento da soberania política do país e o fim do processo de ocupação das tropas norte-americanas.
No entanto, o cenário político iraquiano esteve longe de uma estabilização. Os grupos políticos internos, sobretudo dominados por facções xiitas e sunitas, se enfrentam em vários conflitos civis. Ao longo desses anos de ocupação, os Estados Unidos vem empreendendo uma batalha que não parece ter fim, pois as ações terroristas contra suas tropas continuam ocorrendo. Em 2008, com o fim da era George W. Bush existe uma grande expectativa sobre o fim da presença militar dos EUA no Iraque.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Século XXI - Guerras - Brasil Escola
http://guerras.brasilescola.com/seculo-xxi/guerra-iraque.htm ACESSO EM 12\07\2012.
História do Brasil Colônia
História do Brasil Colônia - O Período Colonial
O Período Pré-Colonial: A fase do pau-brasil (1500 a 1530)
A expressão "descobrimento" do Brasil está carregada de eurocentrismo (valorização da cultura européia em detrimento das outras), pois desconsidera a existência dos índios em nosso país antes da chegada dos portugueses. Portanto, optamos pelo termo "chegada" dos portugueses ao Brasil. Esta ocorreu em 22 de abril de 1500, data que inaugura a fase pré-colonial.
Neste período não houve a colonização do Brasil, pois os portugueses não se fixaram na terra. Após os primeiros contatos com os indígenas, muito bem relatados na carta de Caminha, os portugueses começaram a explorar o pau-brasil da Mata Atlântica.
O pau-brasil tinha um grande valor no mercado europeu, pois sua seiva, de cor avermelhada, era muito utilizada para tingir tecidos. Para executar esta exploração, os portugueses utilizaram o escambo, ou seja, deram espelhos, apitos, chocalhos e outras bugigangas aos nativos em troca do trabalho (corte do pau-brasil e carregamento até as caravelas).
Nestes trinta anos, o Brasil foi atacado pelos holandeses, ingleses e franceses que tinham ficado de fora do Tratado de Tordesilhas (acordo entre Portugal e Espanha que dividiu as terras recém descobertas em 1494). Os corsários ou piratas também saqueavam e contrabandeavam o pau-brasil, provocando pavor no rei de Portugal. O medo da coroa portuguesa era perder o território brasileiro para um outro país. Para tentar evitar estes ataques, Portugal organizou e enviou ao Brasil as Expedições Guarda-Costas, porém com poucos resultados.
Os portugueses continuaram a exploração da madeira, construindo as feitorias no litoral que nada mais eram do que armazéns e postos de trocas com os indígenas.
No ano de 1530, o rei de Portugal organizou a primeira expedição com objetivos de colonização. Esta foi comandada por Martin Afonso de Souza e tinha como objetivos: povoar o território brasileiro, expulsar os invasores e iniciar o cultivo de cana-de-açúcar no Brasil.
A fase do Açúcar (séculos XVI e XVII )
O açúcar era um produto de muita aceitação na Europa e alcançava um grande valor. Após as experiências positivas de cultivo no Nordeste, já que a cana-de-açúcar se adaptou bem ao clima e ao solo nordestino, começou o plantio em larga escala. Seria uma forma de Portugal lucrar com o comércio do açúcar, além de começar o povoamento do Brasil. A mão-obra-obra escrava, de origem africana, foi utilizada nesta fase.
O trabalho escravo num engenho de açúcar
Administração Colonial
Para melhor organizar a colônia, o rei resolveu dividir o Brasil em Capitanias Hereditárias. O território foi dividido em faixas de terras que foram doadas aos donatários. Estes podiam explorar os recursos da terra, porém ficavam encarregados de povoar, proteger e estabelecer o cultivo da cana-de-açúcar. No geral, o sistema de Capitanias Hereditárias fracassou, em função da grande distância da Metrópole, da falta de recursos e dos ataques de indígenas e piratas. As capitanias de São Vicente e Pernambuco foram as únicas que apresentaram resultados satisfatórios, graças aos investimentos do rei e de empresários.
Após a tentativa fracassada de estabelecer as Capitanias Hereditárias, a coroa portuguesa estabeleceu no Brasil o Governo-Geral. Era uma forma de centralizar e ter mais controle da colônia. O primeiro governador-geral foi Tomé de Souza, que recebeu do rei a missão de combater os indígenas rebeldes, aumentar a produção agrícola no Brasil, defender o território e procurar jazidas de ouro e prata.
Também existiam as Câmaras Municipais que eram órgãos políticos compostos pelos "homens-bons". Estes eram os ricos proprietários que definiam os rumos políticos das vilas e cidades. O povo não podia participar da vida pública nesta fase.
A capital do Brasil neste período foi Salvador, pois a região Nordeste era a mais desenvolvida e rica do país.
A economia colonial
A base da economia colonial era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro proprietário da unidade de produção de açúcar. Utilizava a mão-de-obra africana escrava e tinha como objetivo principal a venda do açúcar para o mercado europeu. Além do açúcar destacou-se também a produção de tabaco e algodão.
As plantações ocorriam no sistema de plantation, ou seja, eram grandes fazendas produtoras de um único produto, utilizando mão-de-obra escrava e visando o comércio exterior.
O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil só podia fazer comércio com a metrópole.
A sociedade Colonial
A sociedade no período do açúcar era marcada pela grande diferenciação social. No topo da sociedade, com poderes políticos e econômicos, estavam os senhores de engenho. Abaixo, aparecia uma camada média formada por trabalhadores livres e funcionários públicos. E na base da sociedade estavam os escravos de origem africana.
Era uma sociedade patriarcal, pois o senhor de engenho exercia um grande poder social. As mulheres tinham poucos poderes e nenhuma participação política, deviam apenas cuidar do lar e dos filhos.
A casa-grande era a residência da família do senhor de engenho. Nela moravam, além da família, alguns agregados. O conforto da casa-grande contrastava com a miséria e péssimas condições de higiene das senzalas (habitações dos escravos).
Invasão holandesa no Brasil
Entre os anos de 1630 e 1654, o Nordeste brasileiro foi alvo de ataques e fixação de holandeses. Interessados no comércio de açúcar, os holandeses implantaram um governo em nosso território. Sob o comando de Maurício de Nassau, permaneceram lá até serem expulsos em 1654. Nassau desenvolveu diversos trabalhos em Recife, modernizando a cidade.
Expansão territorial: bandeiras e bandeirantes
Foram os bandeirantes os responsáveis pela ampliação do território brasileiro além do Tratado de Tordesilhas. Os bandeirantes penetram no território brasileiro, procurando índios para aprisionar e jazidas de ouro e diamantes. Foram os bandeirantes que encontraram as primeiras minas de ouro nas regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
O bandeirante Domingos Jorge Velho
O Ciclo do Ouro: século XVIII
Após a descoberta das primeiras minas de ouro, o rei de Portugal tratou de organizar sua extração. Interessado nesta nova fonte de lucros, já que o comércio de açúcar passava por uma fase de declínio, ele começou a cobrar o quinto. O quinto nada mais era do que um imposto cobrado pela coroa portuguesa e correspondia a 20% de todo ouro encontrado na colônia. Este imposto era cobrado nas Casas de Fundição.
A descoberta de ouro e o início da exploração da minas nas regiões auríferas (Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás) provocou uma verdadeira "corrida do ouro" para estas regiões. Procurando trabalho na região, desempregados de várias regiões do país partiram em busca do sonho de ficar rico da noite para o dia.
O trabalho dos tropeiros foi de fundamental importância neste período, pois eram eles os responsáveis pelo abastecimento de animais de carga, alimentos (carne seca, principalmente) e outros mantimentos que não eram produzidos nas regiões mineradoras.
Desenvolvimento urbano nas cidades mineiras
Cidades começaram a surgir e o desenvolvimento urbano e cultural aumentou muito nestas regiões. Foi neste contexto que apareceu um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil : Aleijadinho.
Vários empregos surgiram nestas regiões, diversificando o mercado de trabalho na região aurífera. Igrejas foram erguidas em cidades como Vila Rica (atual Ouro Preto), Diamantina e Mariana.
Para acompanhar o desenvolvimento da região sudeste, a capital do país foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.
Igreja de Ouro Preto
Revoltas Coloniais e Conflitos
Em função da exploração exagerada da metrópole ocorreram várias revoltas e conflitos neste período:
- Guerra dos Emboabas : os bandeirantes queriam exclusividade na exploração do ouro nas minas que encontraram. Entraram em choque com os paulistas que estavam explorando o ouro das minas.
- Revolta de Filipe dos Santos : ocorrida em Vila Rica, representou a insatisfação dos donos de minas de ouro com a cobrança do quinto e das Casas de Fundição. O líder Filipe dos Santos foi preso e condenado a morte pela coroa portuguesa.
- Inconfidência Mineira (1789) : liderada por Tiradentes , os inconfidentes mineiros queriam a libertação do Brasil de Portugal. O movimento foi descoberto pelo rei de Portugal e os líderes condenados.
http://www.suapesquisa.com/colonia/ ACESSO EM 12\07\2012.
O Período Pré-Colonial: A fase do pau-brasil (1500 a 1530)
A expressão "descobrimento" do Brasil está carregada de eurocentrismo (valorização da cultura européia em detrimento das outras), pois desconsidera a existência dos índios em nosso país antes da chegada dos portugueses. Portanto, optamos pelo termo "chegada" dos portugueses ao Brasil. Esta ocorreu em 22 de abril de 1500, data que inaugura a fase pré-colonial.
Neste período não houve a colonização do Brasil, pois os portugueses não se fixaram na terra. Após os primeiros contatos com os indígenas, muito bem relatados na carta de Caminha, os portugueses começaram a explorar o pau-brasil da Mata Atlântica.
O pau-brasil tinha um grande valor no mercado europeu, pois sua seiva, de cor avermelhada, era muito utilizada para tingir tecidos. Para executar esta exploração, os portugueses utilizaram o escambo, ou seja, deram espelhos, apitos, chocalhos e outras bugigangas aos nativos em troca do trabalho (corte do pau-brasil e carregamento até as caravelas).
Nestes trinta anos, o Brasil foi atacado pelos holandeses, ingleses e franceses que tinham ficado de fora do Tratado de Tordesilhas (acordo entre Portugal e Espanha que dividiu as terras recém descobertas em 1494). Os corsários ou piratas também saqueavam e contrabandeavam o pau-brasil, provocando pavor no rei de Portugal. O medo da coroa portuguesa era perder o território brasileiro para um outro país. Para tentar evitar estes ataques, Portugal organizou e enviou ao Brasil as Expedições Guarda-Costas, porém com poucos resultados.
Os portugueses continuaram a exploração da madeira, construindo as feitorias no litoral que nada mais eram do que armazéns e postos de trocas com os indígenas.
No ano de 1530, o rei de Portugal organizou a primeira expedição com objetivos de colonização. Esta foi comandada por Martin Afonso de Souza e tinha como objetivos: povoar o território brasileiro, expulsar os invasores e iniciar o cultivo de cana-de-açúcar no Brasil.
A fase do Açúcar (séculos XVI e XVII )
O açúcar era um produto de muita aceitação na Europa e alcançava um grande valor. Após as experiências positivas de cultivo no Nordeste, já que a cana-de-açúcar se adaptou bem ao clima e ao solo nordestino, começou o plantio em larga escala. Seria uma forma de Portugal lucrar com o comércio do açúcar, além de começar o povoamento do Brasil. A mão-obra-obra escrava, de origem africana, foi utilizada nesta fase.
O trabalho escravo num engenho de açúcar
Administração Colonial
Para melhor organizar a colônia, o rei resolveu dividir o Brasil em Capitanias Hereditárias. O território foi dividido em faixas de terras que foram doadas aos donatários. Estes podiam explorar os recursos da terra, porém ficavam encarregados de povoar, proteger e estabelecer o cultivo da cana-de-açúcar. No geral, o sistema de Capitanias Hereditárias fracassou, em função da grande distância da Metrópole, da falta de recursos e dos ataques de indígenas e piratas. As capitanias de São Vicente e Pernambuco foram as únicas que apresentaram resultados satisfatórios, graças aos investimentos do rei e de empresários.
Após a tentativa fracassada de estabelecer as Capitanias Hereditárias, a coroa portuguesa estabeleceu no Brasil o Governo-Geral. Era uma forma de centralizar e ter mais controle da colônia. O primeiro governador-geral foi Tomé de Souza, que recebeu do rei a missão de combater os indígenas rebeldes, aumentar a produção agrícola no Brasil, defender o território e procurar jazidas de ouro e prata.
Também existiam as Câmaras Municipais que eram órgãos políticos compostos pelos "homens-bons". Estes eram os ricos proprietários que definiam os rumos políticos das vilas e cidades. O povo não podia participar da vida pública nesta fase.
A capital do Brasil neste período foi Salvador, pois a região Nordeste era a mais desenvolvida e rica do país.
A economia colonial
A base da economia colonial era o engenho de açúcar. O senhor de engenho era um fazendeiro proprietário da unidade de produção de açúcar. Utilizava a mão-de-obra africana escrava e tinha como objetivo principal a venda do açúcar para o mercado europeu. Além do açúcar destacou-se também a produção de tabaco e algodão.
As plantações ocorriam no sistema de plantation, ou seja, eram grandes fazendas produtoras de um único produto, utilizando mão-de-obra escrava e visando o comércio exterior.
O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil só podia fazer comércio com a metrópole.
A sociedade Colonial
A sociedade no período do açúcar era marcada pela grande diferenciação social. No topo da sociedade, com poderes políticos e econômicos, estavam os senhores de engenho. Abaixo, aparecia uma camada média formada por trabalhadores livres e funcionários públicos. E na base da sociedade estavam os escravos de origem africana.
Era uma sociedade patriarcal, pois o senhor de engenho exercia um grande poder social. As mulheres tinham poucos poderes e nenhuma participação política, deviam apenas cuidar do lar e dos filhos.
A casa-grande era a residência da família do senhor de engenho. Nela moravam, além da família, alguns agregados. O conforto da casa-grande contrastava com a miséria e péssimas condições de higiene das senzalas (habitações dos escravos).
Invasão holandesa no Brasil
Entre os anos de 1630 e 1654, o Nordeste brasileiro foi alvo de ataques e fixação de holandeses. Interessados no comércio de açúcar, os holandeses implantaram um governo em nosso território. Sob o comando de Maurício de Nassau, permaneceram lá até serem expulsos em 1654. Nassau desenvolveu diversos trabalhos em Recife, modernizando a cidade.
Expansão territorial: bandeiras e bandeirantes
Foram os bandeirantes os responsáveis pela ampliação do território brasileiro além do Tratado de Tordesilhas. Os bandeirantes penetram no território brasileiro, procurando índios para aprisionar e jazidas de ouro e diamantes. Foram os bandeirantes que encontraram as primeiras minas de ouro nas regiões de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
O bandeirante Domingos Jorge Velho
O Ciclo do Ouro: século XVIII
Após a descoberta das primeiras minas de ouro, o rei de Portugal tratou de organizar sua extração. Interessado nesta nova fonte de lucros, já que o comércio de açúcar passava por uma fase de declínio, ele começou a cobrar o quinto. O quinto nada mais era do que um imposto cobrado pela coroa portuguesa e correspondia a 20% de todo ouro encontrado na colônia. Este imposto era cobrado nas Casas de Fundição.
A descoberta de ouro e o início da exploração da minas nas regiões auríferas (Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás) provocou uma verdadeira "corrida do ouro" para estas regiões. Procurando trabalho na região, desempregados de várias regiões do país partiram em busca do sonho de ficar rico da noite para o dia.
O trabalho dos tropeiros foi de fundamental importância neste período, pois eram eles os responsáveis pelo abastecimento de animais de carga, alimentos (carne seca, principalmente) e outros mantimentos que não eram produzidos nas regiões mineradoras.
Desenvolvimento urbano nas cidades mineiras
Cidades começaram a surgir e o desenvolvimento urbano e cultural aumentou muito nestas regiões. Foi neste contexto que apareceu um dos mais importantes artistas plásticos do Brasil : Aleijadinho.
Vários empregos surgiram nestas regiões, diversificando o mercado de trabalho na região aurífera. Igrejas foram erguidas em cidades como Vila Rica (atual Ouro Preto), Diamantina e Mariana.
Para acompanhar o desenvolvimento da região sudeste, a capital do país foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.
Igreja de Ouro Preto
Revoltas Coloniais e Conflitos
Em função da exploração exagerada da metrópole ocorreram várias revoltas e conflitos neste período:
- Guerra dos Emboabas : os bandeirantes queriam exclusividade na exploração do ouro nas minas que encontraram. Entraram em choque com os paulistas que estavam explorando o ouro das minas.
- Revolta de Filipe dos Santos : ocorrida em Vila Rica, representou a insatisfação dos donos de minas de ouro com a cobrança do quinto e das Casas de Fundição. O líder Filipe dos Santos foi preso e condenado a morte pela coroa portuguesa.
- Inconfidência Mineira (1789) : liderada por Tiradentes , os inconfidentes mineiros queriam a libertação do Brasil de Portugal. O movimento foi descoberto pelo rei de Portugal e os líderes condenados.
http://www.suapesquisa.com/colonia/ ACESSO EM 12\07\2012.
Brasil perde a final da Copa do Mundo para a França
Brasil perde a final da Copa do Mundo para a França
12 de julho de 1998
O dia 12 de julho de 1998 deixou uma amarga lembrança para os brasileiros na disputa da Copa do Mundo de 1998, na França. Neste dia, o Brasil entrou em campo para brigar pelo título do campeonato, mas mostrou um futebol apático e foi derrotado pelos franceses por 3 a 0, com gols de Zidane (2) e Petit. Antes do jogo, Ronaldo, principal destaque do time brasileiro, sofreu uma convulsão em um episódio que abalou todo o time e que gera polêmica até os dias de hoje.
Antes de chegar à final, o Brasil fez um campeonato empolgante e confirmou a sua condição de favorito. Na primeira fase, derrotou a Escócia por 2 a 1, bateu o Marrocos por 3 a 0, mas caiu inesperadamente diante da Noruega por 2 a 1. A equipe se recuperou diante do Chile com uma vitória por 4 a 1 e depois passou pela Dinamarca por 3 a 2. O time brasileiro enfrentou um duro jogo contra a Holanda, nas semifinais. Após o empate por 1 a 1, o jogo foi para as penalidades, vencidas pelo Brasil por 4 a 2.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 12\07\2012.
12 de julho de 1998
O dia 12 de julho de 1998 deixou uma amarga lembrança para os brasileiros na disputa da Copa do Mundo de 1998, na França. Neste dia, o Brasil entrou em campo para brigar pelo título do campeonato, mas mostrou um futebol apático e foi derrotado pelos franceses por 3 a 0, com gols de Zidane (2) e Petit. Antes do jogo, Ronaldo, principal destaque do time brasileiro, sofreu uma convulsão em um episódio que abalou todo o time e que gera polêmica até os dias de hoje.
Antes de chegar à final, o Brasil fez um campeonato empolgante e confirmou a sua condição de favorito. Na primeira fase, derrotou a Escócia por 2 a 1, bateu o Marrocos por 3 a 0, mas caiu inesperadamente diante da Noruega por 2 a 1. A equipe se recuperou diante do Chile com uma vitória por 4 a 1 e depois passou pela Dinamarca por 3 a 2. O time brasileiro enfrentou um duro jogo contra a Holanda, nas semifinais. Após o empate por 1 a 1, o jogo foi para as penalidades, vencidas pelo Brasil por 4 a 2.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 12\07\2012.
Nasce o poeta chileno Pablo Neruda
Nasce o poeta chileno Pablo Neruda
12 de julho de 1904
No dia 12 de julho de 1904 nascia em Parral, no Chile, Neftalí Ricardo Eliecer Reyes Basoalto, mais conhecido como Pablo Neruda, poeta, senador chileno, membro do comitê central do Partido Comunista, embaixador do país na França e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 1971. Neruda teve a sua obra editada em vários países e serviu como referência artística para muitos novos talentos do século XX. Em 1945, mesmo ano em que foi eleito senador no Chile, ele veio ao Brasil e leu o poema “Mensagem” para mais de 100 mil pessoas no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, em homenagem ao líder comunista Luís Carlos Prestes.
Entre sua vasta produção se destacam Crepusculário (1923), Veinte Poemas de Amor y una Canción Desesperada (1924), Tentativa del Hombre Infinito (1926), El habitante y su Esperanza (1926), Residencia en la Tierra (1925-1931), España en el Corazón, Himno a las Glorias del Pueblo en la Guerra (1936- 1937), La Espada Encendida, Buenos Aires (1970) e Discurso de Estocolmo (1972). O poeta morreu no dia 23 de setembro de 1973, em Santiago, no Chile.
http://www.seuhistory.com/hoje-na-historia.html ACESSO EM 12\07\2012.
12 de julho de 1904
No dia 12 de julho de 1904 nascia em Parral, no Chile, Neftalí Ricardo Eliecer Reyes Basoalto, mais conhecido como Pablo Neruda, poeta, senador chileno, membro do comitê central do Partido Comunista, embaixador do país na França e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 1971. Neruda teve a sua obra editada em vários países e serviu como referência artística para muitos novos talentos do século XX. Em 1945, mesmo ano em que foi eleito senador no Chile, ele veio ao Brasil e leu o poema “Mensagem” para mais de 100 mil pessoas no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, em homenagem ao líder comunista Luís Carlos Prestes.
Entre sua vasta produção se destacam Crepusculário (1923), Veinte Poemas de Amor y una Canción Desesperada (1924), Tentativa del Hombre Infinito (1926), El habitante y su Esperanza (1926), Residencia en la Tierra (1925-1931), España en el Corazón, Himno a las Glorias del Pueblo en la Guerra (1936- 1937), La Espada Encendida, Buenos Aires (1970) e Discurso de Estocolmo (1972). O poeta morreu no dia 23 de setembro de 1973, em Santiago, no Chile.
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Morre Erasmo de Rotterdam
Morre Erasmo de Rotterdam
12 de julho de 1536
Erasmo de Rotterdam nasceu em 1469 e faleceu em 12 de Julho de 1536. Foi um humanista, filósofo, filólogo e teólogo neerlandês, autor de importantes obras em latim. Passou os últimos anos de sua vida perseguido tanto por católicos como por reformadores. As polêmicas de Erasmo contra a Igreja foram mal interpretadas com freqüência. A inimizade do filósofo não derivava nem de questionamentos para a exatidão da doutrina nem de hostilidade contra a organização da instituição em si. Em outras palavras, Erasmo não era nem anticatólico nem anticlerical. Isto se observa mediante a simples leitura de seus livros. A verdadeira razão do confronto é que Erasmo queria utilizar sua formação e treinamento para apurar a doutrina e liberar as instituições e estes dois objetivos não eram compartilhados pela hierarquia eclesiástica do século XVI. "Adagios" (primeira edição em 1500; edição corrigida e aumentada pelo autor em 1508, 1518, 1520, 1523, 1526, 1528, 1533 e 1536.) Enchiridion Militiis Christiani (Manual do cavaleiro cristão) (1503) "De ratione studii" ("Sobre o método de estudo") (1511) Encomion moriae seu laus stultitiae ("Elogio da loucura") (1511) Institutio Principis Christiani (Educação do príncipe cristão) (1516) dedicada a Carlos V. Tradução do Novo Testamento ao latim (1516) "Paráfrase do Novo Testamento" (1516).
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12 de julho de 1536
Erasmo de Rotterdam nasceu em 1469 e faleceu em 12 de Julho de 1536. Foi um humanista, filósofo, filólogo e teólogo neerlandês, autor de importantes obras em latim. Passou os últimos anos de sua vida perseguido tanto por católicos como por reformadores. As polêmicas de Erasmo contra a Igreja foram mal interpretadas com freqüência. A inimizade do filósofo não derivava nem de questionamentos para a exatidão da doutrina nem de hostilidade contra a organização da instituição em si. Em outras palavras, Erasmo não era nem anticatólico nem anticlerical. Isto se observa mediante a simples leitura de seus livros. A verdadeira razão do confronto é que Erasmo queria utilizar sua formação e treinamento para apurar a doutrina e liberar as instituições e estes dois objetivos não eram compartilhados pela hierarquia eclesiástica do século XVI. "Adagios" (primeira edição em 1500; edição corrigida e aumentada pelo autor em 1508, 1518, 1520, 1523, 1526, 1528, 1533 e 1536.) Enchiridion Militiis Christiani (Manual do cavaleiro cristão) (1503) "De ratione studii" ("Sobre o método de estudo") (1511) Encomion moriae seu laus stultitiae ("Elogio da loucura") (1511) Institutio Principis Christiani (Educação do príncipe cristão) (1516) dedicada a Carlos V. Tradução do Novo Testamento ao latim (1516) "Paráfrase do Novo Testamento" (1516).
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